sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Dois anos já passados...


Dois anos mágicos, cheios de alegria e de amor. Ensinaste-me a amar como nunca pensei ser possível. Ensinaste-me a viver, ensinaste-me a Ser. Transformaste-me naquilo que sou hoje, bem melhor do que aquilo que um dia fui. Mostraste-me o caminho da felicidade simples e verdadeira onde não existe espaço para tristezas.
Quando te senti nos meus braços pela primeira vez jurei-te amor eterno, rezei até ser dia por tamanha dádiva, agradeci a Deus um milhão de vezes por me ter confiado alguém tão especial. Hoje, continuo a agradecer-Lhe o prazer de te ver crescer e evoluir dia após dia. Agradeço-Lhe quando oiço a tua vozinha de bebé a dizer “mãee”, agradeço-lhe quando à noite te embalo nos meus braços e sinto o cheiro doce dos teus cabelos, agradeço-Lhe quando te oiço gargalhar, agradeço-Lhe a vida que nos deu e o amor que construímos e peço, peço com afinco que me dê muitos anos na tua companhia. Sonho o melhor para ti, mas especialmente desejo muito que sejas sempre feliz, assim como és hoje.
Amote para além da vida. Amote desde sempre e para sempre.

Não te troco, não te dou, não te empresto.






Ontem não foi o dia ideal mas foi bom. Não tive a companhia do meu mais-que-tudo na minha, na nossa cama. Não pude enroscar-me nos seus braços e sonhar com o futuro risonho e feliz que nos espera e saborear o presente fantástico que temos.
Mas ainda assim gostei. Gostei deste dia de São Valentim na companhia do meu grande amor pequenino (e dos meus pais também). Traz-me boas recordações. Fez ontem dois anos que o meu Di manifestou a sua vontade de conhecer o mundo. Foi na noite de São Valentim que corremos para a maternidade. Estava na hora, finalmente íamos ter o tão desejado encontro. Finalmente ia poder tocar-lhe, cheirá-lo, mimá-lo, perscrutar-lhe cada centímetro de pele e amá-lo muito. ♥
 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Há dois anos foi assim...


Quando esta noite soarem as onze badaladas estava eu a caminho da maternidade. Tínhamos feito o percurso uns dias antes, para não nos enganarmos, não fosse o rapaz pequeno estar com pressa de dar o arzinho da sua graça, mas pimba, o meu pai com os nérvusss enganou-se, mas também não fez mal, o pequeno só se decidiu a presentear-nos com a sua boa companhia dois dias depois. Já nesta altura era pirata. LOL  Boas recordações. ♥
Tu ohhh piqueno, já mudas-te a minha vida… e para muitooo, mas mesmo MUITO melhor.
Amo♥te para além da vida.

Bom dia dos namorados... I Love You


Adoro o dia dos namorados e todas as pirosices associadas a este dia. Coraçõezinhos, cupidos de arco e flecha prontos a disparar amor por tudo o que é sitio, postais com ursinhos apaixonados... Aliás adoro tudo o que tenha a ver com amor, não fosse eu uma inveterada enamorada do próprio do amor. Sou romântica, amo a ideia de amar, adoro estar apaixonada, eleva-me às estrelas. Adoro namorar o meu amor, aquele que escolhi para partilhar a minha vida, aquele com quem partilho o maior dos tesouros, o nosso filho, aquele que hoje está longe… lá bem longe mas em quem, ainda assim, não deixo de pensar a cada minuto da minha, das nossas vidas.
Amo♥te daqui à lua. (ir e vir) 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013


Estou de rastos, cansada, cansadinha para xuxu. Isto de ter que me levantar às 4h de la matina para dar o antibiótico ao meu Di, está a dar cabo da mim. Sou o oposto do Prof. Rebelo, eu admito, preciso de dormir. O ideal seria dormir muitoooooooo mas como o Sr. Meu filho não deixa, se dormir pelo menos 7 a 8 horas, já me dou por satisfeita.  Quando o despertador toca às 7h para me levantar parece que está a passar o comboio por cima de mim. Como diria o meu querido Bruce:

At night I wake up with the sheets soaking wet
And a freight train running through the
Middle of my head

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Quando tudo nos corre bem...



… zás catrapumba, pimba, toma lá e vai buscar. Foi assim, esta semana, levei uma paulada daquelas… O meu filhotinho começou com febre, desenvolveu para febre muito alta. Diagnóstico: pneumonia. Mas mal o menor, a febre já passou agora é tratar a infecção e mimo, muito mimo da sua mãeiii querida.

PS. O Carnaval já era… fica para o ano a festarola na nossa terra, vamos vestir o Faísca Mcqueen em casa.

Pensamento Positivo! 


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Planos para o fim-de-semana


Dormir o que o meu Di permitir e lhe apetecer, recarregar baterias para mais uma semana cheia de saudades do meu amor, do nosso amor, do pai, do marido, daquele que tanta falta nos faz todas as noites, aquele que durante toda a semana deixa o lugar na nossa cama vazio e frio.
Limpar, lavar, arrumar, organizar, planear…
Ver filmes, ler, brincar, contar histórias, beijar muito, rir até doer a barriga… Amar, amar muito. 



Preparada para um novo e melhor dia… afinal de contas o meu amor regressou para mais um fim-de-semana a três.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Hoje preciso muito do sorriso lindo do meu filho. Preciso muito do seu abraço bem apertadinho acompanhado de beijinhos húmidos que me lambuzam o rosto. Hoje preciso muito de sentir as cócegas daqueles cabelinhos louros fininhos e sedosos no meu nariz a cada inspiração e expiração minha, na hora de adormece-lo. Hoje preciso do seu carinho e do seu amor autêntico, único e apaziguador.  
 

Hoje tem sido assim


Qual pensamento positivo, qual quê! Por mais boa vontade, por mais que lute contra a maré, inspire e expire quinhentas vezes, posso até imaginar-me num campo cheio de flores lindo e maravilhoso, mas até o “piu, piu” da passarinhada me dá cabo da cabeça. Caramba!, nem o ahaha… moment da Oprah Winfrey me safa! Irra, existem dias que mais valia não sair da cama. SOCORRO, agarrem-me, agarremmmm-meeeeee.... que eu já não posso ouvir o chefe.

Existem pessoas capazes de contaminar todo um ambiente com o seu negativismo.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Tenho saudades...


... das mensagens da Miss Glittering que acompanho, não desde sempre mas há muito tempo. Há tanto tempo que, ler o seu blog se tornou num dos meus hábitos diários favoritos. Adoro tudo o que escreve e especialmente aprecio o optimismo com que encara a vida e o amor que deposita em cada post, em cada frase e em cada palavra que escreve. As suas palavras dão-me alento naqueles dias mais cinzentos, dão-me vontade de, também eu, escrever coisas bonitas e de apreciar e aceitar o mundo e as pessoas tal como eles são.

Tenho saudades desta desconhecida que já considero uma amiga.

PS. Espero que esteja tudo bem e que o motivo do silêncio seja apenas um “agora não me apetece.” 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Não deviam existir títulos, não tenho imaginação para isto.


Ainda ontem pensei cá para com o meu fecho eclair, “Sou muito mais feliz quando não vejo o telejornal”. Passo a corrigir, sou muito mais feliz quando o que vejo na TV se resume ao Bombeiro Sam, ao Noddy, ao Pocoyo, à Lebrinha Cor de Mel, entre outros do mesmo género, porque tudo o resto dá dó, deixa-me depressiva, pessimista, de mau-humor, levada do diabo, rabugenta e impaciente.
“Adivinha o quanto eu gosto de ti... lai, lai, lai..., adivinha o quanto eu gosto de ti… lai, lai, lai…”

Por lá foi assim...



Acredito que não nos cruzamos no caminho de alguém por pura coincidência, mas porque Deus assim o destinou e nós assim o desejámos. Sei, por experiência própria que recebemos na mesma dosagem o que oferecemos, o bom e o mau, não interessa o contexto nem a via, Deus encarrega-se dos detalhes. E tenho a certeza, que aqueles meus amigos lá longe, num país não tão distante assim, receberão tudo o que o universo tem de melhor, porque merecem, porque são genuinamente bons, porque oferecem o que de melhor têm, um coração do tamanho do percurso Lisboa / Londres.
Nunca esquecerei e serei eternamente grata a forma como eu e os meus fomos recebidos por aquelas pessoas que mal nos conhecendo abriram-nos as portas da sua casa, abraçaram-nos e trataram-nos como seus, mais do que como família, trataram-nos como amigos. E são, são amigos verdadeiros, dos bons, daqueles que não se podem perder, daqueles que desejo preservar o resto da vida, daqueles que ficam para sempre no coração.

Regressei com alma e o coração repletos de amor. Gratuitamente e sem que dessem por isso estes meus queridos amigos ofereceram-me uma importante lição de bonomia, de abdicação, de amor e de amizade. Fizeram-me acreditar naquilo em que há muito não acreditava, nas pessoas, de que nascemos intrinsecamente bons e que somos capazes de gostar para além de interesses.

Mas nada acontece por acaso e por algum motivo Deus reuniu-nos de novo e acredito que foi por mim, fui a mais beneficiada, trouxe o amor e a paz que há muito precisava.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013


À S e à M



O meu leque de amizades não é dos mais vastos, nunca foi! No facebook, por exemplo, tenho trinta e poucos “amigos” e a maior parte deles nem sequer amigos são. São apenas meros conhecidos com quem gosto de trocar algumas palavras, mais por simpatia do que por interesse. Trinta e poucos amigos, comparativamente com os quatrocentos ou quinhentos amigos de outros “amigos”, é nada! Fazer amizades nunca foi o meu forte. Em miúda e na adolescência era envergonhada demais para meter conversa até com a minha própria sombra, mais tarde fiquei muito exigente, não admitia qualquer erro ou desagrado, idealizava amizades perfeitas, sem que nenhuma das partes nunca se magoasse ou duvidasse. Actualmente, considero-me muito mais tolerante, não exijo perfeição pois acredito que somos naturalmente imperfeitos. Foi assim que Deus decidiu que deveria ser. São estas imperfeições que nos tornam nos seres perfeitos que somos. Talvez por compreender melhor a nossa existência apreendi a aceitar cada um como verdadeiramente é, não querendo dizer que aprecie todos. Errar, desiludir, magoar, desagradar, são características que também definem a nossa condição humana.

Tudo isto para dizer que tenho duas amigas eternas (a S e a M) que me acompanham desde sempre. Duas amigas que valem pelos trezentos e poucos “amigos” que me faltam no facebook para atingir um certo estatuto social nesta rede de amizades. Duas amigas que amo e que apesar de não nos correr o mesmo sangue nas veias, são as minhas irmãs do coração. Têm ambas personalidades distintas e vincadas, muitos defeitos, muitas qualidades. Mas eu gosto delas assim, tal como são, admiro-lhes as qualidades e não gosto dos defeitos, mas tolero-lhos. Admiro-lhes o Ser. Acredito que a nossa amizade permanecerá até ao fim dos nossos dias e que um dia as nossas almas se reunirão lá onde se encontram todas as almas boas. 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Bom dia vida!



Sou uma chata de uma optimista, pode estar a cair a casa que eu digo, “calma, vamos pensar numa solução”. Em todos os momentos desesperantes da minha vida, que graças a Deus contam-se pelos dedos de uma mão, que chegam e sobram, mantive uma calma, desesperante para os demais, e melhor ainda (pior para os stressados por natureza), dei sempre a volta à questão e consegui ver o lado positivo da tragédia.

Não, não vejo o mundo em azul-bebé com pintas verde-alface, não sou irrealista, não vivo num mundo à parte perfeito e belo. Pelo contrário vivo a minha vida com veracidade, contudo não me deixo ir abaixo com insignificâncias, e encaro sempre o lado positivo de cada história, de cada pessoa, de cada momento. Quero lá saber se há muito trânsito, ou se planei uma ida à praia e está a chover a potes, ou se adoro aquele par de sapatos, mas já não existe o meu número. O exterior não interfere na minha felicidade, apenas o aceito.
É verdade que nem sempre foi assim, conquistei aos poucos este estado de consciência em que vivo. Mudei a minha opinião acerca de Deus e do mundo quando há sete anos Ele enviou uma doença gravíssima, mortal para a maioria dos pacientes, a uma das pessoas que mais amo e a que mais admiro. Contudo, ainda esta manhã tomámos o pequeno-almoço juntos e percorremos o caminho para o trabalho a rir das peripécias do meu filho, o seu neto mais querido, o seu putinho.

Quando penso porquê que Deus ofereceu um cancro pulmonar ao meu pai dez anos após o ter presenteado com um na garganta, acredito que foi a única forma de nos abrir os olhos, de fazer um reset na nossa mente, de nos achocalhar as ideias e o coração. Foi como se nos desse um calduço e dissesse: “é pá deixem-se de merdas, amem, acarinhem e gozem a família fantástica que têm, respeitem-se, olhem que esta vida acaba depressa por isso aproveitem ao máximo a companhia uns dos outros e sejam felizes, caramba!” Recebi esta mensagem numa daquelas noites, em que chorava baixinho deitada na minha cama, enquanto ouvia o meu pai a vomitar as entranhas depois de levar uma dose da bem dita quimioterapia, que juntamente com as minhas preces e o optimismo da minha mãe nos ajudou a salvar a vida do meu pai. Depois disso percorri um longo caminho de busca, e ainda o percorro diariamente, nem sempre preenchido de certezas, especialmente quando me deparo com a infelicidade, a falsidade e a inveja alheia. Mas quando olho para trás, quando encaro o meu presente e quando penso no meu futuro, só posso agradecer a Deus, por tudo o que me deu. Sou uma miúda de sorte, tenho uma boa estrela, não tenho motivos para encarar a vida de forma pessimista, tenho tudo o que desejo, sou amada, sou desejada, tenho uma família linda e cheia de saúde, um filho lindo e saudável, adoro o que faço, adoro escrever e até tenho dinheiro para comparar um lindo par de sapatos sempre que me apetece. Quando penso em todas estas coisas e em tantas outras alegrias, julgo não ter sequer o direito em me chatear com as pequenas indisposições que Ele nos envia para nos testar. E olhem que a mim…, testa-me todos os dias!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Planos Furados


Pois é, já devia ter aprendido a lição, e não fazer planos quando o meu Di faz parte desses mesmos planos, e a verdade é que faz sempre. O rapaz pequeno é a personagem principal da minha vida. 

Resumindo, este fim-de-semana estava convencidíssima que ia descansar muuuuitooo, dormir muuuiiiitoooo (hoje em dia 8 horinhas é mais do que bom), pôr a leitura em dia, alapar o rabo no sofá e não mais o tirar de lá a não ser para responder às minhas e às necessidades básicas da minha cria, mas nãooooo. NÃO aconteceu nada disso. O meu Di ficou com uma tosse infernal que o atacava especialmente quando estava deitado e não dormiu nem isto, nem uma pontinha, nem de noite nem de dia. Irra, maldita tosse que não largava o meu pirralhinho. Passei as noites em claro com o meu Di ao lado, ora vira para lá, ora vira para cá, couf, couf couf, mais uma biqueirada nas minhas costelas, destapa-se, couf, couf, couf e agora quase que cai da cama, “e agora é que eu arranjei uma bela posição, aiii como eu adoro deitar-me em cima da minha mamã, estou mesmo bem, vou dormir um bocadinho enquanto ela zela pelo meu soninho.”

Adoro quando o meu Di adormece em cima de mim bem coladinho ao meu coração, cujo bater só ele conhece profundamente, tem este hábito desde que nasceu, mas a verdade é que eu não consigo pregar o olho com ele nesta posição, tenho medo de me virar e o magoar, então passo o tempo que ele dorme em silêncio abraçada a ele, a sentir-lhe o cheirinho dos cabelos fininhos, que de quando em vez me fazem cócegas no nariz. Aproveito para fazer planos a longo prazo, (sim, porque eu cá é que não sou parva, já não me engana mais nenhuma vez, pelo menos até me esquecer da última J), e até faço a lista de compras para a semana. Mas essencialmente agradeço. Agradeço a Deus o melhor que algum dia recebi, este filho que amo tanto, e que me faz tão feliz.

Deixa lá dormes para a semana! – penso satisfeita abraçada ao meu maior amor.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Vem aí o fim-de-semana

Há muito que não desejava tanto um fim-de-semana como este. Preciso de descansar, dormir e curar este início de constipação que se avizinha. Vou meter as pernas a caminho do meu lugar de eleição e dar muitos miminhos ao meu amorzinho pequenino e receber outras tantos do meu amor grande. Matar as saudades e carregar baterias para mais uma semana que se adivinha cheia de saudades, sem ele ao meu lado todas as noites.

Coisas do Sr Di, meu rebento.


Ontem o meu Di estreou-se no Circo. A educadora diz que nunca largou o seu ar muito sério e observador, nunca tirou os olhos do leão que estava no topo da arena, (não fosse dar-lhe a travadinha e ter que ser ele a domá-lo com o seu rugido e com a mãozinha canina em riste: dah, dah, dah… Sim, tenho para mim que o meu filho seria capaz de amedrontar a fera mais perigosa do planeta e com um simples “dah, dah, dah” meter-lhe o rabinho entre as pernas) , e não achou muita graça quando o palhaço atirou com uma mão cheia de pipocas para cima dos coleguinhas que estavam ao lado dele.

Coisas do meu Di que não dá confiança a mal vestidos. 

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O meu grande amor pequenino


Com o meu filho obtive o maior dos ensinamentos da vida. Não importa a raça, mãe é mãe! Protege, luta, acarinha, castiga, defende, mima, tudo em prole deste amor incondicional que vai para além do Além.