segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012


(imagem: and it's love)

O papá marchou até aos Alpes Suíços, à travaille, é claro! Pois que nós não o deixávamos ir sozinho caso assim não fosse. Sua alteza, o filhote, e sua aia, a mamãzinha, (com muito prazer!) marcharam até à praia. Passeámos de triciclo e até tivemos direito a pisar a areia. Estava um dia lindo, quase perfeito, não fossem as já sentidas saudades do nosso amor.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Ontem foi dia de queixas da professora do meu D

O meu pequeno piratinha decidiu distribuir beijinhos por todos os coleguinhas da sala. Seria genuinamente enternecedor este seu gesto ternurento e amigável, não fosse o caso de utilizar os seus dentinhos afiados para pespegar os ditos ósculos. (adoro esta palavra! Parece nome de peixe.)
Na sua investida não escapou a cabeça da Nônô, o pulso do João e a mão do Diogo. Assim todos de uma rajada. Zupppa. Tomem lá e não digam que vão daqui.
Quando recebi a queixa preguei-lhe um ralhete, que julgo não ter sortido qualquer efeito, já que me rendi ao seu sorriso encantador e o enchi de beijinhos repenicados. (sem dentes.) 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Hoje fechei a loja

                            (Imagem -temp files)

Parece que levei uma paulada na nuca. Dói-me tudo, desde a ponta do dedo do pé até á ponta do meu maior fio de cabelo. Cheira-me que é mais uma das viroses que o meu D trouxe para casa. O meu D está de greve, não come. E o pouco que come vomita.  Mas sempre com um enorme sorriso nos lábios. Que amoroso que o meu menino é.




quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Há anos...

 ...que frequento a zona de Sesimbra e nunca tinha ido ver o Carnaval. Confesso que desde miúda, que não sou dada a carnavalices nem a nada dessas esquisitices, mas digo-vos sinceramente, então não é que aquela festarola surpreendeu-me. E pela positiva! Quase parecia que estava no sambódromo do Rio. (mentirinha, estou a exagerar.) Existiam fatos e fatiotas para todos os gostos. E havia quem não tivesse fato nenhum, ou apenas um fio dental a tapar sabe-se lá o quê. (Houve momentos que fiquei na dúvida.) Existia “peixe” para todos os gostos. Desde a petinguinha bem torneada, ao bife de atum gorduroso e enjoativo. Cada um mostrava os seus dotes de dançarinos e havia quem mostrasse outras coisas mais.
No ímpeto da algazarra, até eu dei um pezinho de dança ao som dos tambores. Mas o que eu mais gostei foi de ver o meu D, enfiado na sua farta cabeleira loira de palhaçinho. Isso é que foi Carnaval!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Ontem foi como os ciganos...

… ou quase! Aliás, foi muito parecido. Em número foi precisamente o mesmo, só mudou o género. Foram 3, mas não foram 3 dias de festa, foram 3 festas. Uma de manhã, na escolinha, uma ao almoço, e uma ao jantar! Cada vez que um de nós cantava os parabéns o meu D sacudia as perninhas e intervalava entre umas palminhas e uma “pitinha põe o ovo”, mas sempre, com um enorme sorriso. Quando todos nos calávamos, começava ele a cantarolar e a bater palminhas. Um amoroso, o meu filhote. Tanta alegria, tanta felicidade, tanta simplicidade, tanta autenticidade. Tanto para ensinar, a tanta gente.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Parabéns ao meu filho

Faz hoje 1 ano quando o vi pela primeira vez. Nunca esquecerei o seu rostinho pequenino imaculadamente perfeito. Jurei-lhe amor eterno e rezei até ser dia. Agradeci a Deus, ao Universo uma, duas, três, cem, mil, um milhão de vezes por tamanha dádiva.
Hoje festeja o seu primeiro ano de vida. E tão cheio de vida que ele é! Tanta energia, tanta alegria, tanto amor. Cada dia mais inteligente, mais hábil, mais perspicaz e simpático. De sorriso fácil sempre pronto para mais uma gargalhada. Vê-lo crescer e amá-lo é o melhor que a vida me dá. É a minha fonte de inspiração, a minha maior razão de viver, esta vida que deixou de ser só minha, para passar a dividi-la com este pequeno grande Ser, que tanto amo.
A tua chegada deu um outro sentido à minha vida, uma importante e saborosa razão de viver. Amo-te muito.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Mémories

Faz hoje 1 ano estava eu deitada num dos quartos da MAC. Até à hora nada de contracções nem outras complicações. Só as águas que rebentaram durante a madrugada indicavam que o meu querido D estava-se a preparar para nos saudar com o seu nascimento.  

E o pai que nunca mais chegava! Irra, maldita greve dos transportes! Sempre em ocasiões impróprias.

Pelas 9:00am  entra a médica de serviço, (rodeada de estagiárias armadas em Sô Doutoras, de estetoscópio à volta do pescoço), e espeta-me aqueles dedos horrorosamente compridos. Do mais brutamontes que possa existir.

- Aiiii… - gemi de dor. 
- Doeu?? E isto não é nada. – Gozou uma das estagiárias.
- Burricalha, parvalhona. – Pensei.
- Ohhhh, isto ainda está muito atrasado… - constatou, a burricalha mor.

Confesso que estas Sô Doutoras irritaram-me à séria. Tenho para mim que, a ausência de um dos três H (Humanidade, hombridade e Humildade), é falta de carácter.

O primeiro aniversário do meu D

Amanhã o meu D celebra o seu primeiro ano. de vida. Para a escolinha decidi eu própria fazer o bolo. Será de cenoura. Simples e saudável.

Ingredientes
3 cenouras grandes cruas partidas aos bocados
2 chavenas de acucar
1 chavena de oleo
4 ovos
2 chavenas de farinha
1 colher de chá de fermento



Preparaçao
Deitam-se todos os ingredientes à excepção da farinha e do fermento, na liquidificadora (maquina dos batidos).
Quando a cenoura estiver toda triturada, tudo em creme, deita-se a mistura numa tigela e junta-se a farinha.
Mistura-se bem e vai a cozer em forma sem buraco, barrada de margarina e polvilhada de farinha.

PS: Vamos lá a ver se não o queimo!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Mémories

Fará esta madrugada 1 ano que me vi grávida pela última vez; em que tu ainda vivias neste espaço exíguo só nosso, onde partilhávamos cada segundo da nossa existência; em que ainda eras só tu e eu; em que ainda eras só meu.

Anuncias-te a tua vontade, estava quase na hora. Rumámos (nós, o avô e a avó) à maternidade, mas tu vacilaste. Ainda era muito cedo. Só nascerias dali a 26 horas. Foi a melhor noite do “Dia dos Namorados”, que alguma vez tive ou terei.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Adoro estes fins-de-semana em família

Têm sabor a amor confitado em cama de alegria. Cada vez mais, aprecio a constante presença dos meus pais na minha vida, aliás, nas nossas vidas. Estes avós babados e orgulhosos dos seus mais recentes tesouros, o meu D e a minha sobrinha, que lhes trouxeram uma lufada de ar fresco e vitalidade às suas vidas. Os sorrisos, os beijos e os abraços de boas-vindas à chegada como se não nos víssemos há meses, e o até manhã, com a certeza de que é mesmo até amanhã, mas que perante as doze horas de pernoite, que se avizinham, parecem uma eternidade.

Desde miúda que sempre me agradou estar com os meus pais. Não falo só em viver com eles, em partilhar o conforto de uma vida despreocupada sob as suas alçadas protetoras, mas sim conviver, divertir-me, brincar, e apenas estar. Estar só por estar, só para os ver, só para os admirar e sempre, sempre para os proteger. Quase sempre foram bons momentos, quase sempre foi boa vontade, quase sempre foi felicidade, quase sempre foi harmonia, mas sempre, sempre foi amor.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Ando cá com um azar do caneco


Primeiro, queriam-me cortar a luz. Hoje, logo pela manhã, já com o rabo do meu D ao léu (a cheirar a cocó que tresandava), em riste para ser lavadinho, (em casa nunca uso toalhetes, “não há nada melhor do que a água para lavar todo e qualquer excremento humano” - palavras da pediatra) e com a água a correr há mais de 5 minutos e nada daquele magnifico calorzinho! NÃO HAVIA GÁS!

– Ohh, NÃO! Valha-me Deus, Nosso Senhor Jesus Cristo então, tu queres ver que me cortaram o gás! – pensei, já arrepiada, enquanto me antevia dentro do polibã, enregelada, enquanto tomava um banho gelado. (Nestas alturas torno-me na mais católica das cristãs!)

Resumindo: ouve uma fuga de gás à entrada do prédio e tiveram de cortar o dito cujo em todo o edifício. O meu cabelo está nojento, de tão oleoso está colado à nuca. Sim, porque água fria nem vê-la. Não tenho coragem, não consigo de maneira nenhuma, meter-me debaixo de um chuveiro com água a menos de 38.º. O meu D teve que limpar o rabinho com as Huggies e não pôde fazer o seu "chapinhanço" matinal. O maridão foi o único que se safou, pois levantou-se às 6h da matina e a essa hora ainda não se tinha dado o dito incidente. Só espero que logo à noite já tenham reposto este precioso bem de primeiríssima necessidade, caso contrário teremos de emigrar para a casa dos meus papás.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Será que é de mim...


Será que ando extremamente sensível, ou tenho mesmo razão, e é uma grandessíssima falta de educação tratar alguém por “Ela” ou por “Ele”; “Aquela” ou “Aquele”? Ehpá, dá-me cá um nervoso miudinho quando ouço estas blasfémias. Soam-me a obscenidades. Juro que prefiro ouvir um palavrão bem puxado, a um “Ele” ou uma “Ela”. E pior ainda, quando empregam estas mini-asneiras (nem sei o que lhes chamar!) não só para substituir o nome próprio de alguém, como também, para se referirem a alguém presente no mesmo espaço físico. Ali mesmo, lado a lado! Coladinho! Ombro no ombro! Face to face! Raiosmapartam se isto não é uma verdadeira falta de educação.
Conheço uma família onde todos se tratam desta forma. A mãe, não é a “mãe”, nem é a “mulher”, nem mesmo é o seu nome próprio, é “ELA”, o filho não é o “meu filho” ou o “teu irmão” é “ELE”. E quando se referem aos de fora, piora ainda mais um pouco. Fazem-no sem qualquer pudor ou consideração. Quando, ocasionalmente, utilizam o nome próprio para se referirem a alguém, não usam os triviais títulos, “Senhor” ou “Senhora”. Mesmo que esse alguém seja uma Senhora para cima dos oitenta anos. Rrhhhhhh, caaa nervos.
Tenho para mim, que não precisamos de seguir um protocolo rígido, até porque sou apologista de uma vida descontraída, mas não exageremos. Tratarmo-nos com modos, consideração e amabilidade é uma questão de educação e não de formalidade.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Que abençoada que eu sou



Logo pela manhã levo tantos miminhos do meu filho. Sou coberta de beijinhos babosos que me roubam o creme e me deixam o rosto molhado e escorregadio, festinhas sapudas, abracinhos fortes e amorosos, mordidelas indolores, sorrisos traquinas, tudo à mistura com umas quantas “pitinha põe o ovo” e umas palminhas de comemoração por mais um dia que se avizinha fantástico cheio de energia, alegria, novidades e muito amor. As nossas manhãs são sempre soalheiras e coloridas, mesmo que faça tempestade lá fora. Mesmo que chova a potes, mesmo que faça um frio de rachar, as nossas manhãs são sempre calorosas e animadas. São sem sombra de dúvida uma das partes do dia que eu mais aprecio. Esta demonstração de amor inabalável e gratuito dá-me força e inspiração para enfrentar mais um dia com humor, serenidade e boa vontade.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Fim-de-semana


Por vezes, sabe-me tão bem um fim-de-semana assim caseiro, sem pôr o pé na rua, sem tirar o robe quentinho (feio que até dá dó, mas quentinho como ele só!), enroscadinha nele a ver as nossas séries favoritas, enquanto o nosso filho brinca cheio de energia viva mesmo ali à nossa frente para, de quando em vez, nos felicitar com o sorriso maroto mais lindo do mundo. Adoro quando ficamos só os três. Reforçamos os laços, enriquecemos a nossa existência de amor e carinho profundos, damos asas à imaginação e inventamos novas brincadeiras. Adoro a minha pequenina família, grande em Amor. Fecho as portas à mediocridade e embriago-me desta alegria de viver este grande amor.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012


2 horas à espera para  fazer um RX. Depois de uma dolorosíssima espetadela de uma agulha de quase 30 cm, para análises ao sangue, (estou a brincar, não doeu tanto assim! A enfermeira foi impecável!), esfomeada, já quase a desfalecer, cheia de tonturas e de nervos devido à espera e nada. Nada de ouvir o meu nome saído daquele altifalante fanhoso. Caramba, ainda dizem mal dos hospitais públicos, que são demorados, que o serviço não presta, que isto e aquilo, etc. Realmente, no privado não existem dois médicos por sala, cada qual com o seu paciente a vomitar um para cima do outro, como me aconteceu nas urgências de pediatria do Santa Maria, quando uma criança expeliu um vómito que por um triz não atingiu o meu bebé, mas em termos de espera estão ali taco a taco. A única diferença é que no privado pagas e não bufas.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Nada a fazer


Senhora Dona X - Ai, parece que ele está pior. - Disse referindo-se ao meu bebé.

Eu - Sim, está com mais tosse. – Respondi, triste.

Senhora Dona X - Ai está?

Eu – Sim. – Respondi com estranheza à sua resposta em tom de pergunta e pensei: “Então mas se não está a falar da tosse do menino do que estará a senhora a falar?!”

Pouco tempo depois volta a insistir:

Senhora Dona X - Ai, parece que desde que está na creche que ainda ficou mais agarrado a si. Tá pior, não acha?! – Disse com ar de desdém.

Não respondi. Não tenho respostas rápidas para provocações. Mas depois de tanta insistência sobre o tema, disse:

“ Claro que ele está agarrado a mim. Pudera, eu sou a mãe dele! Se o menino estivesse agarrado à vizinha do lado é que eu me preocupava!”

Não foi a melhor das repostas, mas foi a que me saiu. Às vezes penso como seria bom ter uma resposta pronta a ser expelida, em modo voo, de forma a calar esta gentalha altaneira, sempre pronta a destilar veneno na felicidade alheia. Mas quando volto a cair em mim, penso que felizmente, não me surgem as tais respostas porque, simplesmente, não sou igual a eles. Aos que criticam por tudo e por nada, aos que só vêem maldade, aos que sofrem de inveja e ciúme, aos que não conseguem conviver com o êxito e bondade alheia, aos pessimistas por amor à camisola, aos descrentes.

Prefiro ver a bondade, sentir o amor e viver na felicidade. Eles que se lixem!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Maravilhas da maternidade...


Ser mãe foi sem dúvida o melhor que a vida me deu. Nada se compara a este sentimento arrebatador, que me enche a alma e me põe o coração aos pulinhos. Tudo se renovou, tudo se iluminou. Hoje compreendo o outrora incompreensível. As prioridades redefiniram-se. O que anteriormente era relevante hoje já não tem tanta importância assim, ou vice-versa. Sou bem mais paciente, muito menos ansiosa e deixo a vida rolar esperando, sempre, o melhor. Até as horas das birras, ou do “não quero dormir, quero pular e brincar toda a noite até cair para o lado”, enquanto eu, de tão cansada, até dormia numa cama de pregos, são incrivelmente compensadoras. Mas não deixo de me sentir cansada. As constantes noites mal dormidas reflectem-se no meu rosto olheirento e nos meus braços cansados de embalar aquele pequeno e pesado pestinha que adora bater palminhas em horas impróprias. Sim, é verdade que me sinto exausta e cansada, mas tão, tão… feliz e rendida aos encantos deste bebé que tanto amo. 
A minha verdade, sou eu que a escolho.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

De perfil e alma lavada


Faltava-me a liberdade, sentia-me sufocar. Não poder escrever sobre emoções, angústias e outros sentimentos que apesar de pouco nobres e menos altruístas também fazem parte do meu carácter, estava a dar comigo em maluca. Talvez por vergonha, por falta de coragem, por medo de magoar, de ferir, de desapontar, quem amo e quem me ama. Agora, aqui estou eu, é verdade que numa versão anónima e secreta, menos encantada, mais terra, mais perspicaz, mais astuta mas muito mais feliz e aliviada. (Sim, porque isto de tentar ver beleza até naqueles que passam a vidinha a dizer mal de nós, é esgotante e depressivo!) E sempre, sempre muito optimista.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Para sempre...

Sei que soa a cliché, mas é um facto, a maternidade mudou-me. É certo que continuo a ser uma eterna optimista, antevejo uma oportunidade em cada dificuldade, enfrento cada obstáculo com a confiança digna de uma maratonista convicta das suas capacidades e crente nas suas preces. Acredito em mim, acredito em ti, acredito nele, (o meu bem mais precioso) e acredito nos bons, nos felizes, nos lutadores, nos que não baixam os braços e nos que não se vergão a depressões e outras maleitas amaricadas. Acredito num mundo cor-de-rosa e digno, fértil em imaginação, harmonia, desejos, e boa vontade, mas, já não vou em histórias de encantar. Deixei de acreditar que posso mudar os outros ou que os outros podem mudar! Já não tenho estômago para falsidades, para egoísmos, para amuos, calúnias, prepotências e falsas promessas. Falta-me a paciência para a infelicidade alheia que tenta corromper o próximo com o descrédito, com a falta de auto-estima, com a p… da inveja. Gosto de ser feliz! Lamento, mas, decididamente, não tenho queda para a infelicidade. Sou e quero ser feliz, autêntica, una com o amor, com a vida, contigo, com ele, com os bons, com os que valem a pena. Tenho tanto por quem viver, por quem ser feliz, a quem amar. A maternidade deixou-me inabalável, astuta, e ainda mais perspicaz. Não mais permitirei os abusos ou o escárnio alheio. Não mais me privarei de defender o que é meu e os meus. É certo, que não jogarei à defensiva nem tão pouco ao ataque, jogarei pelo amor à camisola e à equipa da casa, que é o quanto basta para vencer o campeonato. Jogarei pelos e para os meus adeptos, aqueles que amo e que me amam e calarei as claques adversárias com a minha goleada.
Continuarei a competir neste campeonato, mas de perfil e alma renovada.
4.º Dia de escola do meu pimpolho. Larguei-o há 3 horas e já não aguento com tantas saudades dele.