quinta-feira, 29 de abril de 2010

Fotos Jamaica


Paisagem da montanha

Casa onde viveu a mãe do Bob Marley e que depois da sua morte a transformaram numa escola.

Portão da entrada da casa do Bob Marley




Capitão Crazy (completamente alucinado!)

Chuva grossa e pesada que quase nos perfurava o crânio!

Disco do Bob Marley

Pequena plantação de Marijuana!

Cozinha do Bob Marley

Almofada do Bob Marley, onde este se inspirava para compor.

Cascatas

Moms Restaurant yackkkk!!


Praia do Hotel
Praia em Negril (Passeio de barco)

Repasto em Negril!!

"Orangotango" pendurado na árvore para se atirar ao mar! (No Rick's Café)

Buraco onde quem quisesse se atirava.

Pôr-do-sol no Ricky's Café

Espectáculo ao entardecer.

Sem comentários!

Um grande aquário!

Passatempo All Included!


Olha coisa mailinda!!

Lindooooo!!!!!

Bichesa!! ME-DO!!!!

Paisagem do quarto logo pelas 6:00 AM!

Marijuana que a nossa nova amiga V apanhou em casa do Bob Marley.
Brota da terra sem ser plantada!!

Viagem à Jamaica

Ora bem, aqui estou eu para vos contar tudo acerca das minhas férias na terra do tio Bob.
Confesso não ter ficado impressionada com aquela minúscula ilha perdida algures no mar das Caraíbas entre Cuba e a Hispaniola. Este lugarejo gerou em mim um sentimento que se divide entre um misto de amor versus decepção. Como diriam Claudine e Andrée, os franceses com quem tive o prazer de travar amizade e a quem servi de intérprete na excursão a Negril, já que a Cubana que nos servia de guia, (a qual baptizamos de Fidela e até hoje estou para saber qual o seu verdadeiro nome!), não falava uma única palavra da língua de Carlos Magno: j'ai été un peu désillusionnée.
Cádê as praias paradisíacas que as operadoras turísticas anunciam nos catálogos de vendas? Hmmm? Cádê aquele areal de areia prateada e fina salpicado de coqueiros vergados pelo peso das folhas que batem na água? Era a questão que se punha constantemente sem que ninguém nos conseguisse responder até conhecermos a guia Fidela, que no apogeu da sua arrogância nos informou que, “NO HAY! ”
Existe um mar lindo e cálido de mil e uma cores indecifráveis impregnado de corais e peixes multicolores que vêm comer nas nossas mãos e que visto através da máscara de snorkeling mais parece um enorme aquário do qual também nós fazemos parte integrante, sendo eu a sereia. (Alguém tem de ser a baleia!) Mas areia fina e prateada só numa das ilhas das redondezas. E para lá chegar, só a nado! Para além das praiazitas artificiais de gravilha e terra construídas pelas cadeias hoteleiras com o intuito de servir os seus hóspedes, o mais parecido com praia que encontrámos foi em Negril, e mesmo assim deixou um pouco a desejar. Mais parecia a Costa da Caparica. Mas sem brasileiros e sem bolas de berlim!
Assim sendo, tivemos de nos render às evidências e contentarmo-nos com aquilo que esta pequena ilha tinha para nos oferecer. Se não existem as praias paradisíacas que sonhámos encontrar, o que é que existe então? Hmmm? Montanhas e cascatas! Então “bora” lá ver essas montanhas e essas cascatas! Alugámos, os serviços turísticos do Martin, um simpático taxista, e dividimos o seu pequeno furgão com mais quatro conterrâneos com quem inesperadamente travávamos amizade logo no voo. Metemo-nos pela montanha acima onde pudemos vislumbrar paisagens de cortar a respiração até chegarmos a Nine Mile onde visitámos o Mausoléu do Bob Marley e onde me estreie com uma valente broca. É verdade, foi preciso ter trinta e um anos, viajar até à Jamaica para ir contra tudo aquilo que sempre institui como correcto desde miúda! Confesso que não senti rigorosamente nada. Quando digo nada é mesmo NA-DA. Não tive nenhum ataque de riso nem tão-pouco me senti ultra extasiada como os meus colegas de liceu demonstravam sentirem-se. Não sei se deveu ao facto de dividirmos um charro por sete (nem queria acreditar que o sacana do taxista estava a fumar erva para depois ir conduzir montanha abaixo!), ou se o tipo que nos vendeu aquele cigarro grosso de cheiro esquisito era apenas um impostor. However, o importante agora é destruir todas as fotos incriminatórias que possam pôr em causa a nossa autoridade parental, caso contrário já estou a ver os putos: “Oh mãe, o que é que tu e o pai estavam a fumar quando tiraram esta foto? Agora é a nossa vez de vos pôr de castigo!”
Seguindo caminho fomos parar às cascatas Dunn’s River Falls onde submersos por aquela água gelada tivemos de trepar pedregulho por pedregulho até chegarmos ao topo. Para repormos energias o Martin levou-nos a um tasco chamado Moms Restaurant, a fim de provarmos as iguarias Jamaicanas todas elas servidas em pratinhos e tigelas de plástico reutilizáveis. Yackkk NO-JO! Pior que isso só no restaurante em Negril onde nos levou a Fidela.
Em Ocho Rios visitámos o mercado de artesanato onde comprámos uns souvenirs vendidos por um povo grogue de olhos esbulhados e mortiços quais gorazes asfixiados e de mentes turvas e anestesiadas de tanta droga. Devo dizer que nunca me aconteceu comprar souvenirs tão caros. E ainda por cima quase todos eles made in China!
O resto dos dias passaram-se pacatamente entre banhos demorados, sessões fotográficas, e beijos, muitos beijos com alguns Murritos e Pina Coladas à mistura. Esta calmaria só foi interrompida pelo medíocre e excessivamente caro, passeio a Negril onde acabámos a tarde no Ricky’s Café a assistir a um pôr-do-sol tímido e ao exibicionismo de uns nativos corpulentos, (o que de mais parecido existe com orangotangos), que pendurados nos galhos das árvores se atiravam ao mar depois de uma dúzia de acrobacias e saltos mortais.
Desta nossa segunda lua-de-mel ficaram as saudades do dolce fare niente, do sabor doce dos seus beijos e abraços, dos banhos mornos ao luar, dos corais e das cores indecifráveis de seres nunca antes vistos mergulhados no azul cristalino da água morna do mar Caribenho, da selva que abafa as montanhas, das gotas de chuva grossas e pesadas que quase nos perfuravam o crânio mas que nos refrescavam a alma, das novas amizades e dos suculentos crepes do pequeno-almoço.

PS. Só por estar contigo valeu a pena!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

De regresso das terras do Tio Bob Marley.
Assim que puder faço o relatório completo. Agora é trabalhar e pôr tudo em dia!
One love, One heart, Let’s get together and feel all right, laaaaalalalaaaaalalaaaa…

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Estes vão comigo!

Só vou ali e já volto!


Não que me apeteça muito, depois do pesadelo que vivi na semana passada! Apetecia-me ficar por cá coladinha ao meu papy a fazer de pára-choques, aliás neste caso, de pára-maleitas. Mas visto esta situação já estar sob controlo e tudo não ter passado de um grandessíssimo pesadelo, não ir significava para o meu mais-que-tudo o mesmo que tirar o doce da boca de uma criança. O que é que ele faria ao equipamento de mergulho que já comprou! Ohhh my goodness!
Olha, aproveitamos e gozamos a nossa segunda lua-de-mel.

Até já.

PS. Tenho tanta pena de não irmos os quatro conforme tínhamos planeado!

Dizem que família não se escolhe...

... só os amigos podemos escolher. Obviamente não fui excepção e também não escolhi a minha. Porém tenho a certeza que se tivesse tido essa oportunidade não teria acertado tão bem. Deus deu-me a família que tenho, e deixem que vos diga, não podia ter feito melhor escolha!
Adoro as minhas amigas, sinto muita estima e um carinho especial pela minha tia J, assim como pelo meu querido padrinho; gosto das minhas primas, das minhas tias e da família do meu mais-que-tudo; aprecio os meus colegas de trabalho e os da natação também; simpatizo com os conhecidos e até com os desconhecidos. Mas em boa verdade nada se compara com aquilo que sinto pela MINHA família, composta por cinco seres encantadores de personalidades distintas e arrebatadoras.
Aqueles por quem sinto um amor incondicional que me alimenta a alma e que me aquece o coração. Aqueles por quem acordo todas as manhãs e por quem rezo todas as noites. Aqueles com quem zaragateio, se for caso disso, e por quem zaragateio sem condescendência ou complacência, sempre que necessário. Aqueles que protejo e que me protegem. Aqueles que amparo e me amparam em cada momento difícil da minha, das suas e das nossas vidas. Aqueles com quem partilhei, partilho e partilharei os melhores e os piores momentos das nossas vidas. Aqueles até cujos defeitos eu aprecio. Amo cada um deles com a mesma intensidade e determinação.
Adoro-vos!

Ps. Já estou com saudades vossas e ainda nem parti!

A semana que passou foi uma das mais penosas nos últimos quatro anos. Trouxe-me recordações difíceis, que luto diariamente para esquecer, e de repente zásss descamba tudo de novo. O meu coração ficou mais pequenino do que a cabeça de um alfinete e ainda dói que se farta; um nó apoderou-se da minha garganta e não existe côdea de pão que o faça descer; desejei que o sol não nascesse e que tudo não passasse de um pesadelo. Mas graças a Ele tudo não passou de um alarme falso. Quando uma das pessoas que mais amamos e idolatramos já adoeceu, por duas vezes, com previsões negras relativamente à sua sobrevivência vivemos em permanente desassossego e tudo o resto é pinets. Quando acontece a primeira vez agradecemos a Deus pela cura e pelo aviso, quando acontece a segunda achamos que é milagre, mas f@d*-se a terceira também já era demais! Apetece-nos dizer, JÁ PERCEBEMOS CARAMBA!!
Porém, por entre tanta aflição e angústia lá tive paciência para ver um dos meus programas favoritos, o Oprah Winfrey Show. E ainda bem que o vi. Porque fez-me perceber e acreditar, uma vez mais, em como é admirável e encantador este milagre que é viver. Fiquei impressionada com a coragem daquelas duas senhoras adoráveis, firmes e irredutíveis no seu amor. E deixem que vos diga que a Ellen não é nada parva!! A Portia de Rossi é uma mulher linda. Afinal aquele boato de que as lésbicas são todas masculinizadas não se verifica!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

quinta-feira, 1 de abril de 2010

É comum confundir-se determinação com arrogância...

... a existência de uma mentalidade tacanha e indecisa que abrange grande parte dos habitantes deste planeta não tolera personalidades decididas, determinadas e motivadas. Aquelas que não esperam pelo amanhã e fazem frente às adversidades de hoje sem hesitações ou contemplações. Que ultrapassam barreiras e atingem objectivos. Que não se deixam levar em balelas intrujonas e nunca baixam os braços. Que lutam e lutam. E voltam a lutar. Que não desistem ao primeiro obstáculo que se lhes avizinha e lutam, outra e mais outra vez.
Arrogância é outra coisa. É insolência, é subestimar e desrespeitar o próximo, é ser-se mal-educado e achar-se o supra-sumo da genialidade. Tenho para mim que ser arrogante é como ter a mais alta patente da idiotice e da fanfarronice.
Eu gosto de pessoas determinadas, persistentes e firmes. Impermeáveis a fatalismos, cretinices e vacilações porém permeáveis à sensatez e ao optimismo. Pena sermos alvo constante de comentários vorazes e depreciativos dos entediantes submissos e falsos humildes que nos acusam de arrogância e petulância quando, apenas, fazemos valer a nossa opinião e determinação.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Já as comprei! São lindas e rasas e brilhantes e o senhor da loja disse que ficam tão bem no meu pezinho… Não resisti em comprá-las! O tom é em bronze. A-d-o-r-o-!!

quarta-feira, 24 de março de 2010


Hoje acordei com a neura! Vai-se lá perceber porquê!
Adoro bebes! Acho esses seres de palmo e meio, em exequo com os cachorrinhos (pois está claro!), as criaturinhas mais queridas, fofas e encantadoras do planeta. Mas o meu mais novo vizinho já calava aquela goelinha bem afinadinha. Irra que o puto dava para cantar ópera! Às 4 da manhã foi um banzé dos diabos.
Imaginem porquê que acordei com a neura!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Sempre fui apologista da qualidade em detrimento da quantidade...

... prefiro um suculento e pequenino bifinho do lombo, a uma monstruosa e rija costeleta de novilho. Prefiro um delicado frasco de uma inebriante fragrância de haute couture, a um frascalhão de 100 ml de um perfume de uma dessas marcas rascas de venda ao domicílio. Prefiro um único e bom par de sapatos da Furla (já que as minhas posses não me permitem uns Louboutin ou uns Prada!), a um sem número de xanatas rascas da Seaside ou da Bata. Prefiro uma queca bem dada, a várias com o sabor amargo da obrigação e da submissão.
Sou assim para tudo na vida e com as minhas amizades não sou diferente. Talvez seja esse o motivo pelo qual não tenho um vasto leque de amiguinhas falsas e dissimuladas. As poucas que tenho, e cujos dedos de uma das minhas mãos chegam para contar, são das boas! Ao longo dos anos passei a ser muito mais exigente no que toca à qualidade e à veracidade daqueles que me rodeiam. Prefiro a autenticidade de uma única amizade à falsidade dos sorrisos fáceis e das palmadinhas nas costas desse cabredo ressabiado e invejoso que abunda em cada esquina e que, de quando em vez. tenho que expulsar da minha vida.
A vocês, fiéis e adoráveis amigas (vocês sabem quem são!), desejo-vos toda a felicidade possível e a impossível também.

Ps. Parabéns à minha amiga P. Uma salva de palmas para ela! Clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap…, e um chi-coração dos grandes.
Estou cheia de remorsos por me ter esquecido do dia do teu aniversário!! Sooorryyyy!!

quarta-feira, 17 de março de 2010

Não somos todos iguais!

É um facto! E ainda bem que não somos! Não gostamos todos do mesmo. Pois que não gostamos! Não somos todos da mesma raça. Pois não, e seria exaustivamente entediante viver entre mais de 11 milhões de caucasianos de cabeças e olhos castanhos! Não gostamos todos de carne. Pois não. Alguns preferem peixe e outros, apenas, vegetais. E não vivemos tão bem assim? Sim vivemos!
Tenho para mim que o livre arbítrio é de entre todos os cânones pelos quais uma democracia se rege, o mais importante e essencial para a sua sobrevivência. Quem gostaria de ver restrito o poder de gerir a sua própria vida como bem entender? Quem gostaria de viver sob o domínio de um tirano onde imperasse a segregação racial ou religiosa? Eu não me imagino a viver durante o Apartheid ou sob o domínio voraz e devastador das ideologias racistas e anti-semitas de um qualquer Führer tarado e desequilibrado.
Por ter em conta todo o historial sangrento, inquisidor e segregador, em que vivemos durante várias épocas da nossa existência é que não compreendo e não tolero mentalidades racistas, xenófobas e homofóbicas, que não tenham aprendido rigorosamente nada ao longo da história e que continuem a cometer os mesmos erros.
Fico bastante decepcionada com os comentários escarninhos e sarcásticos dos falsos moralistas que se escondem atrás da religião e recorrem à violência para fazer valer as suas opiniões homofóbicas e racistas. Tudo em nome da moral e dos bons costumes, dizem eles! Depois em casa é o ver se te avias. Vociferam uma dezena de insultos entre si e aviam umas quantas bofetadas nos pequenos que são mal-educados, porque copiaram o comportamento grotesco dos progenitores. Aqui impera a velha máxima incongruente e desonesta, do faz o eu que eu digo não faças o que eu faço.
Pois eu acho admiráveis e encantadoras estas diferenças de raças, de religiões e de orientações sexuais. Ao fim ao cabo o que prevalece é o amor. Não me interessa se entre raças diferentes ou pessoas do mesmo sexo. O que interessa isso? Quão importante isso é? Cada um come o que quer e quando quer! E se formos felizes assim, tanto faz!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Foi amor à primeira vista!

Ai, Ai, Ai, que estou tão apaixonada por estas sandalinhas! Vão-me ficar a matar! Ai, vão, vão! Ai isso é que vão!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Recebi este prémio do "Me deixa Gozar...", façam o favor de ir visitar o cantinho deste super bloguista aqui.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Já chega!!


Pelo amor da Santa! Sou só eu que já não posso com esta chuva ou a opinião é unânime?! Sinto-me como se vivesse dentro de um aquário! E olhem que se existe alguém que gosta do Inverno essa pessoa sou eu! Sim, tenho a perfeita noção que devo ser o único Ser deste planeta, e que provavelmente me estarão a chamar de louca e que todos preferem a Primavera e que no Verão os dias são maiores e as noites mais quentes e bla, bla, bla; mas eu aprecio estes dias de chuva em que fico enroscadinha no sofá com o meu mais-que-tudo a dormitar enquanto assistimos à Sessão da Tarde. E digo-vos mais, adorava viver num país onde nevasse a potes. Ah pois que gostava! Mas já não gosto! Mudei de ideias! Preciso de uns diazinhos de sol para acabar com este pestilento cheiro a mofo, que me persegue. É que preciso mesmo!

sexta-feira, 5 de março de 2010

Com Muito Prazer

Este é o blog da Margarida o qual sigo religiosamente todas as semanas. Habitualmente, às sextas-feiras, ela brinda-nos generosamente com mais um post impregnado de humor e honestidade e de ideais feministas e românticos, que nos divertem e nos alimentam o espírito de boa disposição! Comme il faut!

"O dia em que te esqueci."

Nem sempre é fácil falar de amor. Mais difícil ainda é escrever sobre este sentimento tantas vezes difícil de gerir sem cair em lamechices piegas ou em clichés pirosos e antiquados. Por esse motivo adorei o mais recente livro da Margarida Rebelo Pinto, “O dia em que te esqueci.” Aliás como adorei todos os outros! A Margarida é desde sempre uma das minhas escritoras favoritas. Não me interessa a opinião dos que nada produzem e tudo reprovam, adoro a sua escrita acutilante e subtil. Adoro, adoro, adoro!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Este sábado de manhã...

... enquanto esperava pela minha vez para ser atendida na loja do cidadão, o que levou pelo menos 2 horas, mais coisa menos coisa, dei por mim a pensar em como o ser humano é estranho. Ora vejam lá se não tenho razão! Nós, mulheres passamos a vida a arrancar tudo o que é pêlo, cabelo, penugem e felpa inestética e que nos assemelhe com o homem de Neandertal. Certo? Quer dizer algumas mulheres até são bastante dadas à pelonga como, infelizmente para a minha sensibilidade estética, posso constatar duas vezes por semana nos balneários da piscina que frequento. Elas são pêlo por tudo o que é sitio! Querem lá saber! E até afirmam que os devidos cônjuges adoram aquele pelinho fofinho e quentinho a brotar das virilhas, axilas, canelas e coxas. Vai-se lá compreender! Mas gostos não se discutem e cada um come o que quer, com pêlo ou sem pêlo!
Bom, continuando com a minha reflexão, penso que a grande maioria das mulheres, com as devidas excepções, abomina qualquer tipo de pelugem. Aliás muitas delas sonham com o dia em que os seus pares românticos se predispõem a visitar a Clínica do Pêlo para uma depilação definitiva aos peitorais, bicípites, glúteos e afins. Eu cá não vou tão longe. Desde que não sejam aqueles pêlos farfalhudos de meio metro de comprido e 50 milímetros de espessura a sair do colarinho da camisa como o meu amigo M tem, confesso que até acho que um pelinho ou outro numa parte esteticamente correcta dá um certo charme a qualquer homem. (Mas NUNCA, MESMO NUNCA, numa mulher!)
Mas o que não consigo compreender nestas mulheres que arrancam veemente os seus próprios pêlos, cabelos e afins com tudo o que é pinça, cera e Braun ‘s depiladoras é porque se vestem elas com modelitos démodé, para lá do Woodstock Festival, a transbordar daquilo que mais abominam ver no seu próprio corpo, PÊLO?! É vê-las a desfilar todas aperaltadas enfiadas dentro de leggings felpudas, com coletes e casacos pirosos onde saltitam todos os tipos de pêlos sintéticos coloridos. E como se não bastasse completam a indumentária com umas botinhas de cano alto adornadas de uma gola e atacadores em… adivinhem! Pois está claro! Em PÊLO! Um must!! Coisa mai linda!
Tiram de um lado e metem no outro! Alguém tem uma explicação lógica para esta tão evidente contrariedade?

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Se há coisa que detesto ver...

... seja numa mulher ou num homem, são sapatos sujos, com as capas gastas e sem qualquer réstia de pomada engraxadora. Faz-me impressão. E muita! Acho que dá um ar de desmazelo e incúria.
Para mim o calçado funciona como que um cartão de apresentação dos donos de um dos meus objectos pessoais favoritos. De que vale um fato Armani, uma gravata Hermes se os sapatos Hugo Boss estão todos borrados de lama e baços por não verem graxa desde o dia em saíram da loja!?
Talvez seja futilidade ou mania da minha parte, mas um bom ou mau par de sapatos limpos, estimados e devidamente engraxados valem por mil palavras em questões de aparência e imagem.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Vivam e deixem viver!!!

É só impressão minha ou existem, mesmo, pessoas que quando abrem p*t@ da boca é só para destilar todo o seu veneno rancoroso quais cobras-cascavel. Criticam tudo e todos, metem-se na vida de todos, invejam a felicidade alheia e até aquilo que os outros não têm. Não precisam de um motivo para serem deselegantes ou até mesmo, mal-educados, pois eles são o motivo. Não conseguem rir-se deles próprios pois nem a eles se acham graça. Vivem de mal com a vida e revoltados com os êxitos e bondade alheia, pois nunca sentiram o verdadeiro sentimento de gratidão e de amor genuíno.
Ohh Valha-nos Deus de gente assim, invejosa, rancorosa, conflituosa…

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Apesar de não perceber peva de futebol, eu juro que era do Sporting! Juro mesmo! E olhem que não estou a fazer figas! Mas de tanto ouvir disparates absurdos e desculpas vexatórias acerca das cabazadas que estes meninos têm levado, que já não posso ouvir sequer a palavra ALVALADE, quanto mais a palavra Sporting!
Ainda não percebi se os sportinguistas são do Sporting porque gostam do clube ou se são do Sporting porque detestam o Benfica. Não sei o que preferem: ganhar o campeonato ou ver o Benfica a perde-lo! Tenho para mim que é a 2.ª hipótese!
Olhem sabem o que mais?! Viva o Braga! Viiiiivaaaaaa!!!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Novas escravas

Faz-me confusão as mulheres que não têm, ou pelo menos não expressão a sua opinião acutilante e frontal sobre qualquer assunto, seja ele qual for. Que acatam as decisões tomadas pelos maridos, namorados e outros que tais, sem contestações, contradições ou oposições.
Faz-me confusão a constante e incansável disponibilidade feminina sensaborona sempre pronta a executar mais uma tarefa, a ceder mais uma, e mais outra e mais outras tantas vezes. Faz-me confusão que mulheres da minha geração, inteligentes, divertidas, incisivas e determinadas, admitam que lhes dêem ordens e lhes imponham autoridade sob o seu próprio domínio.
Faz-me confusão que mulheres financeiramente independentes e profissionalmente determinadas se escravizem pelo amor de alguém que provavelmente não as ama!
Faz-me confusão que esta geração de mulheres autónomas e independentes não se valorize e se sinta coagida pelos dois dígitos que compõem a sua idade ao ponto de implorarem por um amor falsificado e intrujão.
Conheço alguns casos destas novas escravas sensaboronas e fastidiosas com um toque de odaliscas sempre prontas a satisfazer os desejos e vontades do seu amo e senhor e tenho para mim que quando acordarem deste estado de entorpecimento se revoltarão contra estes lordes opressivos, chantagistas e oportunista.
Já as estou a ver de mala às costas, à porta da rua, com o indicador a apontar para os opressores enquanto vociferam o grito do Ipiranga tal e qual o nosso D. Pedro um dia também vociferou. -"INDEPENDÊNCIA OU MORTE, SEU VERME!"

Nota: A parte do verme é da minha autoria.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Estou estafada!

Hoje foi dia de limpeza geral ao meu boguinhas. Coitadinho estava tão sujinho que já nem se reconhecia! Tinha tanto pó e tanta lama (devido às obras que estão a fazer perto da minha casa) que mais parecia um camião transportador de brita. Mas depois da coça que levou ficou num brinquinho. Brilhante, brilhante! Levei quase duas horas a lava-lo e fiquei com as mãos como as de um mecânico bate-chapas, é bem certo, mas valeu tanto a pena! Já me fazia confusão! Logo eu que gosto de tudo muito limpinho desprovido de sujidades e porcarias!
Ahhhh e mais!, limpei-o sozinha. E esta hem! Por esta é que vocês não esperavam! Uma lady como eu, a lavar carros!? Sim, sim, limpei-o todinho, por dentro e por fora sem a ajuda de qualquer cavalheiro!
- E o teu mais-que-tudo não te ajudou? – Perguntam vocês.
- NÃÃÃÃOOOOOOO!! Eu não deixei!! – Respondo eu, contentinha da vida. – Se não, de tão picuinhas que é, com os carros, ainda a esta hora lá estava a dar cera e a aplicar massa de polir para tirar os riscos, que de tão pequeninos, só ele é que os vê com a sua imensa visão raio-X detectora de mazelas, enquanto me acusava de negligência, apenas por causa da existência de dois ou três risquinhos insignificantes e inconsequentes que teimaram em instalar-se numa das portas.
Bom, mas esta relação, um tanto quanto excêntrica, do meu mais-que-tudo versus carros, fica para outras núpcias. Agora vou deitar-me bem aconchegadinha com ele a ver um filme.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Será que sou de outro planeta!?

Desde que juntámos os nossos trapinhos e especialmente desde o dia em que festejei 30 anos que sou bombardeada persistentemente com a tradicional e obsoleta pergunta do costume. Então, quando é que tens bebes? Olha, que já tens 31! Já está na hora, depois faz-se tarde!
Por diversas razões, nunca levei esta questão muito a sério e espero nunca vir a levar. Mas faz-me espécie que mulheres da minha idade, com mentalidades supostamente mais evoluídas, abertas e arejadas do que há cinquenta ou quarenta anos, façam este tipo de perguntas e que vivam obcecadas com o passar do tempo.
 Mas porque carga de água se torna imperioso a partir dos trinta sermos mães?
Pois é, esta questão da maternidade assim como quase todos os problemas que assombram e ensombram a vida de algumas trintinhas e de praticamente todas as trintonas, ou pelo menos a vida de algumas amigas minhas, têm-me passado ao lado. Quero e gosto de viver a minha vida com ligeireza sem pressões, agendamentos e outras complicações. Gosto de fazer o que me apetece no momento e o que me dá na real gana. Deixo-me ir no embalo doce e brando da vida e aguardo com expectativa e aceitação o caminho que Deus traçar para mim, pois tenho a certeza que é o mais acertado.
Em termos práticos, sou feliz assim como estou. Confesso que me amedronta a enorme responsabilidade que é ter um filho e tudo o que isso acarreta. Não me sinto de todo preparada para ser responsável por uma vida para além da minha! Já para não falar em cocós malcheirosos, papinhas pegajosas, e bolços azedos a impregnar os meus casacos e camisolas e a sujar o meu elegante sofá preto de veludo.
Sinto-me preparada, e isso sim!, para trabalhar, escrever, viajar e especialmente para gozar com intensidade a nossa extraordinária e arrebatadora vida a dois, impregnada de loucuras próprias de uma grande e verdadeira paixão.
Adoro a minha vida tal como ela é e estou segura que quando Ele decidir que chegou a nossa hora de contribuirmos, ou não!, para o crescimento populacional, nos alertará, com o seu toque divino como sempre o fez, até hoje!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Salinha de estar!

Ora vejam lá se gostam! A menina gosta! Gosta, gosta. E muiiiiiitooooo!! Estou tão orgulhosa! Já se está a compor!
PS. Não liguem ao candeeiro de tecto!, ainda não encontrámos um que adorássemos!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Existem dias que mais valiam ser apagados do calendário para não mais serem relembrados! Este é sem dúvida um deles!
Não compreendo!, existem coisas que definitivamente não consigo compreender!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Sarah McLachlan & Pink - Angel

Olhem o que eu descobri!! Adoreiiii! Esta Pink também é das boas! Da Sarah já nem se fala, é pura e simplesmente genial!

Tem que valer a pena!

Não, não sou daquelas que gostam de discutir para depois fazer as pazes! Gosto de paz e não prescindo de uma bela risada e de momentos descontraídos de alegria! Detesto o diz que disse, as intrigas, a discórdia e o conflito. Faz-me espécie a inveja do êxito, do dinheiro e da felicidade alheia. Sinto-me triste com a miséria dos outros, especialmente a mental e a espiritual. Aquela que faz dos mesquinhas e invejosos os ignorantes da sociedade. Aqueles que se satisfazem com a tristeza de outrem, porque também eles são uns infelizes. Sim, sou daquelas que defende a sua própria integridade e a da sua família com unhas e dentes. E não, não sou daquelas que oferece a outra face após levar um coice de um qualquer cavalo com a mania que é o rei e senhor da cavalariça. Não gosto que me espezinhem! Mas também não dou luta, apenas ignoro e desvalorizo todas as criticas que sei não serem detentoras de qualquer réstia de verdade ou fundamento e que sejam apenas maledicência, inveja e rancor acumulados.
O que me magoa verdadeiramente é não ser defendida nem respeitada pelos que amo e por quem tudo dou! São as críticas e a depreciação destes que me ferem até ao mais ínfimo do meu âmago. Gosto de receber em igual proporção tudo aquilo que dou! Amo e defendo veemente os meus, mas desejo e exijo que me defendam e me amem com a mesma impetuosidade. Se assim não for, nada vale a pena!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

"A vida é aquilo que acontece, enquanto planeamos o futuro!"

Li esta em algures e por a achar tão verdadeira, não resisti em divida-la convosco! Mais uma que me vai acompanhar o resto da vida!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Hoje sinto-me assim, não sei como! And when I feel like that, I just want to listen my favorite song of ever. Angel by Sarah Mclachen.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Olá amiguinhos e amiguinhas,

Espero que tenham tido um feliz Natal na companhia dos vossos entes mais queridos. O meu correu lindamente, na companhia dos que mais amo. O Pai Natal, este senhor bochechudo, cuja foto está aqui ao lado, e ao que parece tem um part –timezeco como Striper num bar lá para os lados da Lapónia, não me desiludiu! Ou foi a minha mamy, que como sempre nunca me desilude? Que durante todo o ano e especialmente nesta quadra é a mãe Natal mais generosa de toda a nossa família e de outras famílias também! Hummmm…. talvez a segunda hipótese seja a mais correcta! Aliás é com toda a certeza a única, absolutamente, verdadeira. A minha mamy faz parte daquela estirpe rara, feita de uma massa diferente repleta de generosidade. Daquela que dá infinitamente mais do que aquilo que recebe. Os seus presentes são sempre os que suscitam mais curiosidade e ansiedade de serem abertos. Por corresponderem a um infinito bom gosto e por estarem impregnados de amor e delicadeza reservados exclusivamente ao seu destinatário.
Dela recebi muitos presentinhos lindos, os quais lhe agradeço muiiiitooo, especialmente o amor e companheirismo. Agradeço também ao meu papy, ao meu mais-que-tudo, ao meu mano, à minha amiguinha do coração, à minha tia Júlia e aos pais do meu mais-que-tudo. Gostei de todos os presentes, cada um à sua maneira! Mas acima de tudo agradeço-lhes o amor e a amizade. Para o ano estamos cá de novo!

Com três letrinhas apenas…

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Ahhhhh!!!! Já me esquecia!!!!

Também desejo muito que este senhor gorducho com ar simpático, que está aqui ao lado, com o rabiosque de fora, assim como que a fazer um Strip Tease, e que pela chicha mais parece irmão da D. Lady Balofa e primo da Popota, desça pelas nossas chaminés abaixo, no meu caso é pelo exaustor!, e nos deixe umas caixinhas assim como estas, ao lado da árvore de Natal!
Não sei como é que o tipo vai fazer isso! Mas estou convencida que o fulano é malabarista ou coisa que o valha, como aquele chinês do Ocean’s Eleven ou Twelve, já não me lembro! Mas isso agora não interessa nada! O que é realmente importante é que ele apareça e não venha de mãos a abanar!

FELIZ NATAL para todos!!

Com três letrinhas apenas…



PS: Em todo o caso, já tirei as placas de inox do meu exaustor, para facilitar-lhe a tarefa e para o coitado não ficar com a marca dos buraquinhos naquele rabiosque fofo!

FELIZZZ NATAAAALLLLL!!!


Amiguinhas e Amiguinhos,

Gostaria de não usar as frases clichés do costume, um tudo-nada pirosas, que de tanto pronunciadas e ouvidas já nada nos dizem. Contudo, não posso deixar de vos desejar, especialmente a vocês, amiguinhos e amiguinhas, um FELIZ NATAL, repleto de momentos de alegria, amor e boa vontade. Desejo, veemente, que esta quadra aqueça os nossos corações gélidos e egocêntricos e que nos ensine a viver e a partilhar, mais e melhor.

Com amizade.
Com três letrinhas apenas…

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Ajudem-nos!!

Aqui há dias no programa da Oprah ouvi algo que aceito como uma verdade absoluta. Foi qualquer coisa do género: “A humanidade de um ser humano mede-se pela forma como interage com os animais de espécie diferente.”
Amiguinhos e amiguinhas vamos lá a ser mais humanos e toca a ajudar estas princesas e estes "princesos"!! Basta ir ao link abaixo, e fazer um donativo. Qualquer donativo por mais pequenino que seja, já é uma GRANDE ajuda!
http://www.uniaozoofila.org/index.php?option=com_content&view=article&id=27:contribua-com-as-suas-quotas-e-donativos-em-generos-ou-monetarios&catid=5:como-ajudar&Itemid=16


Não me cheira a Natal!!!


Tenho saudades do Natal! Tenho saudades do VERDADEIRO NATAL! Daquele em que me lambuzava toda com as filhoses que o meu padrinho amassava com orgulho e que me deixavam os cantos da boca cheios de pequenos grãozinhos de açúcar a cada dentada; e, confesso, cheia de azia, também. Ou do cheiro adocicado da calda das fatias douradas, fritas com amor pela minha tia e que faziam as delícias dos miúdos lá do pátio. Tenho saudades de palmilhar as ruas de mão dada com a minha mãe à procura do presente ideal para o pai e para o mano. Tenho saudades da noite da consoada, onde só era permitida a entrada a nós; os quatro mosqueteiros! Tenho saudades das manhãs do dia de Natal em que abríamos os presentes e eu fingia uma admiração excessivamente teatral, (que não enganava nem o menino Jesus deitadinho nas palhinhas debaixo da árvore de Natal, a levar com o bafo da vaca e do burro, (Blhac!!! Coitadinho!), e que me olhava incrédulo com tamanho atrevimento! Desde já aqui vai o meu pedido de desculpas para Ele. - Sorry menino Jesus! Mil perdões!), quando desembrulhava e apreciava, pela milionésima vez, as botas novas ou o salão de cabeleireiro da Barbie onde já faltavam peças de tanto já ter sido mexido e remexido! Enfim, tenho saudades do cheiro a Natal. E acreditem ou não, este ano nem sequer me cheira a Natal! Eu que herdei do meu padrinho, este amor pela quadra e que mesmo após a sua partida sem bilhete de retorno, no inter-céus com destino ao paraíso, o bichinho continuou cá dentro. Mas este ano é completamente diferente! Vou deixar, pela primeira vez, os três mosqueteiros sozinhos na noite da consoada para combater numa outra qualquer batalha que não é verdadeiramente minha! Sei que sentirei a falta do abraço da mãe mosqueteiro, das piadas do pai mosqueteiro e até mesmo do mau humor do mosqueteiro júnior. Mas em compensação será a primeira consoada com o meu mais-que-tudo, e como diz o velho ditado, não há bela sem senão.

PS: Dia 25 tiro a barriga da miséria de miminhos, abracinhos e piadolas! LOLLLLLL

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ora bem, vamos lá a esclarecer um pontinho!

No seguimento dos rumores de uma possível gravidez que me imputaram sem que eu, a suposta grávida, evidenciasse qualquer saliência abdominal de tal feito, venho informar-vos, meus caros amigos e amigas, que não!, não estou grávida. Estou única e exclusivamente medonha e estupidamente cansada. Daí a baixa tensão.
- Ah mas quem anda à chuva molha-se! E tal! Vê lá! Tens mesmo a certeza que não estás grávida? – Comentam.
- Sim, é verdade que quem anda à chuva molha-se. E olhem que eu apanho valentes chuvadas com bastante regularidade. (ao contrário do que diz a Sra. D. Lady Balofa, parente da Popota) E devo dizer que às vezes é com cada temporal!, que nem vos conto! Com direito a raios e coriscos, e tudo e tudo!
Mas também é verdade que quem anda à chuva e quer evitar apanhar uma grande molha usa um bom chapéu-de-chuva. E eu uso! LOLLLLL

quarta-feira, 25 de novembro de 2009



Porque será que sou um alvo tão apetecível de comentários vorazes, invejosos e destrutivos? Porque será que o meu aspecto provoca assim tanta polémica e inveja? Eu, que desde a adolescência nunca me achei nada de especial! Claro que também não sou parva, e tampouco pretendo exibir qualquer tipo de falsa modéstia, pois, tenho a perfeita noção que no conjunto até sou agradável à vista. Mas afinal tenho que mudar a minha opinião e aumentar a minha auto-confiança, porque ao que parece, devo ser uma gaja BOAAAAA comó milho! Ora, se assim não fosse estas fulanas e beltranas invejosas, comó caraças, não me usariam como principal alvo de agressividade gratuita.
Ora vejam lá se esta gaja é ou não é uma invejosa sem qualquer tipo de formação!

- O que é isso que estás a tomar? Estás doente? – Perguntou-me no mais alto da sua presunção, a Sra. D. Lady balofa, parente de 1.º grau da Popota, (só no que no que diz respeito à chicha, porque a Popota é bem mai linda!), exibindo o seu colar de ouro que se vê a 500 metros de distância, qual colecte reflector.
- São umas vitaminas! – Respondi
- Vitaminas?! Para quê? Com umas … dessas, achas que precisas de vitaminas?! – Disse com os decibéis quase no máximo.
- Ando com problemas de tensão baixa! – Respondi acanhada sem saber o que havia de dizer.
- Ah, se tivesses um marido que te … todos os dias, já não tinhas a tensão baixa! – Voltou a aumentar os decibéis animando a coisa com gestos pouco ortodoxos, até para uma Sra. D. Lady balofa.

Como sou uma parva que nunca tenho uma resposta na ponta da língua à altura desta Sras. D. Ladys Balofas invejosas, aqui vai uma bem fresquinha acabadinha de ser pensada.

- Oh Sra. D. Lady balofa, parente de 1.º grau da coitadinha da Popota, que não tem culpa nenhuma, se ter umas … voluptuosas e sensuais que exaltam à vista de qualquer um é sinónimo de saúde então eu esbanjo. Mas se ter umas … grandes e descaídas, rodeadas de pneus e gordura são sinónimo de saúde e longevidade então devo informá-la, Sra. D. Lady Balofa, que a senhora vai viver, no mínimo, até aos 500 anos como as tartarugas. Só que com uma diferença, a sua carapaça ao sol derrete!
Já no que diz respeito à tensão baixa, a sua deve ser baixíssima, pois segundo a sua explicação isso depende do número de … que se dá. E só cá para nós sem que ninguém nos oiça, e defendendo uma velha máxima que me acompanha há algum tempo, quem muito fala sobre determinado assunto é porque sente falta disso! Percebeu a ideia?! Ou quer que eu explique melhor? Ok, eu explico então! Ou seja, quem fala muito em dinheiro é porque tem pouco dinheiro, quem fala muito em sexo é porque pratica pouco sexo! Tchanannnn!! Por esta a senhora não esperava! Descobrir-lhe a careca! LOLLLLLL