Como sempre este senhor nunca me desaponta. Mais um livro do Nicholas Sparks que adorei e o qual recomendo vivamente. (Quem souber falar Inglês deve optar pela versão original já que a tradução está cheia de erros.) A história deste livro deixou-me de K.O.! Fez-me reviver momentos passados difíceis que assombraram o bem-estar e tranquilidade da minha família, os quais espero não mais vivenciar. Não sei se teria forças para tal! Mas especialmente fez-me recordar aquilo em que mais acredito e preservo. Na família.
terça-feira, 4 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Este fim-de-semana...
... transformámo-nos numas verdadeiras fadas do lar. (mais eu do que ele!)
Como se o amanhã não existisse atirámo-nos, de unhas e dentes, à limpeza e arrumação da nossa linda casinha. (Que bem andava a precisar! Desde que viemos de férias que aquele chão não via o aspirador.) Foi um lavar de roupa suja, na verdadeira ascensão da palavra! Biquínis, calções de banho, tops, túnicas, t-shirts entre outras peças veraneantes, já se encontram prontinhos à espera de nova viagem, desta feita pelas Maldivas, espero eu! A areia que rangia debaixo dos nossos pés já foi toda sugada pelo Hoover (que rica invenção!) e está tudo num brinquinho. Já me sentia depressiva com tamanha desorganização! Não sei se já vos tinha dito, mas sou maluca por limpezas e arrumações. Detesto a imundice e não compreendo como é que existe alguém capaz de viver no meio da trampa.
PS. Realmente aquele Cif creme opera milagres na área das limpezas! Quem me dera poder utilizá-lo nas línguas sujas e mentes conspurcadas de algumas pessoas!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Coisas de gajo!
Ele: Gostava de comprar uma bicicleta peça por peça.
Eu: O quê???!!!!
Ele: Todos os meses comprava um novo acessório e depois montava aqui em casa.
Eu: E isso é possível?
Ele: Sim! Nunca viste aquele programa em que os tipos fabricam motas consoante o pedido de cada cliente?!
Eu: Hum, hum!
Ele: Então, era a mesma coisa! Ficava com uma bicicleta personalizada. Única.
Eu: Ahhhh. Estou a ver.
Agora aqui para nós. Isto é ou não é coisa de gajo? Hum? Quem era a menina, senhora ou donzela que se lembraria de comprar peças soltas para no fim juntar tudo e montar uma bicicleta? Hã? E mais! Correr o risco de isso nunca acontecer em razão de ao invés sair uma bicicleta sair um triciclo ou um qualquer outro objecto!
Para não falar do facto de querer fazer da NOSSA CASA uma oficina, suja de óleo com cheiro a borracha. Tenham dó, tirei-me deste filme!
Então não é muito mais prático ir ao El Corte Inglês ou à Decatlhon e comprar a dita já toda montadinha. A única coisa a montar-se era ele em cima dela!!
Se deseja entreter-se a montar alguma coisa porque não compra um Lego ou um puzzle que estes sim, foram feitos para serem montados sem causarem qualquer tipo de transtorno. Ou melhor ainda, se quer dar uma de Bricoleur, porque não aproveita o embalo e pendura a bendita moldura que anda a arrastar-se lá por casa há mais de quatro meses à espera de ser colocada! Mas isto é só o que eu penso!
Homem = Ser de ideias esquisitas por vezes incompreensíveis aos olhos de um indivíduo do sexo feminino.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Fotos Jamaica
Paisagem da montanha
Casa onde viveu a mãe do Bob Marley e que depois da sua morte a transformaram numa escola.
Portão da entrada da casa do Bob Marley
Capitão Crazy (completamente alucinado!)
Chuva grossa e pesada que quase nos perfurava o crânio!
Disco do Bob Marley
Pequena plantação de Marijuana!
Cozinha do Bob Marley
Almofada do Bob Marley, onde este se inspirava para compor.
Cascatas
Moms Restaurant yackkkk!!
Praia do Hotel
Praia em Negril (Passeio de barco)
Repasto em Negril!!
"Orangotango" pendurado na árvore para se atirar ao mar! (No Rick's Café)
Buraco onde quem quisesse se atirava.
Pôr-do-sol no Ricky's Café
Espectáculo ao entardecer.
Sem comentários!
Um grande aquário!
Passatempo All Included!
Olha coisa mailinda!!
Lindooooo!!!!!
Bichesa!! ME-DO!!!!
Paisagem do quarto logo pelas 6:00 AM!
Marijuana que a nossa nova amiga V apanhou em casa do Bob Marley.
Brota da terra sem ser plantada!!
Viagem à Jamaica
Ora bem, aqui estou eu para vos contar tudo acerca das minhas férias na terra do tio Bob.
Confesso não ter ficado impressionada com aquela minúscula ilha perdida algures no mar das Caraíbas entre Cuba e a Hispaniola. Este lugarejo gerou em mim um sentimento que se divide entre um misto de amor versus decepção. Como diriam Claudine e Andrée, os franceses com quem tive o prazer de travar amizade e a quem servi de intérprete na excursão a Negril, já que a Cubana que nos servia de guia, (a qual baptizamos de Fidela e até hoje estou para saber qual o seu verdadeiro nome!), não falava uma única palavra da língua de Carlos Magno: j'ai été un peu désillusionnée.
Cádê as praias paradisíacas que as operadoras turísticas anunciam nos catálogos de vendas? Hmmm? Cádê aquele areal de areia prateada e fina salpicado de coqueiros vergados pelo peso das folhas que batem na água? Era a questão que se punha constantemente sem que ninguém nos conseguisse responder até conhecermos a guia Fidela, que no apogeu da sua arrogância nos informou que, “NO HAY! ”
Existe um mar lindo e cálido de mil e uma cores indecifráveis impregnado de corais e peixes multicolores que vêm comer nas nossas mãos e que visto através da máscara de snorkeling mais parece um enorme aquário do qual também nós fazemos parte integrante, sendo eu a sereia. (Alguém tem de ser a baleia!) Mas areia fina e prateada só numa das ilhas das redondezas. E para lá chegar, só a nado! Para além das praiazitas artificiais de gravilha e terra construídas pelas cadeias hoteleiras com o intuito de servir os seus hóspedes, o mais parecido com praia que encontrámos foi em Negril, e mesmo assim deixou um pouco a desejar. Mais parecia a Costa da Caparica. Mas sem brasileiros e sem bolas de berlim!
Assim sendo, tivemos de nos render às evidências e contentarmo-nos com aquilo que esta pequena ilha tinha para nos oferecer. Se não existem as praias paradisíacas que sonhámos encontrar, o que é que existe então? Hmmm? Montanhas e cascatas! Então “bora” lá ver essas montanhas e essas cascatas! Alugámos, os serviços turísticos do Martin, um simpático taxista, e dividimos o seu pequeno furgão com mais quatro conterrâneos com quem inesperadamente travávamos amizade logo no voo. Metemo-nos pela montanha acima onde pudemos vislumbrar paisagens de cortar a respiração até chegarmos a Nine Mile onde visitámos o Mausoléu do Bob Marley e onde me estreie com uma valente broca. É verdade, foi preciso ter trinta e um anos, viajar até à Jamaica para ir contra tudo aquilo que sempre institui como correcto desde miúda! Confesso que não senti rigorosamente nada. Quando digo nada é mesmo NA-DA. Não tive nenhum ataque de riso nem tão-pouco me senti ultra extasiada como os meus colegas de liceu demonstravam sentirem-se. Não sei se deveu ao facto de dividirmos um charro por sete (nem queria acreditar que o sacana do taxista estava a fumar erva para depois ir conduzir montanha abaixo!), ou se o tipo que nos vendeu aquele cigarro grosso de cheiro esquisito era apenas um impostor. However, o importante agora é destruir todas as fotos incriminatórias que possam pôr em causa a nossa autoridade parental, caso contrário já estou a ver os putos: “Oh mãe, o que é que tu e o pai estavam a fumar quando tiraram esta foto? Agora é a nossa vez de vos pôr de castigo!”
Seguindo caminho fomos parar às cascatas Dunn’s River Falls onde submersos por aquela água gelada tivemos de trepar pedregulho por pedregulho até chegarmos ao topo. Para repormos energias o Martin levou-nos a um tasco chamado Moms Restaurant, a fim de provarmos as iguarias Jamaicanas todas elas servidas em pratinhos e tigelas de plástico reutilizáveis. Yackkk NO-JO! Pior que isso só no restaurante em Negril onde nos levou a Fidela.
Em Ocho Rios visitámos o mercado de artesanato onde comprámos uns souvenirs vendidos por um povo grogue de olhos esbulhados e mortiços quais gorazes asfixiados e de mentes turvas e anestesiadas de tanta droga. Devo dizer que nunca me aconteceu comprar souvenirs tão caros. E ainda por cima quase todos eles made in China!
O resto dos dias passaram-se pacatamente entre banhos demorados, sessões fotográficas, e beijos, muitos beijos com alguns Murritos e Pina Coladas à mistura. Esta calmaria só foi interrompida pelo medíocre e excessivamente caro, passeio a Negril onde acabámos a tarde no Ricky’s Café a assistir a um pôr-do-sol tímido e ao exibicionismo de uns nativos corpulentos, (o que de mais parecido existe com orangotangos), que pendurados nos galhos das árvores se atiravam ao mar depois de uma dúzia de acrobacias e saltos mortais.
Desta nossa segunda lua-de-mel ficaram as saudades do dolce fare niente, do sabor doce dos seus beijos e abraços, dos banhos mornos ao luar, dos corais e das cores indecifráveis de seres nunca antes vistos mergulhados no azul cristalino da água morna do mar Caribenho, da selva que abafa as montanhas, das gotas de chuva grossas e pesadas que quase nos perfuravam o crânio mas que nos refrescavam a alma, das novas amizades e dos suculentos crepes do pequeno-almoço.
PS. Só por estar contigo valeu a pena!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Só vou ali e já volto!
Não que me apeteça muito, depois do pesadelo que vivi na semana passada! Apetecia-me ficar por cá coladinha ao meu papy a fazer de pára-choques, aliás neste caso, de pára-maleitas. Mas visto esta situação já estar sob controlo e tudo não ter passado de um grandessíssimo pesadelo, não ir significava para o meu mais-que-tudo o mesmo que tirar o doce da boca de uma criança. O que é que ele faria ao equipamento de mergulho que já comprou! Ohhh my goodness!
Olha, aproveitamos e gozamos a nossa segunda lua-de-mel.
Até já.
PS. Tenho tanta pena de não irmos os quatro conforme tínhamos planeado!
Dizem que família não se escolhe...
... só os amigos podemos escolher. Obviamente não fui excepção e também não escolhi a minha. Porém tenho a certeza que se tivesse tido essa oportunidade não teria acertado tão bem. Deus deu-me a família que tenho, e deixem que vos diga, não podia ter feito melhor escolha!
Adoro as minhas amigas, sinto muita estima e um carinho especial pela minha tia J, assim como pelo meu querido padrinho; gosto das minhas primas, das minhas tias e da família do meu mais-que-tudo; aprecio os meus colegas de trabalho e os da natação também; simpatizo com os conhecidos e até com os desconhecidos. Mas em boa verdade nada se compara com aquilo que sinto pela MINHA família, composta por cinco seres encantadores de personalidades distintas e arrebatadoras.
Aqueles por quem sinto um amor incondicional que me alimenta a alma e que me aquece o coração. Aqueles por quem acordo todas as manhãs e por quem rezo todas as noites. Aqueles com quem zaragateio, se for caso disso, e por quem zaragateio sem condescendência ou complacência, sempre que necessário. Aqueles que protejo e que me protegem. Aqueles que amparo e me amparam em cada momento difícil da minha, das suas e das nossas vidas. Aqueles com quem partilhei, partilho e partilharei os melhores e os piores momentos das nossas vidas. Aqueles até cujos defeitos eu aprecio. Amo cada um deles com a mesma intensidade e determinação.
Adoro-vos!
Ps. Já estou com saudades vossas e ainda nem parti!
A semana que passou foi uma das mais penosas nos últimos quatro anos. Trouxe-me recordações difíceis, que luto diariamente para esquecer, e de repente zásss descamba tudo de novo. O meu coração ficou mais pequenino do que a cabeça de um alfinete e ainda dói que se farta; um nó apoderou-se da minha garganta e não existe côdea de pão que o faça descer; desejei que o sol não nascesse e que tudo não passasse de um pesadelo. Mas graças a Ele tudo não passou de um alarme falso. Quando uma das pessoas que mais amamos e idolatramos já adoeceu, por duas vezes, com previsões negras relativamente à sua sobrevivência vivemos em permanente desassossego e tudo o resto é pinets. Quando acontece a primeira vez agradecemos a Deus pela cura e pelo aviso, quando acontece a segunda achamos que é milagre, mas f@d*-se a terceira também já era demais! Apetece-nos dizer, JÁ PERCEBEMOS CARAMBA!!
Porém, por entre tanta aflição e angústia lá tive paciência para ver um dos meus programas favoritos, o Oprah Winfrey Show. E ainda bem que o vi. Porque fez-me perceber e acreditar, uma vez mais, em como é admirável e encantador este milagre que é viver. Fiquei impressionada com a coragem daquelas duas senhoras adoráveis, firmes e irredutíveis no seu amor. E deixem que vos diga que a Ellen não é nada parva!! A Portia de Rossi é uma mulher linda. Afinal aquele boato de que as lésbicas são todas masculinizadas não se verifica!
quinta-feira, 1 de abril de 2010
É comum confundir-se determinação com arrogância...
... a existência de uma mentalidade tacanha e indecisa que abrange grande parte dos habitantes deste planeta não tolera personalidades decididas, determinadas e motivadas. Aquelas que não esperam pelo amanhã e fazem frente às adversidades de hoje sem hesitações ou contemplações. Que ultrapassam barreiras e atingem objectivos. Que não se deixam levar em balelas intrujonas e nunca baixam os braços. Que lutam e lutam. E voltam a lutar. Que não desistem ao primeiro obstáculo que se lhes avizinha e lutam, outra e mais outra vez.
Arrogância é outra coisa. É insolência, é subestimar e desrespeitar o próximo, é ser-se mal-educado e achar-se o supra-sumo da genialidade. Tenho para mim que ser arrogante é como ter a mais alta patente da idiotice e da fanfarronice.
Eu gosto de pessoas determinadas, persistentes e firmes. Impermeáveis a fatalismos, cretinices e vacilações porém permeáveis à sensatez e ao optimismo. Pena sermos alvo constante de comentários vorazes e depreciativos dos entediantes submissos e falsos humildes que nos acusam de arrogância e petulância quando, apenas, fazemos valer a nossa opinião e determinação.
quinta-feira, 25 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
Hoje acordei com a neura! Vai-se lá perceber porquê!
Adoro bebes! Acho esses seres de palmo e meio, em exequo com os cachorrinhos (pois está claro!), as criaturinhas mais queridas, fofas e encantadoras do planeta. Mas o meu mais novo vizinho já calava aquela goelinha bem afinadinha. Irra que o puto dava para cantar ópera! Às 4 da manhã foi um banzé dos diabos.
Imaginem porquê que acordei com a neura!
segunda-feira, 22 de março de 2010
Sempre fui apologista da qualidade em detrimento da quantidade...
... prefiro um suculento e pequenino bifinho do lombo, a uma monstruosa e rija costeleta de novilho. Prefiro um delicado frasco de uma inebriante fragrância de haute couture, a um frascalhão de 100 ml de um perfume de uma dessas marcas rascas de venda ao domicílio. Prefiro um único e bom par de sapatos da Furla (já que as minhas posses não me permitem uns Louboutin ou uns Prada!), a um sem número de xanatas rascas da Seaside ou da Bata. Prefiro uma queca bem dada, a várias com o sabor amargo da obrigação e da submissão.
Sou assim para tudo na vida e com as minhas amizades não sou diferente. Talvez seja esse o motivo pelo qual não tenho um vasto leque de amiguinhas falsas e dissimuladas. As poucas que tenho, e cujos dedos de uma das minhas mãos chegam para contar, são das boas! Ao longo dos anos passei a ser muito mais exigente no que toca à qualidade e à veracidade daqueles que me rodeiam. Prefiro a autenticidade de uma única amizade à falsidade dos sorrisos fáceis e das palmadinhas nas costas desse cabredo ressabiado e invejoso que abunda em cada esquina e que, de quando em vez. tenho que expulsar da minha vida.
A vocês, fiéis e adoráveis amigas (vocês sabem quem são!), desejo-vos toda a felicidade possível e a impossível também.
Ps. Parabéns à minha amiga P. Uma salva de palmas para ela! Clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap, clap…, e um chi-coração dos grandes.
Estou cheia de remorsos por me ter esquecido do dia do teu aniversário!! Sooorryyyy!!
quarta-feira, 17 de março de 2010
Não somos todos iguais!
É um facto! E ainda bem que não somos! Não gostamos todos do mesmo. Pois que não gostamos! Não somos todos da mesma raça. Pois não, e seria exaustivamente entediante viver entre mais de 11 milhões de caucasianos de cabeças e olhos castanhos! Não gostamos todos de carne. Pois não. Alguns preferem peixe e outros, apenas, vegetais. E não vivemos tão bem assim? Sim vivemos!
Tenho para mim que o livre arbítrio é de entre todos os cânones pelos quais uma democracia se rege, o mais importante e essencial para a sua sobrevivência. Quem gostaria de ver restrito o poder de gerir a sua própria vida como bem entender? Quem gostaria de viver sob o domínio de um tirano onde imperasse a segregação racial ou religiosa? Eu não me imagino a viver durante o Apartheid ou sob o domínio voraz e devastador das ideologias racistas e anti-semitas de um qualquer Führer tarado e desequilibrado.
Por ter em conta todo o historial sangrento, inquisidor e segregador, em que vivemos durante várias épocas da nossa existência é que não compreendo e não tolero mentalidades racistas, xenófobas e homofóbicas, que não tenham aprendido rigorosamente nada ao longo da história e que continuem a cometer os mesmos erros.
Fico bastante decepcionada com os comentários escarninhos e sarcásticos dos falsos moralistas que se escondem atrás da religião e recorrem à violência para fazer valer as suas opiniões homofóbicas e racistas. Tudo em nome da moral e dos bons costumes, dizem eles! Depois em casa é o ver se te avias. Vociferam uma dezena de insultos entre si e aviam umas quantas bofetadas nos pequenos que são mal-educados, porque copiaram o comportamento grotesco dos progenitores. Aqui impera a velha máxima incongruente e desonesta, do faz o eu que eu digo não faças o que eu faço.
Pois eu acho admiráveis e encantadoras estas diferenças de raças, de religiões e de orientações sexuais. Ao fim ao cabo o que prevalece é o amor. Não me interessa se entre raças diferentes ou pessoas do mesmo sexo. O que interessa isso? Quão importante isso é? Cada um come o que quer e quando quer! E se formos felizes assim, tanto faz!
segunda-feira, 15 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Recebi este prémio do "Me deixa Gozar...", façam o favor de ir visitar o cantinho deste super bloguista aqui.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Já chega!!
Pelo amor da Santa! Sou só eu que já não posso com esta chuva ou a opinião é unânime?! Sinto-me como se vivesse dentro de um aquário! E olhem que se existe alguém que gosta do Inverno essa pessoa sou eu! Sim, tenho a perfeita noção que devo ser o único Ser deste planeta, e que provavelmente me estarão a chamar de louca e que todos preferem a Primavera e que no Verão os dias são maiores e as noites mais quentes e bla, bla, bla; mas eu aprecio estes dias de chuva em que fico enroscadinha no sofá com o meu mais-que-tudo a dormitar enquanto assistimos à Sessão da Tarde. E digo-vos mais, adorava viver num país onde nevasse a potes. Ah pois que gostava! Mas já não gosto! Mudei de ideias! Preciso de uns diazinhos de sol para acabar com este pestilento cheiro a mofo, que me persegue. É que preciso mesmo!
sexta-feira, 5 de março de 2010
Com Muito Prazer
Este é o blog da Margarida o qual sigo religiosamente todas as semanas. Habitualmente, às sextas-feiras, ela brinda-nos generosamente com mais um post impregnado de humor e honestidade e de ideais feministas e românticos, que nos divertem e nos alimentam o espírito de boa disposição! Comme il faut!
"O dia em que te esqueci."
Nem sempre é fácil falar de amor. Mais difícil ainda é escrever sobre este sentimento tantas vezes difícil de gerir sem cair em lamechices piegas ou em clichés pirosos e antiquados. Por esse motivo adorei o mais recente livro da Margarida Rebelo Pinto, “O dia em que te esqueci.” Aliás como adorei todos os outros! A Margarida é desde sempre uma das minhas escritoras favoritas. Não me interessa a opinião dos que nada produzem e tudo reprovam, adoro a sua escrita acutilante e subtil. Adoro, adoro, adoro!
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Este sábado de manhã...
... enquanto esperava pela minha vez para ser atendida na loja do cidadão, o que levou pelo menos 2 horas, mais coisa menos coisa, dei por mim a pensar em como o ser humano é estranho. Ora vejam lá se não tenho razão! Nós, mulheres passamos a vida a arrancar tudo o que é pêlo, cabelo, penugem e felpa inestética e que nos assemelhe com o homem de Neandertal. Certo? Quer dizer algumas mulheres até são bastante dadas à pelonga como, infelizmente para a minha sensibilidade estética, posso constatar duas vezes por semana nos balneários da piscina que frequento. Elas são pêlo por tudo o que é sitio! Querem lá saber! E até afirmam que os devidos cônjuges adoram aquele pelinho fofinho e quentinho a brotar das virilhas, axilas, canelas e coxas. Vai-se lá compreender! Mas gostos não se discutem e cada um come o que quer, com pêlo ou sem pêlo!
Bom, continuando com a minha reflexão, penso que a grande maioria das mulheres, com as devidas excepções, abomina qualquer tipo de pelugem. Aliás muitas delas sonham com o dia em que os seus pares românticos se predispõem a visitar a Clínica do Pêlo para uma depilação definitiva aos peitorais, bicípites, glúteos e afins. Eu cá não vou tão longe. Desde que não sejam aqueles pêlos farfalhudos de meio metro de comprido e 50 milímetros de espessura a sair do colarinho da camisa como o meu amigo M tem, confesso que até acho que um pelinho ou outro numa parte esteticamente correcta dá um certo charme a qualquer homem. (Mas NUNCA, MESMO NUNCA, numa mulher!)
Mas o que não consigo compreender nestas mulheres que arrancam veemente os seus próprios pêlos, cabelos e afins com tudo o que é pinça, cera e Braun ‘s depiladoras é porque se vestem elas com modelitos démodé, para lá do Woodstock Festival, a transbordar daquilo que mais abominam ver no seu próprio corpo, PÊLO?! É vê-las a desfilar todas aperaltadas enfiadas dentro de leggings felpudas, com coletes e casacos pirosos onde saltitam todos os tipos de pêlos sintéticos coloridos. E como se não bastasse completam a indumentária com umas botinhas de cano alto adornadas de uma gola e atacadores em… adivinhem! Pois está claro! Em PÊLO! Um must!! Coisa mai linda!
Tiram de um lado e metem no outro! Alguém tem uma explicação lógica para esta tão evidente contrariedade?
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Se há coisa que detesto ver...
... seja numa mulher ou num homem, são sapatos sujos, com as capas gastas e sem qualquer réstia de pomada engraxadora. Faz-me impressão. E muita! Acho que dá um ar de desmazelo e incúria.
Para mim o calçado funciona como que um cartão de apresentação dos donos de um dos meus objectos pessoais favoritos. De que vale um fato Armani, uma gravata Hermes se os sapatos Hugo Boss estão todos borrados de lama e baços por não verem graxa desde o dia em saíram da loja!?
Talvez seja futilidade ou mania da minha parte, mas um bom ou mau par de sapatos limpos, estimados e devidamente engraxados valem por mil palavras em questões de aparência e imagem.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Vivam e deixem viver!!!
É só impressão minha ou existem, mesmo, pessoas que quando abrem p*t@ da boca é só para destilar todo o seu veneno rancoroso quais cobras-cascavel. Criticam tudo e todos, metem-se na vida de todos, invejam a felicidade alheia e até aquilo que os outros não têm. Não precisam de um motivo para serem deselegantes ou até mesmo, mal-educados, pois eles são o motivo. Não conseguem rir-se deles próprios pois nem a eles se acham graça. Vivem de mal com a vida e revoltados com os êxitos e bondade alheia, pois nunca sentiram o verdadeiro sentimento de gratidão e de amor genuíno.
Ohh Valha-nos Deus de gente assim, invejosa, rancorosa, conflituosa…
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Apesar de não perceber peva de futebol, eu juro que era do Sporting! Juro mesmo! E olhem que não estou a fazer figas! Mas de tanto ouvir disparates absurdos e desculpas vexatórias acerca das cabazadas que estes meninos têm levado, que já não posso ouvir sequer a palavra ALVALADE, quanto mais a palavra Sporting!
Ainda não percebi se os sportinguistas são do Sporting porque gostam do clube ou se são do Sporting porque detestam o Benfica. Não sei o que preferem: ganhar o campeonato ou ver o Benfica a perde-lo! Tenho para mim que é a 2.ª hipótese!
Olhem sabem o que mais?! Viva o Braga! Viiiiivaaaaaa!!!
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Novas escravas
Faz-me confusão as mulheres que não têm, ou pelo menos não expressão a sua opinião acutilante e frontal sobre qualquer assunto, seja ele qual for. Que acatam as decisões tomadas pelos maridos, namorados e outros que tais, sem contestações, contradições ou oposições.
Faz-me confusão a constante e incansável disponibilidade feminina sensaborona sempre pronta a executar mais uma tarefa, a ceder mais uma, e mais outra e mais outras tantas vezes. Faz-me confusão que mulheres da minha geração, inteligentes, divertidas, incisivas e determinadas, admitam que lhes dêem ordens e lhes imponham autoridade sob o seu próprio domínio.
Faz-me confusão que mulheres financeiramente independentes e profissionalmente determinadas se escravizem pelo amor de alguém que provavelmente não as ama!
Faz-me confusão que esta geração de mulheres autónomas e independentes não se valorize e se sinta coagida pelos dois dígitos que compõem a sua idade ao ponto de implorarem por um amor falsificado e intrujão.
Conheço alguns casos destas novas escravas sensaboronas e fastidiosas com um toque de odaliscas sempre prontas a satisfazer os desejos e vontades do seu amo e senhor e tenho para mim que quando acordarem deste estado de entorpecimento se revoltarão contra estes lordes opressivos, chantagistas e oportunista.
Já as estou a ver de mala às costas, à porta da rua, com o indicador a apontar para os opressores enquanto vociferam o grito do Ipiranga tal e qual o nosso D. Pedro um dia também vociferou. -"INDEPENDÊNCIA OU MORTE, SEU VERME!"
Nota: A parte do verme é da minha autoria.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
Estou estafada!
Hoje foi dia de limpeza geral ao meu boguinhas. Coitadinho estava tão sujinho que já nem se reconhecia! Tinha tanto pó e tanta lama (devido às obras que estão a fazer perto da minha casa) que mais parecia um camião transportador de brita. Mas depois da coça que levou ficou num brinquinho. Brilhante, brilhante! Levei quase duas horas a lava-lo e fiquei com as mãos como as de um mecânico bate-chapas, é bem certo, mas valeu tanto a pena! Já me fazia confusão! Logo eu que gosto de tudo muito limpinho desprovido de sujidades e porcarias!
Ahhhh e mais!, limpei-o sozinha. E esta hem! Por esta é que vocês não esperavam! Uma lady como eu, a lavar carros!? Sim, sim, limpei-o todinho, por dentro e por fora sem a ajuda de qualquer cavalheiro!
- E o teu mais-que-tudo não te ajudou? – Perguntam vocês.
- NÃÃÃÃOOOOOOO!! Eu não deixei!! – Respondo eu, contentinha da vida. – Se não, de tão picuinhas que é, com os carros, ainda a esta hora lá estava a dar cera e a aplicar massa de polir para tirar os riscos, que de tão pequeninos, só ele é que os vê com a sua imensa visão raio-X detectora de mazelas, enquanto me acusava de negligência, apenas por causa da existência de dois ou três risquinhos insignificantes e inconsequentes que teimaram em instalar-se numa das portas.
Bom, mas esta relação, um tanto quanto excêntrica, do meu mais-que-tudo versus carros, fica para outras núpcias. Agora vou deitar-me bem aconchegadinha com ele a ver um filme.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Será que sou de outro planeta!?
Desde que juntámos os nossos trapinhos e especialmente desde o dia em que festejei 30 anos que sou bombardeada persistentemente com a tradicional e obsoleta pergunta do costume. Então, quando é que tens bebes? Olha, que já tens 31! Já está na hora, depois faz-se tarde!
Por diversas razões, nunca levei esta questão muito a sério e espero nunca vir a levar. Mas faz-me espécie que mulheres da minha idade, com mentalidades supostamente mais evoluídas, abertas e arejadas do que há cinquenta ou quarenta anos, façam este tipo de perguntas e que vivam obcecadas com o passar do tempo.
Mas porque carga de água se torna imperioso a partir dos trinta sermos mães?
Mas porque carga de água se torna imperioso a partir dos trinta sermos mães?
Pois é, esta questão da maternidade assim como quase todos os problemas que assombram e ensombram a vida de algumas trintinhas e de praticamente todas as trintonas, ou pelo menos a vida de algumas amigas minhas, têm-me passado ao lado. Quero e gosto de viver a minha vida com ligeireza sem pressões, agendamentos e outras complicações. Gosto de fazer o que me apetece no momento e o que me dá na real gana. Deixo-me ir no embalo doce e brando da vida e aguardo com expectativa e aceitação o caminho que Deus traçar para mim, pois tenho a certeza que é o mais acertado.
Em termos práticos, sou feliz assim como estou. Confesso que me amedronta a enorme responsabilidade que é ter um filho e tudo o que isso acarreta. Não me sinto de todo preparada para ser responsável por uma vida para além da minha! Já para não falar em cocós malcheirosos, papinhas pegajosas, e bolços azedos a impregnar os meus casacos e camisolas e a sujar o meu elegante sofá preto de veludo.
Sinto-me preparada, e isso sim!, para trabalhar, escrever, viajar e especialmente para gozar com intensidade a nossa extraordinária e arrebatadora vida a dois, impregnada de loucuras próprias de uma grande e verdadeira paixão.
Adoro a minha vida tal como ela é e estou segura que quando Ele decidir que chegou a nossa hora de contribuirmos, ou não!, para o crescimento populacional, nos alertará, com o seu toque divino como sempre o fez, até hoje!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Salinha de estar!
Ora vejam lá se gostam! A menina gosta! Gosta, gosta. E muiiiiiitooooo!! Estou tão orgulhosa! Já se está a compor!
PS. Não liguem ao candeeiro de tecto!, ainda não encontrámos um que adorássemos!
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Sarah McLachlan & Pink - Angel
Olhem o que eu descobri!! Adoreiiii! Esta Pink também é das boas! Da Sarah já nem se fala, é pura e simplesmente genial!
Tem que valer a pena!
Não, não sou daquelas que gostam de discutir para depois fazer as pazes! Gosto de paz e não prescindo de uma bela risada e de momentos descontraídos de alegria! Detesto o diz que disse, as intrigas, a discórdia e o conflito. Faz-me espécie a inveja do êxito, do dinheiro e da felicidade alheia. Sinto-me triste com a miséria dos outros, especialmente a mental e a espiritual. Aquela que faz dos mesquinhas e invejosos os ignorantes da sociedade. Aqueles que se satisfazem com a tristeza de outrem, porque também eles são uns infelizes. Sim, sou daquelas que defende a sua própria integridade e a da sua família com unhas e dentes. E não, não sou daquelas que oferece a outra face após levar um coice de um qualquer cavalo com a mania que é o rei e senhor da cavalariça. Não gosto que me espezinhem! Mas também não dou luta, apenas ignoro e desvalorizo todas as criticas que sei não serem detentoras de qualquer réstia de verdade ou fundamento e que sejam apenas maledicência, inveja e rancor acumulados.
O que me magoa verdadeiramente é não ser defendida nem respeitada pelos que amo e por quem tudo dou! São as críticas e a depreciação destes que me ferem até ao mais ínfimo do meu âmago. Gosto de receber em igual proporção tudo aquilo que dou! Amo e defendo veemente os meus, mas desejo e exijo que me defendam e me amem com a mesma impetuosidade. Se assim não for, nada vale a pena!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
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