O que eu estou mesmo a precisar é de umas bem-ditas férias.
Mas ainda falta tanto tempo! Ajudai-me senhor, ajudai-me.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
Dizem as más e as boas línguas que vai ser sempre assim até
ao final do verão, uns dias soalheiros outros como hoje, chuvosos, ventosos,
deprimentes e decepcionantes. As roupas frescas, coloridas e leves permanecem
penduradas no roupeiro sem que lhes dê uso e já vamos em meados de Junho. Eu,
que regra geral não me deixo afrontar com estas questões da natureza, também já
ando a perder a paciência. Esta seria, supostamente, a semana de praia do meu
Di, que ficou retido na escola em fato de banho e crocs, por não existirem
condições climatéricas para o meu rapaz pavonear os abdominais bem trabalhados
e os glúteozinhos redondinhos e tonificados numa caminhada pelo areal de
Carcavelos.
Ai São Pedro, São Pedro, não estará na hora de pedir a reforma? Ou pelo menos umas férias, vá? Mas por favor, larga-nos da mão!!!
sexta-feira, 14 de junho de 2013
2 ª parte - Na Bélgica foi mais ou menos assim...
Defendo o estereótipo de que existem por esse planeta fora
muitas mais mulheres bonitas do que homens. Em todos os locais por onde já
passei constato esse facto e a Bélgica não foi excepção Acho que as mulheres
no geral, não interessa peso, altura ou estatura, têm mais pinta, são mais
sensuais, más cálientes. Embora na Bélgica não tenham pinga de sensualidade e
muito menos são calientes como as mexicanas, achei-as elegantes, altas e espadaúdas.
Algumas de tão elegantes só têm pele em cima do esqueleto. (quase não existem
Belgas com excesso de peso. Coitados, nem eles gostam da sua própria
gastronomia.)
Relativamente aos Belgas, não vi um que se aproveitasse. Feiinhos,
feiinhos que até dão dó. E digo-vos mais, segundo o meu conceito que defende
que o PIB está intrinsecamente ligado à dentadura de uma nação, devo dizer que
os Belgas devem estar à beira de um colapso financeiro. Nunca vi povo com o
teclado tão lixado.
Sim, admito que também sou esquisita como o caneco no que
toca ao meu par. Para além do meu homem, muito poucos que conheci levar-me-iam
ao altar, aliás, nenhum. O único homem pelo qual suspiro, para além do meu, é o
Leonardo Di Caprio. Linnnnndooooo de morrer! AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHhhhhhhh. Mas esse não o conheço e não é para o meu humilde bico. (temos que ter noção
das nossas capacidades!) Ele é mais Gisele, Bar Refaeli e Madalina. Além do
mais acho que o tipo deve ter mau feitio. Com tanta mulher linda que já lhe
passou pelas mãos e não há meio de assentar. Ai, ai, Di Caprio, olha que como diz
o velho ditado, quem muito escolhe acaba escolhido.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
With lots of love
Hoje,
duas das pessoas que mais adoro fazem quarenta e um anos que ataram as suas
vidas num nó cego, tão apertado que jamais será ou foi desfeito. Toda a minha
vida vi os meus pais juntos, unidos, nem sempre em perfeita sintonia, é
verdade! Nem sempre o sol brilhou para eles, muitas vezes ralharam e
discutiram, mas, muitas mais vezes, riram, festejaram e amaram. E sempre,
sempre partilharam um amor incondicional, um amor imortal. Tenho um grande
exemplo de vida, espero ser uma boa discípula e conseguir seguir exactamente as
mesmas pegadas deste amor lamechas (que é como o amor te de ser!) e que daqui a trinta e
três anos sejamos nós (eu e o meu amor) a festejar os nossos quarenta e um anos de
casados.
PS:
Sim, os meus pais casaram pelas noivas de Santo António. E não, na altura não
era nada piroso!
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Viagem para a Bélgica foi mais ou menos assim…
Como já contei o meu Di sentiu-se
mal na viagem, com direito a vomitado, febre, tremores e mais o que se possa
imaginar. Porém, no meio desta confusão e da minha aflição por ver o meu rapaz
pequeno naquele estado, tive a sorte de viajar com uma tripulação fantástica
que se esmeraram em ajudar-me naquilo que foi possível. A TAP nunca me
desapontou.
Adiante, ainda antes de entrar no
avião e ainda a confusão e o meu desespero não se tinham instalado,
instalaram-se-me os nervos por mim a cima, apesar da minha aparência
descontraída. Quando anunciaram a entrada no avião informaram, como sempre, em
alto e bom som, que os adultos acompanhados de crianças têm prioridade para
entrar. Ora o meu Di já não é nenhum bebé de colo, pois não, mas é um menino de
dois anos, traquinas, irrequieto, que não pára sossegado e cuja palavra esperar
ainda não existe no seu parco vocabulário. Eu aproveitei a prioridade a que
tinha direito, e pimbas, passei à frente daquela gente toda. Uns pais com um
bebé de colo (julgo que devia ter dias) seguiram os meus passos e pimba, também
passaram à frente.
Quando chegei ao inico da fila
estavam lá aqueles senhores muito viajados e vaidosos de possuírem aqueles cartões
Gold da TAP que lhes dá prioridade na entrada, (o senhor meu marido também tem, mas não
é vaidoso), e que lhes permite a entrada numa salinha que se chama Lounge onde
podem trincar umas sandochas e beber umas jolas, mesmo antes de viajar, e tudo
à moi. Ahh, e ainda podem trazer as revistas que quiserem. (eu nunca estive tão
actualizada.) Adiante, todos aqueles senhores prioritários olharam-me de
soslaio quando timidamente, me encostei ali num cantinho à espera que me mandassem
entrar, quando uma hospedeira me viu e simpaticamente me fez sinal: “a senhora
com o bebé, queira fazer o favor de passar.”
- Até que idade as crianças têm
prioridade? – Perguntou um prioritário com um sorriso fingido.
- Não está estipulada a idade –
respondeu simpaticamente a senhora hospedeira.
Fiquei logo com os cabelos eriçados
perante a sua questão. Não suporto este tipo de comportamentos altaneiros. Tão
finesse na sua altivez e depois estraga tudo com a mesquinhez. Tenho para mim,
que só diz uma coisa destas o detentor de uma grande insensibilidade, ou quem
nunca foi pai ou mãe e não sabe o quanto estas pequenas atenções fazem a
diferença no nosso dia-a-dia, ou quem é pai ou mãe de um robot. É que aquele
senhor, e todos os outros, já tinham lugar marcado, estavam numa fila para
entrar num avião, cujo lugar é garantido, não estavam na fila para o autocarro
em hora de ponta com dezenas de pessoas a desejarem chegar a casa o mais
depressa possível.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Na Bélgica foi mais ou menos assim...
O meu Di passou mal na viagem, vomitou tout l’avion. Ok, não
foi o avião todo, foi só o seu lugar, mas foi o suficiente para me deixar tão, mas tão preocupada e tão triste. Coitadinho do meu Di, ainda por cima, apareceu-lhe um
febrão daqueles e uma tosse terrível. Ele já estava um pouco constipado mas
parece que o voo instigou a doença ao máximo.
Felizmente, e depois de uma noite terrível cheio de febre e eu
já a pesquisar na internet a rua do hospital mais próximo, just in case, a
partir do segundo dia lá melhorou, pelo menos a febre deu tréguas apesar da
tosse e da falta de apetite.
Adiante, gostei de Bruxelas, mas gostei mais de Burgge. Gostei da Bélgica, mas o que eu adorei mesmo, foi este fim-de-semana a três, eu e eles, os meus dois
amores, o pequenino e o grande. Não interessa o sitio, as pessoas é que contam, as minhas pessoas. Detestei regressar sem ele, detestei deixá-lo
para mais uma semana de trabalho. Porém, pensamento positivo, quinta-feira já o
tenho de volta.
Amo estes meus dois amores.
Não vos dou, não vos troco, não vos empresto.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Fim-de-semana à porta...
... e desde ontem que começámos em
contagem decrescente para a nossa viagem a Bruxelas. Desta vez não é o pai que
se põe a caminho sou eu e o Di que vamos ao seu encontro para três dias a três.
Já falta menos de 24 horas para estarmos juntos. Está quase,
aliás, já só falta o quase.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Até um dia Rodrigo.
A partir de hoje brilhará mais uma estrela no céu, um novo
anjinho que velará por todos nós.
Como viverá a mãe Vanessa depois disto? É a questão que se
impõe e que passa pela cabeça de nós, mães que não conseguimos vestir a sua
pele. Com muita dor e desalento, porém com a certeza que um dia reencontrar-se-á com o seu anjinho em alguma parte deste enorme universo, lá onde só as almas
boas se reencontram, lá onde só os que se amam para além da vida se reconhecem,
e aí poderá sentir de novo o seu cheiro, ouvir o som da sua gargalhada e sentir
aquele abraço apertado que só as mães sabem sentir.
Até lá, cada momento de alegria que vivenciar (que vai
viver), cada momento que a fizer sorrir, (que vai voltar a sorrir) será o seu
Rodrigo a sussurrar-lhe a felicidade por mais um dia da sua vida.


quarta-feira, 5 de junho de 2013
O melhor momento do dia.
Sei que me repito dia após dia, mas os meus melhores momentos são
sempre aqueles que passo com o meu Di. É tão bom o seu sorriso e o seu abracinho
quando o vou buscar à escola e as festinhas que me faz enquanto repete “mãe,
mãe, mãe”. É tão compensador vê-lo brincar no parque ou vê-lo dançar ao som da
música do Panda, feliz, sempre tão feliz. É tão bom quando ao final do dia procura
o embalo do meu colo para se aquietar e adormecer enroscadinho nos meus braços
com a sua mãozinha sapuda no meu rosto.
Não te dou, não te troco, não te empresto.
Amo♥te
terça-feira, 4 de junho de 2013
Pergunta do pai.
- Dormiram bem? O Di passou bem a noite? – Perguntou o pai
esta manhã via e-mail de Bruxelas.
- Sim graças a Deus, eu com um anjinho chamado Di e o Di com
um anjinho chamado mãe – respondi-lhe.
- Venha o diabo e escolha – devolveu a peste.
PIB
Tenho para mim que o crescimento ou o decréscimo do PIB está
intrinsecamente correlacionado com a dentadura de uma nação. Nunca vi tanto
desdentado nem nunca senti tanto mau hálito como actualmente. Irra, courgettes
e cenouras, logo eu que tenho um olfacto tão apurado que mais pareço um cão de
caça. E sensível? Ninguém imagina o quanto eu sou sensível aos maus cheiros.
Quando passeio pela rua ou quando falo com alguém o primeiro
pormenor que me salta à vista é o cuidado com a boca e infelizmente, desde que
se instalou a crise parece que vejo cada vez mais pessoas com o teclado todo
lixado.
Não existe nada que mais me agrade noutra pessoa e em mim
própria do que uma boca sã, de hálito fresco, sem crateras, sujidades, tártaros,
cáries e outras porcarias do género. Admito que alguém seja marreco, careca,
coxo, perneta, vesgo, pode até ter as sete camadas de pele cheiinhas de
celulite e as maminhas descaídas, desde que tenha o teclado intacto e limpinho
por mim já ganhou pontos.
Sei que uma ida ao dentista é o mesmo preço que um vestido na
Sacoor, sei que o tratamento de uma cárie fica ao preço de uma mala na Furla e que
um implante é o preço de um porta-chaves na Hermès, mas não valerá mais a pena
ter um aspecto digno e saudável do que todos esses apetrechos? A boca é o
primeiro veículo de entrada do nosso corpo e é também o nosso cartão de apresentação,
por isso não compreendo quem injecta quilos de botox no rosto, ou quem mete
implantes para as maminhas ficarem empinadas e não põe um implante no lugar da
cratera que têm no meio da dentadura.
Há que saber definir prioridades senhores, e que tal começar
pela prevenção? A pasta dos dentes, o elixir e o fio dental não são assim tão
caros e o Dr. OZ defende a tese que o uso do fio dental aumenta a esperança média de vida
do seu usuário em sete anos.
E mais, tenho a dizer que o meu Di começou a lavar o dente
(só tinha um) com quatro meses!
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Fim-de-semana
No Sábado rumámos de malas e bagagens até ao Zoo, numa visita relâmpago, o meu Di adorou, ficou fascinado com os leões, com as girafas, com os elefantes e com a bicharada no geral. Eu também adorei. Há muitos anos que não ia ao Zoo e confesso que desta vez foi a que mais gostei, vi com outros olhos, com olhos de mãe, apreciei cada exclamação do meu Di, com o dedito em riste a apontar para os animais. Adoro cada vez mais estes momentos nossos, a três.
- Mãe, mãe, ãooo. (Tradução: mãe olha o Leão.)
O baptizado correu muito bem, o Sr. Di portou-se como isso mesmo, como um senhor. Esteve sempre caladinho e sossegado ao meu colo, claro que tive a parceria fantástica do Noddy e do Ruca em modo silencioso. (O Ipad foi a melhor invenção dos últimos anos, é só isso que eu tenho para vos dizer.) O rapaz baptizado testava um miminho dentro da sua indumentária festiva e também esteve à altura da celebração o que deixou a sua mamancita (que estava linda!) orgulhosa com a lágrima ao cantito do olho. Tudo correu sobre rodas, portanto.
Às vezes quando esperamos o pior, o mais ou menos acontece. A vida tem destas boas surpresas.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Fim-de-semana à porta...
... e este é daqueles que menos aprecio, com
direito a baptizado e tudo!
Por falar em baptizado, são tãoooo pirosos os presentes de
baptismo. Ainda por cima, sendo o catraio um marmanjolas de 10 anos.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Precious Time
No outro dia li no Wide Wake, blogue que acompanho já há
algum tempo, um post que falava de luxo, riqueza, dinheiro e de tempo. Fiquei
fascinada, não só por acha-lo muito bem escrito, uma característica comum a
todos os posts do Wide Wake, mas por sentir precisamente o mesmo e por neste
momento estar a viver uma situação muito idêntica à relatada.
Tenho o meu marido a trabalhar fora de Portugal, há quase um
ano, também já não somos marinheiros de primeira viagem, e no meio do
infortúnio temos muita sorte, ele parte à segunda-feira mas à quinta-feira já o
temos de volta. Agradecemos por e rezamos para não o desterrarem num desses
países, ditos emergentes, cujo PIB cresce a 500% por dia, mas que estão s mais
um zero de distância. Ganhamos mais dinheiro, muito mais, as ajudas de custo
são muito boas, mas perdemos tanto, perdemos o tempo, o tempo que não volta, o
tempo que não há ajudas de custo que paguem. Durante os quatro dias que está
ausente de casa, está privado do tempo connosco, especialmente do tempo com o
nosso filho que cresce mais do que o PIB desses tais países emergentes, tão
veloz que as diferenças são visíveis nesse espaço de tempo da sua ausência.
Custa, mas de momento é a única opção e temos de sobreviver
com isso. Sou optimista e tenho a certeza que melhores dias virão.
O tempo é sem dúvida um dos nossos maiores luxos e tantas
vezes o gastamos da forma menos proveitosa. Quando acabei a universidade
sonhava tornar-me numa executiva de topo, daquelas que entram cedo e saem às
tantas da noite, mas sempre com ar muito
aperaltado e sem olheiras, e que quando entram no elevador de acesso à garagem
para se irem embora para casa encontram o homem da sua vida e tudo acaba com um
beijo numa pizzaria onde são os únicos
clientes. Quando terminei a universidade tive a sorte (pensei na altura!) de
encontrar um emprego num private Banking de nome pomposo, vaidoso, como só ele,
em ser o anfitrião da mais fina flor da clientela. Tão vaidoso que nem se
apresentava, ao comum do cidadão, instalado num edifício imponente no centro de
Lisboa sem qualquer marketing, apenas uma placa pequenina dourada à porta da
entrada, anunciava o nome do grupo. Quando consegui aquele emprego nem queria
acreditar na sorte que tivera, apesar do ordenado de merda, o local era
deslumbrante e estava certa que aprenderia muito ali. Fiquei atordoada de
alegria. Infelizmente, pensava chorosa, não tinha propriamente um horário de
sonho daqueles apertados, sem tempo para almoçar e a sair às tantas, era considerada estagiária e não tinha funções
realmente importantes, e pior que tudo saía quase sempre dentro do horário
previsto, a não ser quando alguma reunião se estendia, mais um pouco, e
precisavam de alguém para servir café e biscoitos franceses aos clientes.
Ficava triste e sentia-me rejeitada quando, de Inverno, saía para a rua, ainda
com luz do dia, ou quando de verão ia passear para o Chiado porque o dia estava
convidativo à vadiagem. Invejava as minhas colegas que ficavam a trabalhar até
mais tarde e cujos serviços eram requisitados a cada minuto. Queria ser como
elas, doentes mentais sem vida própria que me enviavam e-mails informativos com
o logotipo do banco às onze da noite. Que inveja. Porque não sou eu! - Pensava.
Felizmente mudei a minha visão, ganhei juízo, hoje tenho um
emprego que gosto e onde me sinto útil, trabalho para e com a minha família,
onde o meu chefe é o meu pai, o avô querido do meu filho. Trabalho num local
onde posso levar o meu filho sempre que me apetece, especialmente quando está
doente, onde o comum é todos os empregados cumprirem as oito horas de trabalho
diárias e quando se excede esse período, são compensados monetariamente por
isso, onde o mais importante é a família e onde somos todos uma família, mesmo
os que não partilham o nosso tipo de sangue e onde todos vestimos a camisola da
casa e orgulhamo-nos da placa de quatro metros de comprimento por dois de
largura que temos pendurada por cima da porta da rua, que nos identifica como
uma equipa.
De facto, não me tornei numa executiva de topo com fatos
caros e joias ofuscantes, mas sou a herdeira de uma empresa próspera com mais
de trinta anos, reconhecida no mercado e que em tempo de crise tem-se aguentado
como gente grande. Tenho orgulho de empregar aqui o meu tempo, e de contribuir
para gerar riqueza para mim e para os meus, mas uma coisa garanto, não existe
melhor momento do que aquele em que meto os pés fora da porta, vejo a luz do
sol e penso na quantidade de horas que ainda tenho para brincar e rir com o meu
filho. E mimá-lo, mima-lo muito.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
Reynaldo Gianecchini
Confesso fiquei ainda mais rendida aos encantos do Reynaldo
Gianecchini. Já achava, aliás sempre achei, aquele homem uma bênção dos céus, um
encanto de moço, lindo de morrer, mas ontem depois de ver as entrevistas dele
com a Clara e a Judite, ambas de Sousa (engraçado, há anos que as vejo e só
agora reparei que partilham do mesmo sobrenome), conquistou-me de vez.
Conquistou-me a sua doçura e o modo despretensioso e sensato
com que encara a vida e o seu protagonismo. Conquistou-me com a sua espiritualidade
e força interior, fez-me crer que não sou maluca por acreditar numa crença chamada
Amor, que engloba todas as religiões do mundo. Com a sua força, fé e amor
confirmou-me que existe um bilião de razões para a existência de um conjunto de
factores milimetricamente delineados, por uma força maior, que permitem a nossa
vida aqui neste planeta no meio deste enorme universo. (Tudo fica mais fácil se
compreendermos a razão da nossa existência.) Ajudou-me a conferir que a vida é realmente
o que é, que os planos nem sempre são cumpridos, que devemos aceitá-la e
vive-la Agora, porque o amanhã é uma incógnita. A sua luta e sobrevivência corroboraram
a minha maior convicção, a crença de que tudo se encaminha no rumo certo se
aceitarmos sem resistência e agradecermos com amor o que a vida nos oferece.
Só um aparte, repararam na Judite e na Clarinha? Derretidas
que eu sei lá, nem nunca tinha ouvido a Judite gargalhar daquela maneira.”Credo
agora é que foi Judite.”- Pensei quando ouvi o som estridente do seu riso. Deixa
lá, eu se calhar faria pior figura. Compreendo a tua manifesta felicidade, não
se apanha um Giani todos os dias e entrevistar o Giani não é o mesmo que
entrevistar o Sócrates ou o Senhor Primeiro Ministro. Ohh se eu te compreendo!
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