terça-feira, 7 de maio de 2013
Fim-de-semana prolongado...
... desta vez mudámos as coordenadas do GPS e rumámos para o norte
direitinhos à Beira Baixa, terra muito parecida com o meu Alto Alentejo, não
estivessem estas duas regiões coladinhas uma na outra. Ainda assim prefiro o
Alentejo do meu coração, não pelo sítio, que como já disse é bastante parecido,
mas pelas pessoas, uma parte da gente mais importante da minha vida, uma
família que adoptei como minha mal nasci, o melhor presente que os meus pais me
ofereceram, há muito que assentou arraias numa das aldeias mais bonitas e
acolhedoras do Alentejo, Flôr-da- Rosa, uma aldeia perto do conhecido Crato e de
Alter-do-Chão. É pequenina em área, mas é grande nas pessoas e é maior ainda o
amor que lhes tenho.
Adiante,
o meu miúdo adorou apanhar formigas e toda a bicharada existente no campo.
Nunca pensei ter que tocar em formigas, quanto mais andar a apanhá-las durante
horas! Ainda por cima, eram gigantes! O pai também adorou, matou as saudades e
recordou todos os momentos da infância. Queria que o nosso Di em três dias
experienciasse tudo o que ele viveu. Amor,
o nosso filho só tem dois anos! – Tive de o chamar à razão, quando quis que
o rapaz pequeno andasse numa bicicleta do dobro do tamanho dele. Ok, já deu
para perceber que eu sou a Sra. Lei lá de casa, basicamente sou a única que
tenho juízo. Quanto a mim, correu melhor do que esperava, como sempre gostei de
estarmos juntos, eu e os meus dois amores, desde que estejamos os três tudo faz
sentido.
Visitámos
Monsanto, a aldeia mais portuguesa do nosso querido Portugal, dizem os
entendidos. Apesar de não compreender porquê, acho a dita aldeia realmente linda com uma
paisagem de cortar a respiração, apetrechada de casinhas construídas em pedra,
as típicas casas da Beira Baixa, para não falar das que estão construídas
dentro daqueles pedregulhos, que provavelmente devem atingir temperaturas
negativas no inverno, caso não tenham um bom aquecimento. Entrei dentro de uma
e enregelou-se-me o corpo. Havia a festa mediável, com os protagonistas
vestidos a rigor, barraquinhas de venda de produtos artesanais, danças e
músicas medievais. Mas do que mais gostei foi ver o meu Di passear por aquelas
ruelas de subidas a pique e descidas ingremes, de mãos enfiadas nos bolsos na
sua postura máscula de homenzinho pequenino. Quando era a descer o meu coração
parava, só de pensar em dentes partidos, nariz, mãos e joelhos esfolados, caso
o meu valentão tropeçasse e caísse. O raça do miúdo acha-se muito crescido e
nunca quer dar a mão! De vez em quando quebrava e pedia “pólo mãe”. (tradução:
colo mãe) Ai este meu rapaz pequeno, este meu grande amor que não me cabe no peito. ♥
Não
de dou, não te troco, não te empresto.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
http://www.eurekashoes.com/pt/
E os sapatos desta loja. Marca Portuguesa com modelos super,
super, super giros. Comprei estas botas e estou a preparar-me para ir comprar
mais uns parzinhos. Pena, actualmente, não me aguentar em saltos altos, porque
senão…
terça-feira, 30 de abril de 2013
Bom dia, bom dia, bom dia,
Ontem saí mais cedo para tratar da minha pessoa que andava a
precisar. Mãos e pés, até já tinha vergonha!
·
Amanhã é feriado.
·
O meu amor grande chega hoje para passarmos o
resto da semana juntos.
·
Amanhã vamos passear os três sem destino, tal
como eu gosto.
·
O dia, apesar de frio está lindo.
·
Estamos vivos e transbordamos, amor, alegria e
muita saudinhaaaa, que é o que se quer.
Vamos lá que o relógio não pára.
O meu rapaz está a transformar-se!
Ele há dias que penso para com os meus botões que o meu
miúdo vai ser mesmo um daqueles homenzarrões valentes, de vozeirão grosso, a
mordiscar palitos durante todo o dia e com a penugem do peito a sair para fora
do colarinho. CREDOOOO, cruzes canhoto, meu rico filho! Isto sou eu a devanear
com sono, há muito que já passa da minha hora, hoje o rapaz pequeno custou para
adormecer, queria ler todos os lis (Tradução:
livros), cá de casa, os que tivessem ursos.
Bom, adiante, o meu rapaz pequeno está a transformar-se num rapagão,
parece que nasceu com o cromossoma Y do mais refinado que existe, o tal que
decide se nasce com pila ou pipi, aquele que é responsável pela voz grossa e
pelas exorbitantes quantidades de pêlos nos homens, entre outras características
do sexo oposto. Blhac, detesto pêlo. O meu filhinho, o meu menino, de apenas
dois anos já tem um vozeirão do caneco, quando me chama até me assusta: Mãeeeee
táaaaaa (tradução: mãe anda cáaaaa) e não se fica por aqui, tem uma postura máscula
pra caramba, mãos nos bolsos encostado à parede de perna traçada enquanto
aguarda que eu me despache para sair de casa, assim como os tipos machistas
fazem quando esperam pelas mulheres, com ar de seca. Se vamos às compras,
quando não se enfia debaixo dos expositores, (agora já se porta muito bem),
persegue-me de mãos nos bolsos a ver o que eu compro, nunca quer ir ao meu lado
de mão dada, às vezes dá-me a sensação que foi instruído para me policiar nas
compras e não abusar nos gastos. Mãeeee táaaaa (Tradução: mãe já chegaaaaa). O
meu filho está a crescer, está a formar a sua personalidade (neste ponto teremos
que ter uma conversinha, mais tarde!), está a deixar de ser bebé. Não me
importo, não tenho saudades, gozei cada momento, adoro cada fase da sua, das
nossas vidas e esta não é excepção.
Não te dou, não te troco, não te empresto.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Na CUF Descobertas
Se já tinha algumas
reservas relativamente ao hospital da CUF Descobertas, na segunda-feira transformaram-se
em certezas.
Fui fazer a bem
dita mamografia que estava marcada há já um mês. Senão chegou a uma hora chegou
perto, o tempo que esperei para me chamarem para o check in. Trinta
minutos depois da inscrição, vejo, finalmente, o número da minha senha a piscar
no écran. Dirigi-me à sala indicada. Engano! Não era ali que devia estar, ali
faziam-se outro tipo de ecografias, que não as mamárias. Já na sala correcta
fui recebida por duas meninas, uma não largou o telemóvel, ocupadérrima que
estava a enviar mensagens, a outra simpaticamente mandou-me colocar a mama em
cima de uma máquina e esborrachou-ma duas vezes seguidas com aquela prensa
horrivel, porque e segundo a sua ENORME experiência profissional o aparelho
estava com alguma anomalia que lhe dera repentinamente. Depois destas duas
esborrachadelas infrutíferas resolveu chamar uma colega, MUITOOOOOO MAIS
experiente que me pediu para colocar a mama pela terceira vez na dita prensa e
tchanannn! A raça da máquina sempre funcionou convenientemente, a técnica
simpatiquérrima é que não percebia nada daquilo.
Obviamente defendo que devemos dar oportunidades aos mais
novos de seguirem e de aprenderem uma carreira, mas nestes locais onde se
prestam cuidados de saúde e consequentemente onde se lida com pessoas que só
por estarem na posição de paciente já se sentem vulneráveis, penso que o
profissionalismo e a componente humana devem ser do mais alto nível, e ali
naquela sala não se verificou nenhuma das duas. Uma das técnicas nem me olhou
de tão compenetrada que estava a enviar mensagens no telemóvel, a outra foi
muito simpática, sim senhora, mas faltou-lhe o tal profissionalismo, a tal
componente humana, solicitou-me mais vezes do que o justificado a execução de
um exame só por si desagradável, (para muitas mulheres doloroso) e ainda por
cima constrangedor, uma vez que me encontrava despida da cintura para cima. Não
as culpo, não sabem mais e não tinham alguém experiente que as acompanhassem e que
as ensinassem, mas alguém tem a culpa!
quarta-feira, 24 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
À minha amiga Lopes.
Nem
sempre a vida toma o rumo esperado, nem sempre as notícias são as mais
desejadas, vou sentir a falta desta amiga, desta grande amiga. Recebi hoje a
noticia que a minha querida amiga Sónia vai partir para bem longe, milhas de
distância. Vai para um desses países em desenvolvimento, cujo PIB dá dez a zero
ao nosso, dizem os especialistas, e de onde nós, os estrangeiros, apenas
recebemos notícias abonatórias muitas vezes desconhecendo a realidade, onde a
censura ainda prevalece. Bem sei, que esta minha amiga vai em busca de uma vida
melhor, bem sei que atualmente aqui, no seu país, na sua casa, não tem muitas
alternativas, assim como, tantas outras amigas de outras amigas também já
correram em busca de algo mais para as suas vidas, também ela vai em busca do
seu “algo mais”. Contudo, não consigo deixar de ter pena, não consigo deixar de
ter este peso no coração, não consigo deixar de sentir esta apreensão, esta
tristeza. Já lhe sinto a falta. Queria-a aqui, perto de mim, poder ligar-lhe
todos os dias para saber como foi o seu dia anterior, poder ligar-lhe e
chamá-la pelo sobrenome, e mesmo sem ela estar à minha frente poder
vislumbra-lhe o sorriso nos lábios, porque acha graça às minhas piadas, porque
acha que sou meio louca, poder falar apenas de trivialidades sem grandes
preocupações, chamar-lhe pirosa e terminar a nossa conversa com um “espero que
tenha sido melhor para ti do que foi para mim”. Sim, existem muitas maneiras de
nos falarmos, facebooks, skypes e afins, até lhe posso telefonar todos os dias
e correr o risco de ser despedida, mas não será o mesmo, sei que não a tenho
ali à mão.
Não
a tenho à mão mas tê-la-ei para sempre no coração. E do coração desejo-lhe a
maior sorte do mundo nesta nova etapa da sua vida. Desejo que encontre o que se
predispôs buscar e tudo o que o universo lhe disponibilize. Desejo-lhe um mundo
de oportunidades e de felicidade e que se não for nesse tal lugar em franco
florescimento, que seja num outro lugar qualquer, porque sei que ela
conseguirá, porque merece, porque é uma guerreira, porque é uma das melhores
pessoas que já conheci na vida, porque é amável, porque é adorável, porque é correta
e honesta. E se todas estas qualidades não convencerem os Deuses lá em cima, desde já meto aqui uma cunha: esta miúda para além de ser uma grande amiga, é também minha
comadre, madrinha do meu Di, (gosto tanto dela que tive de a colocar como minha
parenta, e como se isso não bastasse dei-lhe o “cargo” mais importante, aquele
que só daria a alguém da minha absoluta confiança, o de madrinha do meu Di!) e
há muito que deixou de ser a minha melhor amiga, já é uma irmã. Por todas as
razões apontadas, Caros Senhores Deuses, mexam aí os pauzinhos, deitem cá para
baixo os pós de perlimpimpim e façam a magia acontecer.
Amiga, sei
que não conseguirei dizer-te nada disto pessoalmente sem chorar qual Madalena
arrependida, por isso não mais abrirei a boca para falar sobre este tema, mas quero
que saibas que me sinto muito abençoada pela tua amizade, que fico a fazer figas pelo teu sucesso e que rezarei todas as noites por ti,
apesar de secretamente ter uma réstia de esperança que te atrases e não apanhes
esse avião que te leva para longe de mim e dos que te adoram.
Boa
sorte, obrigada por tudo e até já.
Adoro♥te.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
O melhor momento do dia.
Tenho dois!
O abraço apertado do meu Di, quando o fui buscar à escola e à noite já depois do meu amor pequenino estar a dormir e com a casa em silêncio, o nosso momento de relaxe enquanto rodávamos canais abraçados um ao outro.
O abraço apertado do meu Di, quando o fui buscar à escola e à noite já depois do meu amor pequenino estar a dormir e com a casa em silêncio, o nosso momento de relaxe enquanto rodávamos canais abraçados um ao outro.
Ontem quando saímos da escola do meu Di, fomos ao Shopping fazer
a troca de uma colcha na Zara Home. Já na loja, quando senti a falta da vozinha
do meu Di, olhei em redor à sua procura. Lá estava ele muito sossegadinho junto
a um expositor e sem estar a mexer em nada.
- Hmmm, que estranho. – pensei.
Olhei com mais atenção à procura de um qualquer vestígio de
uma qualquer asneira que tivesse feito, e nada. Olhei para o chão e vi uma pocinha de água a rodear o meu Di.
- Que esquisito uma infiltração no meio da loja sem haver um
balde para aparar as gotas de água. Uma pessoa sujeita a escorregar ali! – Pensei enquanto
olhava para o tecto à procura de um cano a gotejar. Nada, não havia nenhum cano.
- Ops, espera lá! – De repente fez-se luz.
– Filho, fizeste chichi nas cuecas?
O meu Di baixou os olhinhos enquanto com o seu pezinho
tentava escoar a “água” para debaixo do expositor.
- Não faz mal, filho. Não precisas ter vergonha. Estas
coisas acontecem – consolei-o. – Mas não te podes esquecer de pedir à mãe
chichi, está bem?
- Tim (tradução: sim) - respondeu-me cabisbaixo.
- Agora estás todo molhado, ora dá cá a tua mãozinha para
sentires. Anda, vamos chamar a senhora para nos ajudar a limpar o chichi.
Resumindo: só não foi em pelota para casa porque eu tinha
umas cuecas suplentes no carro.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Vamos ajudar o Rodrigo e a mãe na corrida "Todos por um."
Chorei, chorei, chorei. Pus-me no lugar dela, da mãe e o meu
Di no lugar dele, do filho, do Rodrigo. Imaginei a cabecinha loira do meu Di
assente na palma da minha mão, neste gesto de amor desmedido, de total abnegação. Chorei de novo. E se fosse o meu Di? Perguntei-me. Que
Deus nos livre de uma coisa destas. Rezei-Lhe.
Recebo, como todas as pessoas, vários e-mails de crianças e
de adultos, doentes a precisar de tratamento, mas sem condições monetárias para
poderem partir em busca de salvação. Fico triste por todos eles, e desde o
nascimento do meu Di, dói especialmente quando se trata de crianças, contudo,
nunca nenhum caso me tocara tanto, nunca nenhum caso mexera tanto comigo, nunca
nenhum exemplo me fez chorar qual Madalena arrependida, como quando vi esta
imagem, não fosse o meu Di também chamar-se Rodrigo e não fosse este amor tão generoso,
tão humilde, tão intenso, tão verdadeiro, tão palpável, que aqui de frente para
o meu computador o consigo abraçar.
Com muita pena minha, não poderei estar presente no próximo sábado, dia 20 de Abril, entre as 10h
e as 18h, na Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa, no evento
que se chama "Todos por um" e que tem como missão ajudar o
Rodrigo e a mãe Cátia, nesta encruzilhada. Como tal, farei a minha parte aqui
mesmo sentada na minha cadeira. Bem sei que não é o mesmo, não há nada como
meter a mão na massa e dar o nosso cunho pessoal, mas é o que posso, de momento. Aqui fica o NIB,, para quem puder ajudar o Rodrigo e a Mãe.
Titular: Cátia Vanessa Zeferino Patusco
NIB: 5200 5201 0010 3209 0016.4
IBAN PT50. 5200 5201 0010 3209 00164
SWIFT CDOTPTP1XXX
NIB: 5200 5201 0010 3209 0016.4
IBAN PT50. 5200 5201 0010 3209 00164
SWIFT CDOTPTP1XXX
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Meu Di, as necessidades e afins.
- Filho, como se pede à mãe para fazer chichi?
- Mãe titi.
- E cocó?
Depois de pensar um bocadinho: - Mãe titi.
Não faz mal, o que interessa é que peça qualquer coisa!
Não te dou, não te troco, não te empresto.
Melhores dias virão.
Estou de rastos. Fim-de-semana super, híper cansativo! Tivesse
ficado a trabalhar dia e noite, sem parar, e não estaria tão cansada. A minha
família, quando se junta parece uma daquelas famílias italianas, muito barulho,
muita conversa, muita confusão, decibéis lá no cimo, há sempre quem se esquive
de ajudar nas tarefas, ou quem as faça mal, há quem desarrume e não arrume. E
depois vem tudo para em cima de quem? Do meu esqueleto, que já não se aguenta
nem sentado quanto mais de pé. Tenho uma dor que não sei precisar o local
exacto, dói-me desde a ponta do cabelo até à ponta dos dedos dos pés, mas quem
mais se queixa são as minhas costas. Estou de rastos. Mas melhores dias virão e
com toda a certeza, amanhã já será um deles. Pensamento positivo, estas
reuniões familiares não acontecem todos os dias nem todas as semanas, por isso
quando acontecem temos de as gozar e
darmos o nosso melhor, o nosso amor.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Chichis e afins
Ontem,
na escolinha, senhor filho fez todos os chichis e afins na sanita! Iupiiii! Que
fofinho! Quando cheguei para o ir buscar, estava o meu rapaz pequeno sentado
numa sanita minúscula a fazer um chichi gigante. Portou-se lindamente, só teve um
pequeno percalço quando chegámos a casa. Compreensível, bastante compreensível,
não fossemos ainda e só na primeira semana desta nova etapa das nossas vidas.
Hoje
de manhã disse-lhe:
-
Anda filho, vamos fazer chichi.
- Titi
– repetiu.
Sentei-o
na sanita (e eu sentei-me no chão à sua frente). Fez dois chichis, enquanto
cantava qualquer coisa como: “Ah mãeeeee, ah mãeeeee”. Abraçava-me com força,
beijava-me, assoprava-me o cabelo e batia palmas. (Acho que tem jeito para
várias profissões, uma delas entertainer.)
-
Não queres fazer cocó, filho? – Perguntei-lhe.
-
Popó – repetiu.
-
Então faz força – disse-lhe.
Pôs-se
todo vermelho e eu senti aquele aroma inconfundível e semelhante em qualquer
parte do mundo, não interessa de qual rabo sai.
-
Boa filho, fizeste cocó e chichi na sanita. Já és um menino muito crescido. Viva,
viva, viva – elogiei-o e festejei com beijinhos e abraços.
Não
te dou, não te troco não te empresto.♥
quinta-feira, 11 de abril de 2013
O melhor momento do dia.
Saber que o meu Di está-se a sair muito bem nesta nova etapa
da sua vida. Neste seu primeiro dia de liberdade da prisão das fraldas, não fez
nem uma gotinha de chichi nas calças. Estou tão orgulhosa deste meu filho.
Obrigada.
Gosto de gente assim..
... forte,
feliz, que se assume, que não se acomoda, nem se acanha. Pessoas que não deixam
a felicidade em mãos alheias, pessoas que amam e que vivem a 100% cada dia das
suas vidas. Pessoas que acreditam que hoje será melhor do que ontem, pessoas
que mudam o mundo com exemplos de amor e de compaixão, pessoas que mudam
mentalidades. Pessoas que nos dão vontade de lhes seguirmos o exemplo, de viver
e de sermos felizes.
Desejo muitas felicidades à
Daniela Mercury e à sua linda mulher. Que Deus lhes dê muitos anos de amor e
de partilha.
Estou certa que um dia toda e
qualquer forma de amor deixará de provocar admiração ou contestação. Tenho para
mim que amor é amor, não importa, como, quem nem onde!
Também um dia, nos EUA foi impensável
a integração social de negros nas comunidades brancas e hoje têm um presidente
negro. (A meu ver, talvez o melhor de sempre.)
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Eu, cá sou pela Rhinomer.
O
estado normal do meu Di, desde que começa até que acaba a estação fria, é
constipado. Está sempre congestionado, cheio de muco verde. HORRIBILIS! A única
maneira de lhe descongestionar o seu narizinho arrebitado é com o spray da Rhinomer. Ele não gosta, mas
fica tão melhor quando eu lhe meto um pouquinho daquela água milagrosa e o
assoo de seguida!
Este meu amor
Cada dia que passa está mais inteligente e perspicaz, este
meu grande amor pequenino. Quando o olho e me lembro que já passaram 2 anos
desde a primeira vez que o abracei nem quero acreditar, parece que foi ontem, e
ele já está tão grande, tão crescido, tão rapazinho. Já demonstra uma
personalidade forte, de tão teimoso tem dias que me tira do sério, gozão como o
avô, simpático como não há igual e amoroso, tão amoroso com a sua querida mãe.
Hoje queria lavar-lhe o nariz com o spray da Rhinomer, coisa
que ele detesta e espertalhão como é, já percebeu que mesmo que chore eu não
desisto. Desta vez decidiu fazer gracinhas, dançar e cantar para ver se eu me
esquecia e o deixava passar sem lavar o nariz. Como não resultou começou a
imitar o avô a dormir e a ressonar, sempre com aquele sorriso malandro nos
lábios.
Amo♥te tanto
Não te troco, não te dou, não te empresto.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Dia D
Hoje é o dia D da vida do meu Di. O rapaz pequeno vai tirar
as fraldas e começar a fazer as necessidades na sanita / penico. Temo que esta
adaptação não seja fácil. Em casa experimentei sentá-lo na sanita, devidamente
artilhada por um magnífico redutor (ele há invenções que mereciam ser premiadas
a qualquer custo), mas o meu Di não quis nem ouvir a explicação quanto mais
sentar o rabiosque rechonchudo! Relativamente ao penico, acha que o dito serve
para sentar-se a descansar um pouco no intervalo das construções de legos. Ora
não fosse o dito em formato de poltrona!
Pensando bem, estou confiante, o meu Di é um menino super
inteligente, perspicaz e empreendedor, e com ajuda da educadora, sei que conseguiremos
atingir a meta e alcançar o objectivo proposto pelo pediatra, que é até ao Verão
o meu Di fazer todas as necessidades na sanita / penico. Além do mais, temos um
valiosíssimo factor a nosso favor, o meu Di nunca foi um adepto entusiasta de
fraldas.
Vou fazer figas. Pensamento positivo!
Não te dou, não te troco, não te empresto. ♥
PS: As quatro mudas
de roupa já estão no armário da escola na eventualidade de qualquer descuido.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
No Bairro do Panda foi assim...
No sábado lá fomos ao Bairro do Panda que está em exposição no
Pavilhão de Portugal no Parque das Nações. O meu Di A-DO-ROUUU! De início não
gostou nada do Panda, nem do Riscas. Chorava cada vez que se lhe dirigiam, mas
depois ambientou-se e gostou muito da peça de teatro na Mercearia e do concerto
final, com a bicharada toda a dançar. Pulou, bateu palmas, obrigava-me a bater
palmas, dançou como há muito não via ninguém dançar, acho que vamos ter
dançarino! Saí a mãe que quando dança parece que flutua! :) :) Quando acabou, ficou triste, queria mais!
Contudo, ficou muito aquém das minhas expectativas, este Bairro
do Panda. Muita parra e pouca uva. Ainda por cima, tendo em conta que quando
anunciam o espectáculo na TV, mostram um concerto à séria do Panda e dos
Caricas. Mas enfim… o que interessa é que o meu Di divertiu-se.
Não te dou, não te troco, não te empresto.♥
Sunny day
Ora lá se apresentou um
belíssimo fim-de-semana cheio de sol para animar a malta. Já estava cansada de
ouvir as lamurias dos descontentes com a vida: “Ai minha Nossa Senhora nos
valha que não pára de chover!” “Ai minha Nossa senhora da Conceição faça sol e
chuva não!”, “Ai meu Santo Antoninho que desgraceira de país que nem o tempo
ajuda!”, “Ai minha Nossa Senhora que desgraça que a casa foi na cheia!” Ohhh
pá, já estava a dar em maluca!
Vamos lá a ver se a
gente se entende, se nos mentalizarmos, que somos apenas e só meros hóspedes
desta enorme casa que se chama planeta Terra, cuja anfitriã é a mãe Natureza já
não nos chateávamos tanto com tão pouco, nem apanhávamos cagaços do género de
ver a nossa casa a resvalar montanha abaixo a toque de caixa de uma irritada corrente
de água enlameada, a quem foi roubado o seu curso de milhares de anos, ou seja,
o seu território por direito. Não tenhamos ilusões, a Natureza é que manda! A
Natureza segue o seu curso natural, e se chove é porque é preciso, se faz sol é
porque é preciso, se neva é porque é preciso, e por aí adiante… A nós,
compete-nos agradecer o convite e gozar a estadia sem sermos intrometidos e
desagradáveis. Limpar o que sujamos, arrumar o que desarrumarmos, aceitarmos o
que nos é oferecido.
Vamos simplificar, o
planeta terra está para a natureza como as nossas casas para nós. Quem manda lá
em casa somos nós! Ora, não tinha lógica nenhuma que a meio do jantar um dos
convidados se pusesse a mudar os móveis da sala para a casa de banho, ou que
fosse fazer o pino em cima do sofá, ou ainda comer a sobremesa sentado na
sanita.
Estaria a ser
mal-educado, indesejado e mal-agradecido, estaria a quebrar as regras por nós estabelecidas,
os donos da casa.
Compreendo e sei que não
é nada agradável ver os nossos bens, que nos custaram uma vida inteira de
esforço e de trabalho árduo, perdidos e danificados, mas também ninguém nos
manda ser arrogantes e enfrentar quem é invencível. E a Natureza é a mais forte.
Vamos aceitar esta estadia tão agradável neste paraíso à beira mar plantado e agradecer
o convite sem sermos indesejados.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Aqui vou eu para o bairro, aqui vou eu cheia de alegria, de casa vou fugir, vou para o Bairro do Panda:
Comprei
os bilhetes! Sábado vamos visitar o Bairro do Panda ao Pavilhão de Portugal. Tenho
para mim que o meu Di vai adorar!
Espero
que não fique com a birra do sono para poder aproveitar as actividades e ver o espectáculo.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Incursão pela Fnac
Ontem, enquanto eu escutava a especialista de máquinas fotográficas da Fnac, o meu Di comportou-se como um menino das cavernas. Parecia uma das personagens do Croods ou dos Flintstones. A única diferença, é que em vez de uma moca, segurava numa bola colorida, com o Mickey e a Minnie desenhados, que pontapeava para debaixo dos expositores. O meu coração batia a mil à hora, queria dar atenção à empregada que se esforçava no seu papel, mas não conseguia! Não conseguia tirar os olhos de cima do meu pequeno troglodita que atirava a bola ao ar a rasar nos aparelhos que compunham os expositores. Nervosssssss! Foi o que eu apanhei. Um camadão de nervos.
- Anda para perto da mãe. Não saias daqui, está bem filho. – Dizia-lhe.
-Nã qué! – Respondia, o trogloditazinho junior todo contentinho da vida.
- Vais ficar de castigo. – Ameaçava-o.
Mas o meu rapaz pequeno, que não tem vergonha nenhuma, não queria saber de castigos e a cada ameaça minha respondia-me descontraidamente com beijinhos atirados para o ar.
Na Pré-Natal perdi a paciência quando, para apanhar a bola, o pequeno se enfaixou debaixo de um dos expositores e ficou unicamente com as botas à vista.
- Estás de castigo! – Disse-lhe e tirei-lhe a bola.
Deve ser castigo, Deus está a castigar-me por eu ter criticado tanto pai e tanta mãe quando via miúdos como o meu a fazer as mesmíssimas coisas que o meu faz. Lá está, são as leis básicas do Universo a funcionarem.
Ainda assim, não te dou, não te troco, não te empresto. ♥
Já está!
Já comprei a minha máquina fotográfica. Um miminho. Fofinha como só ela sabe ser. Ainda não a experimentei bem, mas já deu para ver que tem um zoom poderosíssimo que era o que eu mais desejava.
terça-feira, 2 de abril de 2013
O meu miúdo...
... é o que de melhor tenho, o melhor que a vida alguma vez me deu.
Adoro-o, amo-o como nunca pensei que fosse possível amar, mas ele há dias em que
o rapaz pequeno tira-me realmente do sério. Teimosinho, como só ele sabe ser.
Em média levo uma hora e meia para sair de casa, 60 minutos dos quais são empregues, a preparar
aquela alminha casmurra.
-Di,
vamos vestir.
- Nã
qué.
-
Di, vamos lavar a cara e os dentes.
- Nã
qué.
-
Di, vamos mudar a fralda.
- Nã
qué.
O Di
nunca quer nada. Tem que ser tudo negociado, espremido até à exaustão. Dá-me
luta este meu filho.
- Se
não vieres a mãe tira-te a bola. Se não vieres a mãe apaga a televisão. Se não
lavares a cara a mãe não lê a história. Se não comeres a mãe põe-te de castigo.
– Lá vem ele a correr com sorriso de malandro preparado para me dar uma beijoca
e deixar-me fazer o que quero. Sim, derreto-me com estes beijinhos graxistas,
mas também chego ao final do dia esgotada de tanto repetir o mesmo, de esperar
que ele me obedeça, irritada por nem sempre me obedecer e preocupada por não
saber se estou a seguir o melhor caminho na educação deste meu grande amor.
Não
te dou, não te troco, não te empresto ♥
quinta-feira, 28 de março de 2013
Bom dia?? Mas ainda nem dormi!
Há
muito que o meu Di não me pregava uma partida destas. Hoje às 4:30 acordou
super desperto, com a bateria a 100%, se fosse uma torradeira, dava-me um
choque, e vai de me chamar: “Mãeee, Mãeee”. Até aqui tudo normalíssimo,
mudei-lhe a fralda, dei-lhe o xarope para a tosse, como achei que estava muito
eléctrico, fiz-lhe um biberon de leite morninho, mas nada me safou. O leite nem
vê-lo “nã qué”, dizia o patife. Também “nã qué” a luz apagada, entretanto
deu-me mil quinhentas e noventa e quatro cabeçadas, roubou-me a almofada,
fez-me de cavalinho, deu com os pés na cara do pai trezentas e vinte e duas
vezes, pulava no colchão, falava tão alto que deve ter acordado os vizinhos,
entre outras patifarias. “Mãe né.” (Tradução: Mãe bonecos.) O pai já de cabeça
perdida disse: “ Acabou, vou levá-lo para o quarto dele!”. Já a ver o caso mal
aparado, desisti, cedi à chantagem e acendi o raça da televisão no canal do
Panda. Ainda assim, obrigou-me a ver os bonecos com ele, ai de mim se fechasse
os olhos! O meu rapaz pequeno não voltou a adormecer, senão no carro a caminho
da escola.
Resumindo:
continuo a adorá-lo! ♥J Hoje com um
bocadinho mais de sono.
quarta-feira, 27 de março de 2013
A sério..
Custa-me
a crer que ainda existam pessoas que não percebem a essência da vida. Que com
mais de meio século em cima do lombo, e toda uma vivência de experiências
negativas, umas atrás das outras, como que em competição pelo prémio da “maior
desgraça”, ainda não tenham percebido a causa de todo esse negativismo.
Encaro a vida como um boomerang, o que enviamos para o universo, mais cedo ou
mais tarde é-nos devolvido na mesma moeda. Já diz o provérbio: ” Não desejes
aos outros o que não gostarias para ti”
Até há pouco tempo transtornava-me, saía
fora de mim, quando sentia a maldade e a inveja alheia, mesmo que não fosse eu
ou os meus os alvos de tais sentimentos. Depois passei a sentir indiferença,
hoje sinto uma enorme compaixão por essas pessoas que andam perdidas pela vida
sem saber ao que vêm, porque estão aqui! Muitas vezes dou por mim a pensar no
que sentirá esta gente, meu Deus! O que pensarão sobre esta oportunidade que
lhes foi dada e que desperdiçam dia após dia com mediocridades e merdices. Tenho
para mim que sentem, acima de tudo, tristeza, muita tristeza entre alguns
momentos fugazes de felicidade quando também, partilham tristezas. “Não somos
os únicos!” Ou “bem feito!”
Contudo, o que verdadeiramente me preocupa é o convívio
do meu filho com estas pessoas. Tenho medo que absorva esta infelicidade
alheia, tenho medo que este negativismo seja mais forte do que todo o meu
optimismo e do que todos os meus ensinamentos. Não existiria maior dor do que
ver o meu Di caminhar à deriva pela vida.
terça-feira, 26 de março de 2013
Máquinas fotográficas Parte II
Continua a saga pelo mundo das máquinas fotográficas. Acho
que vou optar por uma Bridge. Qual? Não sei!
segunda-feira, 25 de março de 2013
Trabalhos para casa.
Decorar um ovo da Páscoa.
O meu Di, já trás TPC para fazer, (bemmmm, ao tempo que não escrevia
TPC!!), mas o putito só tem dois anos, apesar
de dizer que tem tês. Com a ajuda da outra mãozita endireita o dedo
indicador e o médio, e sorridente diz que tem tês. Vai uma confusão naquela cabecita loira! Oh, meu Deus! Bom,
mas resumindo, obviamente que com dois anos, ou mesmo com tês, nenhuma criança saberá decorar um ovo da páscoa. Digo eu. O
máximo que o meu Di sabe fazer, em termos de artes plásticas é, pintar o espaço
em branco à volta dos desenhos impressos. Sim, porque na sua cabecinha, não se
pode rabiscar os desenhos! Ele nunca gatafunha um desenho, pinta sempre o espaço
em branco à volta do desenho. Ou seja, ele FAZ o seu próprio desenho!
Pois está claro, e não é preciso ser muito inteligente para perceber que
o trabalho de casa enviado pela creche é para os pais fazerem, e obviamente que
me calhará. Jamais poria algo tão importante para a boa reputação do meu filho,
nas mãos mal-azadas do meu amor grande, que não tem jeito para as artes, nem
tão pouco, tem imaginação. Serei eu a decorar o tal ovo da páscoa! E tempo, Senhor,
onde vou arranjar tempo para isso? A páscoa já está aí à porta! Ai, ai, ai!
O melhor momento do dia
Contemplá-los, (pai, filho e avô) nas suas brincadeiras na areia,
enquanto a abraço (a minha mãe) e agradeço-Lhe, por estes momentos que me fazem
tãooo feliz e pensar que a vida só vale a pena quando é vivida com amor.
Obrigada.
sexta-feira, 22 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
Ontem o meu Di...
... apareceu novamente arranhado, desta vez perto de um dos
olhinhos. Hoje, à porta da escola, não queria sair do carro, e quando o tirei,
chorou todo o percurso do carro até à porta da escola, só se calou quando de
repente se fez luz e lembrei-me de lhe dizer: “ Filho o Pedro já não faz mais
dói-dói.” E até esboçou um sorriso quando a educadora disse: “Oh Di o Pedro
hoje não está cá, foi de férias.” Tenho cá para mim que tenho de tratar do “pêlo”
ao Pedro! Ai tenho, tenho!
Agora a sério, não fico magoada, nem chateada, ou preocupada, quando o
meu Di aparece com uma arranhadela, ou com a marca dos dentes de outro menino
no braço, essas coisas acontecem, quem anda à chuva molha-se e além do mais o
meu Di também é capaz de fazer o mesmo. Encaro tudo isso com bastante naturalidade
e paciência. Mas uma coisa é, de quando em vez, aparecer com uma marca, outra é
aparecer dois ou três dias seguidos arranhado e beliscado. Pior do que isso é ficar
com medo de ir para a escola. Aí, sinceramente, há qualquer coisa que não está
bem e eu terei de interferir. E o que eu acho que não está a resultar é a “fiscalização”
da educadora e da auxiliar, que têm dentro de uma sala, com um pouco mais de 20
metros quadrados, quinze crianças para tomar conta, educar e ensinar. Parece-me
que hoje vou ter que ter uma conversa, obviamente que não será com o Pedro que coitadinho
é tão culpado como o meu Di, mas com gente crescida.
♥
Um
dos meus temas favoritos é o amor. Adoro falar sobre o amor, sobre as pessoas
que amo, sobre as pessoas que amam, adoro canções e mensagens de amor, adoro
corações e cupidos com setas, a própria palavra Amor, só por si é magnífica. O
amor inspira-me a amar, cada vez mais. Sou viciada nesta sensação boa que trago
dentro do coração. Amo muito e muitos. Claro que existem os especiais, a família
que construí, a família que Deus me deu, a família recebi de presente quando
nasci, e que um dia falarei deles, os meus amigos e as minhas amigas. Gosto
destes com um amor e carinho muito especial, mas consigo gostar de uma maneira
geral de quase todas as pessoas que se cruzam no meu caminho. Nem sempre fui
assim, mas a vida ensinou-me a arte de bem receber amor, amizade, carinho e até
mesmo o desdém, a inveja e a maldade alheia, devolvo sempre amor. Tenho para
mim que basta um sorriso sincero impregnado de compaixão para acalmar uma alma
magoada.
Deixo aqui um Senhor, alguém que aprecio muito, alguém que fala, escreve e canta
sobre Amor, como ninguém, alguém com quem me identifico, talvez por vivenciarmos
algumas experiências semelhantes e tão intensas que moldaram a nossa
personalidade para sempre. (Estarei a ser presunçosa por me comparar com o
Bruce Springsteen?) Nesta entrevista, o Bruce Springsteen, descreve, de uma
forma absolutamente fantástica, o Amor como algo vivo em constante movimento. Exatamente
o que eu penso! Acredito que este ser vivo chamado amor é capaz de fazer milagres
pelas nossas e pelas vidas dos nossos. Todos nós.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Máquinas e maquinetas, o que comprar?
Desde que o meu Di
nasceu que a máquina fotográfica passou a ser um elemento de elevada
importância na minha mala. Está ao nível da carteira e do batom para o cieiro.
Não saio de casa sem ela. Quero registar todos os momentos dignos e os menos dignos,
também, para mais tarde recordar. Tenho trauma de infância de ter tão poucas
fotos minhas aquando a idade do meu Di.
Mas estou com um
enormeee problema, a minha máquina está a dar as ultimas, velhinha, velhinha.
Já não obedece ao toque do disparo, só quando lhe apetece é que tira umas
fotos, normalmente quando já não apetece ao meu Di estar em pose.
Pesquisei, pesquisei e
decidi que vou seguir o conselho da Pipoca Mais Doce, que me parece estar bastante informada
acerca destas tecnologias fotográficas, e comprar esta. A ver vamos.
terça-feira, 19 de março de 2013
Pipinha nas compras.
Por vezes irrito-me a mim própria, sou um bocado indecisa na hora de
comprar roupa e pior, também sou forreta. Acho mal empregue aquele
dinheiro, penso que talvez encontre mais barato e acabo sempre por nunca comprar
o que verdadeiramente gosto. Quando me decido chego tarde.
The other hand, sou
o oposto com os outros, nunca acho mal empregue o dinheiro que gasto com os que
gosto e compro sempre o melhor, mediante as minhas posses, obviamente.
Ainda ontem experimentei um casaco para lá de fantastique no Massimo Dutti. Trouxeram-no vocês? Pois é, assim o
trouxe eu! Em compensação passei na Pré-Natal e vim de lá carregadinha que nem
um ovo de coisinhas lindas para o meu petit fils.
Tenho para mim, que terei de começar a dividir melhor o bem pelas aldeias.
Eu e a natação
Há anos que pratico natação. Se fosse brasileira diria
que nado prá xuxu, como sou
portuguesa digo que nado comó caneco. Mesmo em estado interessante não faltei a
uma única aula, até levar um pontapé bem assente na nádega direita e pirar-me
dali para fora. Era o sítio onde me sentia melhor, leve como uma pena, mas tive
de desistir não fosse o rapaz pequeno ser expelido com um pontapé, de algum
cachalote inexperiente, e nascer ao que se chama a jacto, ali mesmo, na
piscina.
Bom, mas toda esta conversa não é para falar da minha
gravidez, nem tão pouco para mencionar os benefícios da prática desportiva, é
sim, como que para expelir um pequeno desabafo.
Então é assim, em todos estes anos de natação foram
várias as vezes que vim para casa, não em pelota, mas quase. Melhor, sem roupa
interior. Esqueço-me variadíssimas vezes de levar as cuecas e / ou o soutien
para vestir depois do banho e entre vir sem roupa a vir com uma cueca já usada,
obviamente, prefiro o desconforto da costura de umas calças de ganga. Sou
muitoooo esquisita no que toca ao asseio, limpezas e afins. Mas a coisa até nem
ficava muito mal se o meu bloqueio mental ficasse por uma cueca e até daria
jeito, no caso de ter um acidente, os bombeiros já teriam parte do serviço
feito. Mas o pior, é que ontem não me esqueci de um mísero parzinho de
cuecas, NÃO! Tive logo que me esquecer da toalha do banho. A PRÓPRIA DA TOALHA!
Posto o esquecimento, primeiro, pensei enxugar-me à
camisola de interior, mas depois lembrei-me das vezes que vou lavar o carro na
máquina do Sr. Zé das bombas. Adoro ver as gotinhas de água a desaparecerem
debaixo daquele secador potente, penso sempre no jeito que um daqueles me fazia
lá em casa. Ficaria com o cabelo que era um miminho! Volumoso, volumoso! (ou
sem ele!)
– Olha, e que tal fazer de conta que sou um Ferrari? –
Pensei, encantada com a ideia. - E porque não?! – Insisti.
Agarrei-me ao secador e sequei cada milímetro do meu
cabriolé, debaixo do olhar trocistas das restantes nadadoras.
Tenho para mim, que estes finais de aula não me andam
a correr nada bem!
sexta-feira, 15 de março de 2013
A palavra mágica.
Ando
a ler o livro “A Magia” da Rhonda Byrne. Tudo o que lá está escrito não é novo
para mim. Desde há muito que sei e menciono a palavra mágica. “Obrigada”,
digo-a constantemente. Tenho muito por e a quem agradecer.
Contudo
um dos exercícios propostos logo no início do livro é, todos os dias pensarmos
nos melhores momentos do dia e escolhermos e agradecermos o melhor de todos. Eu
costumava agradecer por todos os momentos, os bons e os maus que também fazem
parte do dia-a-dia e da vida e aplicar a minha velha máxima de ver o lado
positivo de todos os momentos negativos. No entanto, resolvi adoptar este exercício
proposto pela Rhonda Byrne aqui no meu blog. Sempre que me apetecer e achar próprio
de partilha, escreverei o melhor momento do dia anterior e agradecerei a Deus e
ao Universo.
Assim
sendo, ontem o meu melhor momento foi a troca de miminhos e beijinhos entre mim
e os meus dois amores, o pequenino e o grande, aquando a chegada do último,
para mais um fim-de-semana em família. Obrigada.
Sr.
Filho, já foi à escola. Não muito contente lá isso é verdade, também depois de
quase uma semana de balda e de pura galhofa, quem quereria assumir de novo
qualquer responsabilidade? É como ir trabalhar à segunda depois de um
fim-de-semana prolongado. Eu também não me apetecia nada separa-me dele. À
porta da escola ainda hesitei mas… lá teve de ser. Foi com uma lagrimita no
cantinho do olho muito agarradinho ao meu pescoço e a dizer “nãooo mãe”. Entrei
no carro com as pestanas húmidas. Oh meu Deus, o coração de mãe sofre.
Eu e os meus cabelos
Tenho
um cabelo híper fino, sem volume e liso, lisíssimo. De tão liso que é, não
consigo que nenhum gancho ou qualquer apetrecho se mantenha nesta linda
cabecinha por mais de uma hora. Irra cenouras e curgetes! Mas o que mais me
irritava é que havia alturas do ano em que o dito ficava super oleoso, do
género de lavar de manhã e à noite estar numa lástima.
Uma
vez, em casa dos meus pais experimentei lavar a cabeça com o Shampoo do meu pai.
Kerium Extra Gentle da la Roche Posay. Adoreiiiiii! Nunca mais o larguei. Deixa
o cabelo super suave, leve, brilhante e volumoso. E tem um cheiro tãoooo agradável
que permanece ao longo do dia. Até pode ser usado por crianças porque é um
shampoo de uso frequente para couros cabeludos sensíveis e por isso não é
agressivo.
Na
minha ida ao dermatologista comentei contente a minha descoberta. Reposta do
médico: “Ah sim, o Kerium da La Roche Posay é o Shampoo que eu uso. É muito bom
e resulta muito bem no seu tipo de cabelo. É o Rolls Royce dos Shampoos!”
Oh
pá se é tudo isso é mais alguma coisa porque que nunca mo receitaste, meu
estupor. Tantas vezes me queixei e tu nada. Queria-lo só para ti! Estavas com
medo que eu esgotasse o stock?! – Pensei e tive vontade de dizer, mas não tive
coragem.
Agora
só para não seres invejoso vou anunciar no meu blog que é para a malta toda
comprar! Isto se alguém ler o meu blog, porque eu acho que ninguém o visita.
Quer dizer as estatística anunciam que tenho público na América, Portugal,
Alemanha e Brasil. Vamos lá a ver! Olha ao menos serve de confessionário.
quinta-feira, 14 de março de 2013
Ai o Inverno, o Inverno que dá cabo de nós!
Sr.
Di apanhou uma valente gripalhada, acompanhada de uma tosse cavernosa que lhe
parece fazer saltar os pulmões cá para fora e deixar-lhe a cabeça em órbita,
que por sua vez deu boleia a uma crise aftosa que o impede de comer.
Resumindo:
Não dormimos desde segunda-feira, duas idas ao hospital, Di de novo a
antibiótico a pedir “pólo” (tradução: colo) e miminhos a todo o momento e eu
sem poder trabalhar e com tanto papel para despachar.
Por
tudo isto, que não tem sido nada pouco, não tenho tempo para escrever no meu
querido blog.
Enfim,
melhores dias virão e o que interessa é que o meu Di já está muito melhor.
Na
parte que me toca aplico a velha máxima, que me acompanha há muitos anos, encontar
algo positivo em qualquer situação negativa. Aproveito-me desta malvada e
pestilenta enfermidade, em que o tenho comigo todo o dia, para tirar a barriga
da miséria e receber e retribuir beijinhos, abracinhos, miminhos, cafoné, e
outras lamechices que me sabem tão bem. Quem é mãe compreende.
Só
um aparte, a médica diz que as crianças da idade do meu Di apanham em média dez
gripes por ano. Oh valha-nos Deus, que ainda só vamos na segunda.
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