terça-feira, 28 de maio de 2013
Cenouras e cougettes #$%
Tantas
ideias, tantos temas na mente e não me saem as palavras! Acho que estou xexé.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
O que é nosso, para nós está guardado!
Encontrei o bem-dito vestido da Máximo Dutti pelo qual me apaixonei perdidamente!
Mais uma prova de tudo o que acredito. A lei da atracção e da gratidão antecipada funciona mesmo!
Mais uma prova de tudo o que acredito. A lei da atracção e da gratidão antecipada funciona mesmo!
Sr. Di, o bolacheiro.
O meu Di portou-se muito mal na escola! Deu uma bolachada na cara da professora quando esta o
obrigou a sentar-se na cadeira. Que vergonhaaaaaa!
Fui deixá-lo à escola e alguns meninos já estavam dentro da
carrinha para irem para o parque. Eu acho que o meu Di pensava que eu também ia
no passeio e quando a professora o arrancou dos meus braços e ele percebeu que
eu não ia, começou num berreiro desgraçado, pejado de lágrimas grandes e gordas,
que me partiu o coração em mil bocadinhos. Não sabia se havia de agarrar no meu
rapaz pequeno e levá-lo eu própria ao parque, se desistia do parque e íamos os
dois embora, se havia de me ir embora sozinha. Pensei que traze-lo comigo,
talvez não fosse a melhor solução, o rapaz é sabido e já estava a prever as
chantagens que me faria, sempre que o fosse deixar na escola durante o próximo
mês. (sim ele não esquece com facilidade.) Assim sendo, optei pela terceira
escolha e foi quando ele me viu a ir embora que pespegou uma enorme estalada na
cara da professora.
Espero que tenha sido uma estalada unilateral, rezo para que
não tenha havido retaliação. E sinceramente, acho que não houve, a Sofia é
muito humana e compreende melhor que ninguém estes seres pequeninos que, de
quando em vez, nos tiram do sério.
A professora fez-me queixa dele quando o fui buscar e
notei-o muito sentido e envergonhado com o disparate que fez, mas não se
esquivou de um enorme raspanete da minha parte, pois está claro.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Courgettes e cenouras...
... estou mesmo desanimada, encontrei um
vestido lindo na Maximo Dutti que ficaria a matar com as minhas sandálias, mas azar
do caneco, o vestido está esgotadíssimo, não existe o meu tamanho em parte
nenhuma do país. Esgotado, esgotadíssimo, esgotadérrimo, e o baptizado, que eu
nem sequer sonhava que iria haver (muito agradeço ao pai da cria que só nos
avisou na semana passada), é já daqui a 15 dias. Hã, hã, espera lá que já me
vou chatear mais com isto, vou mas é ganhar juízo na cabeça e levar a velharia démodé
que tenho lá por casa. Se quisessem convidados aperaltados tivessem avisado mais
cedo! Essa é que é essa!Hã
terça-feira, 21 de maio de 2013
As patifarias do meu Di.
Bemmmmm, nem quero imaginar se estivéssemos sozinhos em
casa! Ontem o meu Di, que tem a mania de fechar tudo quanto é porta, (agora até
tem a mania de se fechar no quarto, qual rapaz adolescente), fechou a porta da
casa de banho à chave (pelo lado de fora), comigo lá dentro! Se o pai não
estivesse em casa eu queria ver como seria. Eu trancada dentro da casa de banho
sem ter como abrir o raio da porta e sem ter uma forma de entrar em contacto
com alguém para nos ajudar. Havia de ser bonito, havia! Já foram retiradas
todas as chaves das portas de lá de casa e escondidas no ponto mais alto que
encontrei.
O meu Di não me dá descanso, ainda assim, não o dou, não o
troco, não o empresto. ♥
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Lá foi o olho pró caneco.
O meu rapaz pequeno ontem deu-me cabo de um olho. Atirou um
pente que me acertou em cheio no olho direito que ficou imediatamente inchado. Literalmente,
pôs-me a ver estrelas. Parecia que tinha levado um soco de um qualquer Rocky. Ao
ver a minha aflição, ficou ele ainda mais aflito. Resumindo: tive de o consolar,
limpar-lhe as lágrimas e dar-lhe miminho agarrada ao meu próprio olho. Caso
para dizer que me foram ao olho.
O meu Di e a semana de campo.
Hoje deu-se início a semana de
campo do meu Di, que é como quem diz, o rapaz pequeno vai fazer a rota dos parques de Lisboa. Não,
não vai acampar, que o rapaz ainda é pequeno, vai passear no parque, andar no
escorrega, no baloiço, apanhar formigas, ver os passarinhos, correr na relva,
jogar à bola, fazer piquenique, entre outras actividades e jogos para a sua
idade. Dão-lhe um nome pomposo (e pelo preço até parece que o rapaz vai uma semana para um safari no Quénia) mas é só isto (o que para ele já é muito), logo à tarde já está de regresso aos
braços da sua mãe querida. Espero que venha estafado, que gaste boa parte das
energias e adormeça cedinho. Tenho muito que fazer logo à noite.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Fim-de-semana à porta...
... infelizmente não é daqueles que eu
mais aprecio, mas o que tem de ser, tem de ser com muita força. Ou não! O que vai
safar isto tudo é a visita da minha querida Juju no Domingo.
Bon weekend à tout le monde.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Sô Dona Jolie.
Sim é certo que tinha 87% de hipóteses de vir a sofrer de um cancro da mama, mas e os outros 13%, não contam? Não têm qualquer importância? Não sei o que faria na sua posição, mas sei o que fiz quando diagnosticaram um cancro do pulmão a uma das pessoas mais importantes da minha vida, o meu pai. Rezei e agradeci antecipadamente a sua cura. Com uma percentagem pequeníssima de sobrevivência, conseguimos combater aquele cancro filho da p..a que queria levar a pessoa que mais me faz rir, a minha fonte de energia e força para a vida. Mas conseguimos, ai se conseguimos! Já passaram oito anos desde que o meu pai foi operado, fez os penosos tratamentos de quimioterapia e os menos penosos de radioterapia e felizmente continua connosco aqui no mundo dos vivos. E de uma coisa podem ter a certeza, sempre soube que aquele cobarde daria ao cava, assim que se deparasse com o nosso optimismo.
É difícil dar uma opinião, é difícil saber qual o lado que tenderíamos se estivéssemos no lugar da Jolie. E quem somos nós para criticar alguém que tem a batata quente na mão? Quando recebemos uma notícia destas acagaçamo-nos e eu acho que a Jolie borrou-se toda de medo. Teve tanto medo que preferiu prescindir das mamas a correr o risco de morrer. Eu própria sinto-me petrificada só de pensar que eu ou a minha família poderemos passar novamente por uma situação destas. (Vai de ré Satanás!) Não sei se no seu lugar arrancaria as duas mamas, não sei se me basearia apenas numa hipótese para mutilar o corpo, mas tenho a certeza que rezaria e agradeceria, ainda com mais afinco, a vida que tenho e a que provavelmente viria a viver.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Ai ca nérvussss!
Oh pá, então não é que não
preguei olho toda a noite! Eu, euzinha, que ando roxa de sono, que me levanto
às 6h30 da matina, que adormeço em tudo o que é sitio, (basta sentar-me e lá
vai a cabeça parar ao outro lado, que quase me parte o pescoço) e esta noite
não dormi NADA! Tudo porque fui beber uma inofensiva chavenazinha de café com
leite, antes de me deitar. Estava tanto a apetecer-me! Nem imaginam o prazer
que tenho de beber café com leite, para mim é como se estivesse a beber o
melhor Château Mouton Rothschild. (Mas tem de ser daquele café feito na cafeteira,
não gosto de café de máquina.) Nem sequer tenho sono agora. Espero que me
mantenha assim ao longo do dia, porque tenho a impressão que se calho a
adormecer, só acordo amanhã.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Hoje sinto-me depré, comó caneco!
Às vezes é difícil escolhe-la. Escolher ser feliz todos os
dias e valorizar as pequenas alegrias do dia-a-dia por vezes torna-se
dolorosamente difícil. Existem dias em que me apetece pura e simplesmente ser
infeliz, ter pena de mim própria, tornar-me na pessoa mais rabugenta ao cimo da
terra e deixar-me estar. E porque não? O que é que isso tem de mal? Também é só
um dia! – Pergunto-me.
- Estúpida, tens tudo para ser feliz, porra! Um filho lindo,
feliz e saudável, um marido que te adora, uma família fantástica que te apoia
em tudo, poucas amigas, mas das boas, és inteligente, saudável, e sabes tanta
coisa, tens uma vida cheia de boas recordações porque haverias de querer ser
infeliz, mesmo que só por um dia? – Respondo-me.
- Porque dá trabalho todos os dias pensar em coisas boas, dá
trabalho escarafunchar no meio da merda e encontra algo de positivo, porque é
mais fácil remar a favor da maré e deixarmo-nos impingir com o pessimismo do vizinho,
deixarmo-nos contagiar com a indiferença alheia, do que ser a única pessoa a
encarar com optimismo o naufrágio! Ora bolas, também sou um ser humano, pá! –
Retalia o meu ego.
- Burra, não vês que basta um dia, uma hora de negativismo
para afundares o barco, deixares-te levar pela maré do pessimismo durante muitos
dias? – Exclama a minha alma.
Assim como o corpo e o cérebro, também a felicidade necessita
de ser exercitada diariamente, sem interrupções ou excepções. É difícil, ninguém
disse que era fácil, mas o facilitismo é uma característica que não aprecio. Por
isso aqui vai:
Bom dia, bom dia, bom dia,
Bom dia vida, bom dia universo, bom dia alegria, bom dia
planeta terra e todas as galáxias vizinhas próximas, bom dia pessoas da minha
vida e da outra vida também, vamos mas é ser felizes, viver a vida e deixar de
merdices.(até rimou) Como alguém disse, (penso que foi a Oprah) o único momento
que temos é AGORA, por isso vou vivê-lo da melhor maneira que sei.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Não percebo nada de futebol e nem quero perceber, ponto final parágrafo!
Nunca
gostei de futebol. Em miúda era a pior jogadora da turma. Aquando a aula de
educação física tinha um azar do caneco, a maioria das aulas eram passadas a
jogar futebol. Canecos, como aquilo me irritava! Com tanto desporto para
praticar, porque diabos haveria de ser sempre futebol?! O-DI-A-VA!!!
Resumindo,
fingia que jogava e isso tornava-me num empecilho, numa persona non grata, em
campo para ambas as equipas. Evitei muitos golos da minha própria equipa por me
posicionar mesmo de frente ao jogador que detinha o esférico (ouvi esta do
esférico aqui há tempos quando meu homem estava a ver uns debates
futebolísticos, achei tão pirosa que não resisti utilizá-la!). Pior do que me
sentir uma inútil em campo e das boladas sofridas, era a incompreensão e a
crueldade com que os meus colegas, especialmente as minhas melhores amigas me
tratavam. Sim, menina Sónia e menina Marlene, esta é para vocês. Na escolha das
equipas, não existia viva alma que me quisesse para jogadora! (tenho a
impressão que as mortas também não!) Eu e mais duas comparsas de conversas em
campo, (acreditem que não existe melhor sitio para falar sobre, roupas, filmes,
musica, sapatos, rapazes e outros temas do universo feminino do que um belo
relvado, ali era mais um belo espaço de terra batida, enfim), ficávamos sempre
para o fim da escolha, ou seja éramos as sobras, e quem tinha a sorte de nos
receber, fazia uma cara de repúdio que me deixaram traumatizada até hoje.
Houvera até quem perguntasse se eu não preferia ficar para árbitra ou para
massagista! Por isso assumo aqui em público que fui vítima de bullying e que
ainda hoje sofro as consequências dessa má sorte.
Agora
a sério, era e continuo a ser uma péssima jogadora, detesto jogar futebol e
detestava mais ainda estar debaixo de sol a correr que nem uma desalmada atrás
de uma bola, para no final ficar cheia de alergia. Eu e o sol nunca nos demos
muito bem, apesar de adorar estes dias solarengos. Contudo, sempre fui
simpatizante do Sporting, tudo por causa do meu querido padrinho que adorava o
seu querido Sporting. Quando me perguntavam qual a minha equipa, eu despachava
a malta com um “Sou do Sporting, como o meu padrinho”, e não dava largas a mais
conversas. Porém há uns anos que apanhei um pó ao Sporting, que já dei por mim
a desejar que perdesse toda e qualquer competição. O meu homem é Sportinguista,
é até um adepto bastante ponderado e caso o Sporting mereça perder ele é o
primeiro a dizê-lo, (acho que aprendeu este comportamento com o meu pai, que
sempre teve uma maneira muito peculiar de ver futebol), portante este meu
desapego ao sporting, não se deve a nenhum trauma da nossa vida conjunta, quem
dera ao Sporting que todos os adeptos fossem iguais a ele, mas infelizmente não
são todos assim, pelo menos alguns que eu conheço. Corrijo, não são os adeptos
do Sporting que são facciosos e estúpidos são os anti-benfiquistas que utilizam
o Sporting como subterfúgio! Aqueles que preferem que o Sporting perca a que o
Benfica ganhe, os maus desportistas, os tristes, os invejosos, os de mal com a
vida. Preferir prejudicar-se a ver os outros darem-se bem na vida creio que é
uma forma doentia e fanática de viver. Contudo, pior do que esta má índole,
pior do que este mal querer é não perceberem o mal que isso acarreta para as
suas vidas. Porém, esse é um tema que dava pano para mangas e o que eu quero mesmo
dizer é que, e com muita pena de desiludir o meu padrinho, lá onde quer que ele
esteja, mudei de clube. Não consigo resistir, é mais forte do que eu, e sim,
este fim-de-semana joguei uma grande futebolada, e até gostei. Eu e o meu Di
formámos a equipa que venceu o campeonato de, só para a nossa família, que teve
lugar no nosso lugar de eleição. Tenho para mim que o meu filho está para o
revelado como o John Travolta para a pista de dança.
Viva
o Braga, vivaaaaa!
quinta-feira, 9 de maio de 2013
O meu Di e as tecncologias.
O
meu Di, como todos os miúdos da idade dele, já percebe mais de informática do que
a maioria dos adultos da idade dos avós. A especialidade dele é Ipad. Dedito
desliza para cima, ora dedito desliza para baixo. Escolhe um filme do Noddy,
espera afinal não lhe apetece ver o Noddy o que ele quer mesmo é ver o Comboio
dos Dinossauros, volta tudo atrás e pimba aqui está o Comboio dos Dinossauros. Oh afinal vamos mas é fazer um puzzle, e o avô impressionado com tamanha
destreza e inteligência. “Miúda, temos um Einstein na família, só não nasceu em
New Jersey!” – Comenta com a minha mãe. “Tu já viste o que o menino consegue
fazer? Eu não conseguia! Não percebo nada daquilo e ele já lá mexe de olhos
fechados!”
-
Não o deixes mexer, olha que ele avaria isso à mãe! – Responde a minha mãe
aflita.
- Tu
e eu, que não percebemos nada disto, é que éramos capazes de avariar, . Ele não,
ele sabe!
Para
o meu pai o meu flho é um pródigo, e se calhar é mesmo! Também eu fico
impressionada com a sua destreza e inteligência. Parece uma esponja absorvente
que suga toda a informação e ensinamentos.
Aqui
há dias ensinei-lhe a pintar uns desenhos no ipad. Só tem de escolher a cor e
passar com o dedo onde a quer aplicar. Até aí tudo bem, mas e o dedo que fica
sujo!? J
Tão engraçado o meu rapaz pequeno, toca
na cor e depois olha para o dedo para ver se está pintado! J Tão queridoooo!
Há realmente
coisas impressionantes, até para um Einstein pequenino como o meu filho! ♥
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Com a maternidade...
... veio um pack de emoções e sentimentos nunca antes vividos. A
maioria deles deixam-me estupidamente feliz, sinto-me apalermada, atordoada com
tamanha felicidade, anestesiada com este amor que mal me cabe no peito, que
cresce de dia para dia e do qual tanto me orgulho. Este meu amor pequenino,
chamado Di, o maior amor do mundo, maior do que a vida.
A
par deste amor vem o medo, o medo de o perder, o medo de que algo realmente mau
lhe aconteça, o medo de que não seja feliz, o medo, o medo, o medo…, a merda do
medo. Como viveria sem ele? Como vivi tantos anos sem ele? Dou por mim a pensar
na falta que ele sempre me fez.
Desde
que o meu Di nasceu, vivo em estado de sobreaviso permanente, são vinte e
quatro horas por dia sem baixar a guarda. Mas sei que na realidade não poderei
fazer muito mais, para além de zelar pelo seu bem-estar, educação, conforto,
saúde e acima de tudo rezar. Rezar por ele, por nós, pelas nossas vidas e pedir
-Lhe que lhe indique as coordenadas do caminho para a felicidade e que um dia,
quando eu partir, Ele o leve a passear pela vida na palma da Sua mão, como se de um
parque temático se tratasse, sem grandes sobressaltos, quedas, encontrões,
trambolhões ou arranhadelas, até nos encontrarmos novamente, lá nesse tal lugar
onde se encontram as almas que são queridas. Mas que seja eu, sempre eu a
esperar por ele lá no paraíso.
Não
te dou, não te troco, não te empresto.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Coisas que detesto, mas não tanto assim!
Detesto ver fotos datadas, tenho de retirar esta opção da máquina!
Fim-de-semana prolongado...
... desta vez mudámos as coordenadas do GPS e rumámos para o norte
direitinhos à Beira Baixa, terra muito parecida com o meu Alto Alentejo, não
estivessem estas duas regiões coladinhas uma na outra. Ainda assim prefiro o
Alentejo do meu coração, não pelo sítio, que como já disse é bastante parecido,
mas pelas pessoas, uma parte da gente mais importante da minha vida, uma
família que adoptei como minha mal nasci, o melhor presente que os meus pais me
ofereceram, há muito que assentou arraias numa das aldeias mais bonitas e
acolhedoras do Alentejo, Flôr-da- Rosa, uma aldeia perto do conhecido Crato e de
Alter-do-Chão. É pequenina em área, mas é grande nas pessoas e é maior ainda o
amor que lhes tenho.
Adiante,
o meu miúdo adorou apanhar formigas e toda a bicharada existente no campo.
Nunca pensei ter que tocar em formigas, quanto mais andar a apanhá-las durante
horas! Ainda por cima, eram gigantes! O pai também adorou, matou as saudades e
recordou todos os momentos da infância. Queria que o nosso Di em três dias
experienciasse tudo o que ele viveu. Amor,
o nosso filho só tem dois anos! – Tive de o chamar à razão, quando quis que
o rapaz pequeno andasse numa bicicleta do dobro do tamanho dele. Ok, já deu
para perceber que eu sou a Sra. Lei lá de casa, basicamente sou a única que
tenho juízo. Quanto a mim, correu melhor do que esperava, como sempre gostei de
estarmos juntos, eu e os meus dois amores, desde que estejamos os três tudo faz
sentido.
Visitámos
Monsanto, a aldeia mais portuguesa do nosso querido Portugal, dizem os
entendidos. Apesar de não compreender porquê, acho a dita aldeia realmente linda com uma
paisagem de cortar a respiração, apetrechada de casinhas construídas em pedra,
as típicas casas da Beira Baixa, para não falar das que estão construídas
dentro daqueles pedregulhos, que provavelmente devem atingir temperaturas
negativas no inverno, caso não tenham um bom aquecimento. Entrei dentro de uma
e enregelou-se-me o corpo. Havia a festa mediável, com os protagonistas
vestidos a rigor, barraquinhas de venda de produtos artesanais, danças e
músicas medievais. Mas do que mais gostei foi ver o meu Di passear por aquelas
ruelas de subidas a pique e descidas ingremes, de mãos enfiadas nos bolsos na
sua postura máscula de homenzinho pequenino. Quando era a descer o meu coração
parava, só de pensar em dentes partidos, nariz, mãos e joelhos esfolados, caso
o meu valentão tropeçasse e caísse. O raça do miúdo acha-se muito crescido e
nunca quer dar a mão! De vez em quando quebrava e pedia “pólo mãe”. (tradução:
colo mãe) Ai este meu rapaz pequeno, este meu grande amor que não me cabe no peito. ♥
Não
de dou, não te troco, não te empresto.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
http://www.eurekashoes.com/pt/
E os sapatos desta loja. Marca Portuguesa com modelos super,
super, super giros. Comprei estas botas e estou a preparar-me para ir comprar
mais uns parzinhos. Pena, actualmente, não me aguentar em saltos altos, porque
senão…
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