No sábado fomos ao
cinema ver os Pinguins de Madagáscar. Nem é preciso dizer que o meu rapaz
pequeno adorou, vibrou e até dançou no final. Eu… bem eu… Aconteceu-me o que
nunca me tinha acontecido e acontece sempre ao meu pai, ADORMECI! Não consegui
segurar as pálpebras perto das sobrancelhas, digamos que por breves instantes
(uma meia hora) passei pelas brasas. Eu e a minha parceira do lado que
escorregou na cadeira até tocar com a cabeça no assento. “Ai como eu te
compreendo, a miudagem dá cabo da gente! Mães cansadas, é o que nós somos!”
Pensei quando a vi toda babadona de boca aberta e ainda por cima virada para
mim. Isto para não falar do pai que acompanhava o filho que estava sentado ao
ao lado do meu homem que fez um esforço incrível para se manter acordado.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Ok, é oficial...
... sou uma peniquenta. Caso contrário teria adorado o menu da "A Padaria Portuguesa", de quem tenho ouvido as melhores criticas. Não gostei da sopa, não gostei do hambúrguer e nem do sumo. Será defeito meu ou estou mesmo certa que a Padaria Portuguesa não é tão fantástica assim?!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Xou tão xelis contigo mamã.
Tradução: Sou tão feliz contigo, mamã.
São estes momentos que nos dissipam qualquer duvida. Afinal o que é mais importante para uma mãe do que a felicidade dos filhos.
Não te dou, não te troco e não te empresto.
Graças a Deus e ao Voltaren...
... já me sinto melhor (não boa) da sacana da tendite que se instalou no meu ombro direito e que me levou de charola ao hospital ontem.
Esta moinha acompanha-me desde o nascimento do meu rapaz pequeno. Andar com o texugo ao colo e deitar-me quase sempre para este lado, dei cabo do tendão, porém com a natação a coisa sempre foi ao sitio, mas desta vez não conseguia levantar o braço um milímetro.
Depois de um fim-de-semana no paraíso acontece uma destas.
Esta moinha acompanha-me desde o nascimento do meu rapaz pequeno. Andar com o texugo ao colo e deitar-me quase sempre para este lado, dei cabo do tendão, porém com a natação a coisa sempre foi ao sitio, mas desta vez não conseguia levantar o braço um milímetro.
Depois de um fim-de-semana no paraíso acontece uma destas.
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Constatações...
Só tenho a dizer que o meu cesto da roupa suja cheira melhor do que muitas roupas ditas lavadas.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
A sério…
… não tenho paciência
para amarradores de burros, para quem não respeita a vontade alheia e para quem
toma as dores dos outros. E isto tudo piora se forem adultos.
Fica a deixa minha
querida Sofia, do “Às nove no meu blog”, que sigo diariamente e que não existe
ninguém como ela para nos fazer pensar com as suas frases sempre tão acertadas e verdadeiras.
"Acima de tudo, já não tenho paciência nenhuma para quem não merece a minha paciência."
Di, o atrevido.
O meu rapaz anda mesmo
levado da breca. Teimoso, rapazola, malandro, respondão, isto tudo só e apenas
com três anos. Para o vestir e sair de casa levo pelo menos uma hora e isto num
bom dia. À noite para o levar para o banho e vestir o pijama é o mesmo filme.
Nunca vem jantar quando o chamo, não faz nada do que eu lhe mando à primeira.
Resumindo deixa-me os nervos em franja e as costas num frangalho. Inspiro e
expiro, conto até vinte, deito-me no chão, estalo a coluna para descomprimir e
volto à carga com simpatia forçada e fazendo das tipas coração para me
controlar e não lhe dar uma palmada naquele rabiosque redondinho e é neste ponto
de saturação em que já com a mão em riste para lhe acertar que paro, trinco o
lábio, respiro fundo e penso: “Acalma-te, este é o amor da tua vida e só tem três
anos, não sabe o que faz!”. Mete-o a pensar e corto-lhe os desenhos animados
naquele dia.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Olá minha caia (Tradução: cara) bonita!
Estes foram os bons dias do meu rapaz pequeno quando abriu os olhos e me viu. Com um inicio de manhã destes não existe dia que possa correr mal!
Não te dou, não te troco, não te empresto.
Não te dou, não te troco, não te empresto.
Alentejo Marmóris Hotel & SPA
Estou ansiosa para que
cheguem os dias em vamos ficar aqui os três, eu e eles, os meus dois amores.♥ Que chegue o dia 27! J
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Toma lá que é para aprenderes!
Sou paciente. Pois sou.
Já fui bem menos. Pois fui! A maternidade trouxe-me essa qualidade, além de
muitas outras. Mas até uma santa se cansa. Pois cansa!
Não gosto de ser
ríspida, não gosto do confronto, não gosto dos que se escondem atrás da frontalidade
para maltratar e rebaixar, não gosto de ser desagradável. Sou educada e trato o
próximo como gostaria que me tratasse. Tento demonstrar através dos meus atos o
tratamento que gosto e que quero para mim.
Mas caramba, existem
pessoas que extrapolam tudo o que é permitido, ultrapassam todos os limites
permitidos e eu, que não gosto de ser mal-educada, aliás não consigo ser de
outra forma, não me sai naturalmente uma má resposta, tenho de fazer um esforço
ínfimo para chamar o outro à atenção, vou aguentando com um sorriso amarelo e
com palavras amáveis tento demonstrar o meu incómodo.
Bom adiante, desde que o
meu rapaz pequeno nasceu que uma dita senhora, assim como alguns empregados do
restaurante que frequento com bastante assiduidade massacravam o miúdo, diria
mesmo que o torturavam. Contrariavam-no, tiravam-lhe os brinquedos,
escondiam-lhe o gelado, faziam-lhe cócegas. Resumindo, o miúdo não podia estar
sossegado a jantar que havia sempre uma alminha que se metia com ele para o
arreliar. A ELE E A MIM!, que detesto esses comportamentos. Era um regabofe do
caneco. Eu e o meu Di e a minha família éramos os palhaços e eles a audiência. O
menino tinha pesadelos, ficava endiabrado e super enervado, tinha dificuldade
em adormecer, enfim só contras, que me punham a pensar seriamente em deixar de
frequentar tal restaurante.
Depois de mais um jantar
em que comi nervos ao invés da posta de pescada com brócolos que tinha do
prato, no dia seguinte a dita senhora teve a lata de me preguntar com um
risinho malicioso se o “puto teve pesadelos?”.
Pois bem, eu avisei-a de todas as maneiras
delicadas e mais algumas, ela não quis saber, achava-se superior, preferia
continuar a despejar a inveja e a maldade que sente em cima do meu filho, então
catrapumba, aqui vou eu. E FUI! Com tudo!
Já não me lembro o que
lhe disse, mas tenho a certeza que não fui mal-educada, fui digamos frontal
(como ela se gaba de ser!), direta e não lhe falei com a gentileza do costume,
fui áspera. Ela mudou duas vezes de cor, como se tivesse bebido duas garrafas
de vinho, mesmo antes de almoçar, revirou os olhos, sentiu-se envergonhada por
eu, alguém inferior à sua pessoa, tê-la metido no lugar que ela merecia.
Custou-me tanto, mas
sortiu efeito. Fala-me mal, só o estritamente necessário, (afinal só gosta de frontalidade
quando é ela a frontal!), mas também não me faz falta que me fale bem, quero lá
saber, e o melhor de tudo é que serviu de exemplo para todos os outros que
também abusavam. Agora já podemos jantar descansados. YESSSS. (puxei o braço
atrás.)J
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Di foi ao Shopping.
Na semana passada fui com o meu Di comprar-lhe umas botas. ( Os pés do rapaz crescem-lhe um tamanho de estação para estação, por isso as botas do inverno passado estavam-lhe dois tamanhos abaixo.) Fomos ao Shopping Vasco da Gama, aqui pertinho. Iniciávamos a subida das escadas rolantes a caminho da Chicco, quando o meu tipo pequeno, carregou com o seu pezinho delicado de dançarino no stop das benditas escadas rolantes.
- Oh meu Deus, o que foste tu fazer, filho? - acusei-nos.
Todos e cada par de olhos que subiam aquelas escadas olharam para nós com ar acusatório, a faiscar de fúria. Dois rapazes que seguiam à nossa frente riam-se que nem perdidos, juntamente com o meu miúdo que se achou o maior rufia de cá da zona.
Avisei aquele palmo de gente que se fizesse outra daquelas ou sequer abrisse a boca para falar que não havia nés (bonecos) para ninguém. Escusado será dizer que não houve mesmo.
Os contras de um cabelo curto!
- E agora, que não me gosto nada de ver com o pescoço desnudo?! Pareço uma girafa com um pescoço fino, magrérrimo, esguio, enooooormeeeee... (Todos estes adjectivos são poucos para descrever este cepo que tenho entre a cabeça e as clavículas.) Ontem depois de vestir um vestido decotado, sem gola, pensei no quanto dava para ter o meu cabelo intacto de volta. Tive de improvisar com um cachecol que não condizia em nada, antes de chegar a uma Lanidor mais próxima e comprar um casaco rosinha, que é um mimo, (Diga-se de passagem), com uma bela de uma golinha.
- Outro ponto desfavorável de se ter o cabelo curto, como o meu, é acordar com ele em pé e teimoso que nem um burro, ao ponto de não se conseguir fazer nada do bicho. Só ele consegue acordar mais rabugento do que eu! Já diz o velho ditado, quem sai aos seus...
Por agora não me lembro de mais nenhum contra, mas tenho a certeza que em breve hei-de encontrar muitos mais. Fica a promessa de cá voltar.
Acordei feliz comó caneco e nem sei bem porquê. São estes os meus melhores momentos de felicidade, os que estou feliz só porque sim.
Acordei a cantar uma musica, um bocadinho pirosa é verdade, mas que no entanto não deixa de dizer umas boas verdades. No meio da minha cantoria diz-me o rapaz pequeno:
- Mamã cala essa boca tontinha que dói a cabexa ao Di.
Posto isto não tive outro remédio...
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Estava agora mesmo a dar uma vista de olhos na sinopse do
Livro “Mulheres Afegãs”. Li que uma das mulheres é obrigada a drogar a filha
bebé com ópio para poder trabalhar durante todo o dia sem interrupções, por
imposição do marido. Depois de pensar em mil e uma saídas caso estivesse no seu
lugar, lembrei-me de dar uma vista de olhos num blogue que sigo diariamente e
que me dá um prazer imenso lê-lo, cuja autora é a Sónia Morais Santos, que foi
esta semana mãe pela quarta vez. Havia uma foto dela com o pequeno Mateus que me
emocionou. Tanto amor numa só imagem. Como ela diz e muito bem, existem imagens
que valem mais do que mil palavras.
Temos tanta sorte! Eu, a Sónia e todas as mães e mulheres
que vivem em países como o nosso, onde falta tanto para atingirmos a perfeição,
onde há desemprego a rodes, onde ainda existe descriminação em diversas áreas, onde
a executar as mesmas funções ainda ganhamos menos que os homens, onde a
violência doméstica matou este ano para lá de trinta mulheres, onde as
mulheres, crianças e homens nem sempre se respeitam como deveria de ser, mas
onde ainda assim existem leis que nos protegem e onde podemos criar os nossos
filhos sem receio que um maluco nos obrigue a droga-lo ou a deitá-lo no lixo.
Logo vou buscar o meu rapaz pequeno à creche e sei que nenhuma bala perdida mo
impedirá. Gostava tanto que fosse assim com todas as mães deste planeta.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Cortei
o cabelo curto, curtíssimo, como só o tinha cortado uma única vez em toda a
minha vida e porque a minha mãe me obrigou aconselhada por uma cabeleireira que
dizia que um bom corte fortificava o cabelo e desse modo deixaria de ter o
cabelo ralo com que nasci e ainda hoje mantenho. Na altura tinha sete anos e
ainda hoje quando vejo fotos dessa época envergonho-me.
Contudo
agora em adulta sempre quis cortar o cabelo curtinho, mas nunca tinha tido
coragem para o fazer. Aqui há dias vi o concurso o Britain & Ireland's
Next Top Model, apresentado pela esplendorosa Elle Macpherson,
onde uma das correntes foi aconselhada a cortar o cabelo no corte que eu
gostava. Como a fulana tinha o rosto no mesmo formato que o meu, decidi ali mesmo
que também o faria.
Resultado:
Não estou bemmmm igual à outra, que ficou linda de morrer, não adoro, mas
também não detesto, em contraste com o meu cara-metade que se assustou quando
me viu. “O que te passou pela cabeça amor?” Eu: “A tesoura querido!”
Legionela
Lá
em casa o que mais se vê na TV é o Jake o Pirata, O homem Aranha, a Doutora
Brinquedos, o Mogli e outas bonecadas que tais. Passo os fins-de-semana sem
acesso às notícias, a não ser quando chego ao escritório e me dedico a ler o
que se passa pelo mundo, por isso mesmo só na segunda-feira soube dos estragos
que a prima da salmonela anda a fazer e por sinal por aqui bem perto. Sacana, só
espero que a tipa não chegue aqui.
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