Encontrei algumas ideias muito giras, para o TPC do meu Di aqui na página das Ideias Giras no Facebook. Adoro e recomendo! Há sempre tanto para ver e tudo tão lindo, que dá vontade de andar por lá durante horas. Deixo algumas das ideias e que me agradaram muito.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Trabalhos para casa.
Decorar um ovo da Páscoa.
O meu Di, já trás TPC para fazer, (bemmmm, ao tempo que não escrevia
TPC!!), mas o putito só tem dois anos, apesar
de dizer que tem tês. Com a ajuda da outra mãozita endireita o dedo
indicador e o médio, e sorridente diz que tem tês. Vai uma confusão naquela cabecita loira! Oh, meu Deus! Bom,
mas resumindo, obviamente que com dois anos, ou mesmo com tês, nenhuma criança saberá decorar um ovo da páscoa. Digo eu. O
máximo que o meu Di sabe fazer, em termos de artes plásticas é, pintar o espaço
em branco à volta dos desenhos impressos. Sim, porque na sua cabecinha, não se
pode rabiscar os desenhos! Ele nunca gatafunha um desenho, pinta sempre o espaço
em branco à volta do desenho. Ou seja, ele FAZ o seu próprio desenho!
Pois está claro, e não é preciso ser muito inteligente para perceber que
o trabalho de casa enviado pela creche é para os pais fazerem, e obviamente que
me calhará. Jamais poria algo tão importante para a boa reputação do meu filho,
nas mãos mal-azadas do meu amor grande, que não tem jeito para as artes, nem
tão pouco, tem imaginação. Serei eu a decorar o tal ovo da páscoa! E tempo, Senhor,
onde vou arranjar tempo para isso? A páscoa já está aí à porta! Ai, ai, ai!
O melhor momento do dia
Contemplá-los, (pai, filho e avô) nas suas brincadeiras na areia,
enquanto a abraço (a minha mãe) e agradeço-Lhe, por estes momentos que me fazem
tãooo feliz e pensar que a vida só vale a pena quando é vivida com amor.
Obrigada.
sexta-feira, 22 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
Ontem o meu Di...
... apareceu novamente arranhado, desta vez perto de um dos
olhinhos. Hoje, à porta da escola, não queria sair do carro, e quando o tirei,
chorou todo o percurso do carro até à porta da escola, só se calou quando de
repente se fez luz e lembrei-me de lhe dizer: “ Filho o Pedro já não faz mais
dói-dói.” E até esboçou um sorriso quando a educadora disse: “Oh Di o Pedro
hoje não está cá, foi de férias.” Tenho cá para mim que tenho de tratar do “pêlo”
ao Pedro! Ai tenho, tenho!
Agora a sério, não fico magoada, nem chateada, ou preocupada, quando o
meu Di aparece com uma arranhadela, ou com a marca dos dentes de outro menino
no braço, essas coisas acontecem, quem anda à chuva molha-se e além do mais o
meu Di também é capaz de fazer o mesmo. Encaro tudo isso com bastante naturalidade
e paciência. Mas uma coisa é, de quando em vez, aparecer com uma marca, outra é
aparecer dois ou três dias seguidos arranhado e beliscado. Pior do que isso é ficar
com medo de ir para a escola. Aí, sinceramente, há qualquer coisa que não está
bem e eu terei de interferir. E o que eu acho que não está a resultar é a “fiscalização”
da educadora e da auxiliar, que têm dentro de uma sala, com um pouco mais de 20
metros quadrados, quinze crianças para tomar conta, educar e ensinar. Parece-me
que hoje vou ter que ter uma conversa, obviamente que não será com o Pedro que coitadinho
é tão culpado como o meu Di, mas com gente crescida.
♥
Um
dos meus temas favoritos é o amor. Adoro falar sobre o amor, sobre as pessoas
que amo, sobre as pessoas que amam, adoro canções e mensagens de amor, adoro
corações e cupidos com setas, a própria palavra Amor, só por si é magnífica. O
amor inspira-me a amar, cada vez mais. Sou viciada nesta sensação boa que trago
dentro do coração. Amo muito e muitos. Claro que existem os especiais, a família
que construí, a família que Deus me deu, a família recebi de presente quando
nasci, e que um dia falarei deles, os meus amigos e as minhas amigas. Gosto
destes com um amor e carinho muito especial, mas consigo gostar de uma maneira
geral de quase todas as pessoas que se cruzam no meu caminho. Nem sempre fui
assim, mas a vida ensinou-me a arte de bem receber amor, amizade, carinho e até
mesmo o desdém, a inveja e a maldade alheia, devolvo sempre amor. Tenho para
mim que basta um sorriso sincero impregnado de compaixão para acalmar uma alma
magoada.
Deixo aqui um Senhor, alguém que aprecio muito, alguém que fala, escreve e canta
sobre Amor, como ninguém, alguém com quem me identifico, talvez por vivenciarmos
algumas experiências semelhantes e tão intensas que moldaram a nossa
personalidade para sempre. (Estarei a ser presunçosa por me comparar com o
Bruce Springsteen?) Nesta entrevista, o Bruce Springsteen, descreve, de uma
forma absolutamente fantástica, o Amor como algo vivo em constante movimento. Exatamente
o que eu penso! Acredito que este ser vivo chamado amor é capaz de fazer milagres
pelas nossas e pelas vidas dos nossos. Todos nós.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Máquinas e maquinetas, o que comprar?
Desde que o meu Di
nasceu que a máquina fotográfica passou a ser um elemento de elevada
importância na minha mala. Está ao nível da carteira e do batom para o cieiro.
Não saio de casa sem ela. Quero registar todos os momentos dignos e os menos dignos,
também, para mais tarde recordar. Tenho trauma de infância de ter tão poucas
fotos minhas aquando a idade do meu Di.
Mas estou com um
enormeee problema, a minha máquina está a dar as ultimas, velhinha, velhinha.
Já não obedece ao toque do disparo, só quando lhe apetece é que tira umas
fotos, normalmente quando já não apetece ao meu Di estar em pose.
Pesquisei, pesquisei e
decidi que vou seguir o conselho da Pipoca Mais Doce, que me parece estar bastante informada
acerca destas tecnologias fotográficas, e comprar esta. A ver vamos.
terça-feira, 19 de março de 2013
Pipinha nas compras.
Por vezes irrito-me a mim própria, sou um bocado indecisa na hora de
comprar roupa e pior, também sou forreta. Acho mal empregue aquele
dinheiro, penso que talvez encontre mais barato e acabo sempre por nunca comprar
o que verdadeiramente gosto. Quando me decido chego tarde.
The other hand, sou
o oposto com os outros, nunca acho mal empregue o dinheiro que gasto com os que
gosto e compro sempre o melhor, mediante as minhas posses, obviamente.
Ainda ontem experimentei um casaco para lá de fantastique no Massimo Dutti. Trouxeram-no vocês? Pois é, assim o
trouxe eu! Em compensação passei na Pré-Natal e vim de lá carregadinha que nem
um ovo de coisinhas lindas para o meu petit fils.
Tenho para mim, que terei de começar a dividir melhor o bem pelas aldeias.
Eu e a natação
Há anos que pratico natação. Se fosse brasileira diria
que nado prá xuxu, como sou
portuguesa digo que nado comó caneco. Mesmo em estado interessante não faltei a
uma única aula, até levar um pontapé bem assente na nádega direita e pirar-me
dali para fora. Era o sítio onde me sentia melhor, leve como uma pena, mas tive
de desistir não fosse o rapaz pequeno ser expelido com um pontapé, de algum
cachalote inexperiente, e nascer ao que se chama a jacto, ali mesmo, na
piscina.
Bom, mas toda esta conversa não é para falar da minha
gravidez, nem tão pouco para mencionar os benefícios da prática desportiva, é
sim, como que para expelir um pequeno desabafo.
Então é assim, em todos estes anos de natação foram
várias as vezes que vim para casa, não em pelota, mas quase. Melhor, sem roupa
interior. Esqueço-me variadíssimas vezes de levar as cuecas e / ou o soutien
para vestir depois do banho e entre vir sem roupa a vir com uma cueca já usada,
obviamente, prefiro o desconforto da costura de umas calças de ganga. Sou
muitoooo esquisita no que toca ao asseio, limpezas e afins. Mas a coisa até nem
ficava muito mal se o meu bloqueio mental ficasse por uma cueca e até daria
jeito, no caso de ter um acidente, os bombeiros já teriam parte do serviço
feito. Mas o pior, é que ontem não me esqueci de um mísero parzinho de
cuecas, NÃO! Tive logo que me esquecer da toalha do banho. A PRÓPRIA DA TOALHA!
Posto o esquecimento, primeiro, pensei enxugar-me à
camisola de interior, mas depois lembrei-me das vezes que vou lavar o carro na
máquina do Sr. Zé das bombas. Adoro ver as gotinhas de água a desaparecerem
debaixo daquele secador potente, penso sempre no jeito que um daqueles me fazia
lá em casa. Ficaria com o cabelo que era um miminho! Volumoso, volumoso! (ou
sem ele!)
– Olha, e que tal fazer de conta que sou um Ferrari? –
Pensei, encantada com a ideia. - E porque não?! – Insisti.
Agarrei-me ao secador e sequei cada milímetro do meu
cabriolé, debaixo do olhar trocistas das restantes nadadoras.
Tenho para mim, que estes finais de aula não me andam
a correr nada bem!
sexta-feira, 15 de março de 2013
A palavra mágica.
Ando
a ler o livro “A Magia” da Rhonda Byrne. Tudo o que lá está escrito não é novo
para mim. Desde há muito que sei e menciono a palavra mágica. “Obrigada”,
digo-a constantemente. Tenho muito por e a quem agradecer.
Contudo
um dos exercícios propostos logo no início do livro é, todos os dias pensarmos
nos melhores momentos do dia e escolhermos e agradecermos o melhor de todos. Eu
costumava agradecer por todos os momentos, os bons e os maus que também fazem
parte do dia-a-dia e da vida e aplicar a minha velha máxima de ver o lado
positivo de todos os momentos negativos. No entanto, resolvi adoptar este exercício
proposto pela Rhonda Byrne aqui no meu blog. Sempre que me apetecer e achar próprio
de partilha, escreverei o melhor momento do dia anterior e agradecerei a Deus e
ao Universo.
Assim
sendo, ontem o meu melhor momento foi a troca de miminhos e beijinhos entre mim
e os meus dois amores, o pequenino e o grande, aquando a chegada do último,
para mais um fim-de-semana em família. Obrigada.
Sr.
Filho, já foi à escola. Não muito contente lá isso é verdade, também depois de
quase uma semana de balda e de pura galhofa, quem quereria assumir de novo
qualquer responsabilidade? É como ir trabalhar à segunda depois de um
fim-de-semana prolongado. Eu também não me apetecia nada separa-me dele. À
porta da escola ainda hesitei mas… lá teve de ser. Foi com uma lagrimita no
cantinho do olho muito agarradinho ao meu pescoço e a dizer “nãooo mãe”. Entrei
no carro com as pestanas húmidas. Oh meu Deus, o coração de mãe sofre.
Eu e os meus cabelos
Tenho
um cabelo híper fino, sem volume e liso, lisíssimo. De tão liso que é, não
consigo que nenhum gancho ou qualquer apetrecho se mantenha nesta linda
cabecinha por mais de uma hora. Irra cenouras e curgetes! Mas o que mais me
irritava é que havia alturas do ano em que o dito ficava super oleoso, do
género de lavar de manhã e à noite estar numa lástima.
Uma
vez, em casa dos meus pais experimentei lavar a cabeça com o Shampoo do meu pai.
Kerium Extra Gentle da la Roche Posay. Adoreiiiiii! Nunca mais o larguei. Deixa
o cabelo super suave, leve, brilhante e volumoso. E tem um cheiro tãoooo agradável
que permanece ao longo do dia. Até pode ser usado por crianças porque é um
shampoo de uso frequente para couros cabeludos sensíveis e por isso não é
agressivo.
Na
minha ida ao dermatologista comentei contente a minha descoberta. Reposta do
médico: “Ah sim, o Kerium da La Roche Posay é o Shampoo que eu uso. É muito bom
e resulta muito bem no seu tipo de cabelo. É o Rolls Royce dos Shampoos!”
Oh
pá se é tudo isso é mais alguma coisa porque que nunca mo receitaste, meu
estupor. Tantas vezes me queixei e tu nada. Queria-lo só para ti! Estavas com
medo que eu esgotasse o stock?! – Pensei e tive vontade de dizer, mas não tive
coragem.
Agora
só para não seres invejoso vou anunciar no meu blog que é para a malta toda
comprar! Isto se alguém ler o meu blog, porque eu acho que ninguém o visita.
Quer dizer as estatística anunciam que tenho público na América, Portugal,
Alemanha e Brasil. Vamos lá a ver! Olha ao menos serve de confessionário.
quinta-feira, 14 de março de 2013
Ai o Inverno, o Inverno que dá cabo de nós!
Sr.
Di apanhou uma valente gripalhada, acompanhada de uma tosse cavernosa que lhe
parece fazer saltar os pulmões cá para fora e deixar-lhe a cabeça em órbita,
que por sua vez deu boleia a uma crise aftosa que o impede de comer.
Resumindo:
Não dormimos desde segunda-feira, duas idas ao hospital, Di de novo a
antibiótico a pedir “pólo” (tradução: colo) e miminhos a todo o momento e eu
sem poder trabalhar e com tanto papel para despachar.
Por
tudo isto, que não tem sido nada pouco, não tenho tempo para escrever no meu
querido blog.
Enfim,
melhores dias virão e o que interessa é que o meu Di já está muito melhor.
Na
parte que me toca aplico a velha máxima, que me acompanha há muitos anos, encontar
algo positivo em qualquer situação negativa. Aproveito-me desta malvada e
pestilenta enfermidade, em que o tenho comigo todo o dia, para tirar a barriga
da miséria e receber e retribuir beijinhos, abracinhos, miminhos, cafoné, e
outras lamechices que me sabem tão bem. Quem é mãe compreende.
Só
um aparte, a médica diz que as crianças da idade do meu Di apanham em média dez
gripes por ano. Oh valha-nos Deus, que ainda só vamos na segunda.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Feliz dia da Mulher
Sou feminista pura. Sou daquelas que acreditam que todas as mulheres,
homens, crianças, animais, plantas, árvores, pedras, calhaus e todos os
seres-vivos e os menos vivos, também, devem ser respeitados na sua essência.
Porquê? Simplesmente porque existimos, porque somos unos com Deus, com o
Universo. Porque, na minha opinião sejamos homens ou mulheres o que devemos é
lutar por um mundo justo cheio de amor.
Sou daquelas que não compreende porquê que num planeta onde
se gastam milhões de euros no avanço da tecnologia, onde se desperdiçam milhares
de toneladas de alimentos ainda exista pobreza extrema para tantos milhões de
pessoas. Actualmente, por cada minuto das nossas vidas morrem não sei quantas
crianças com fome e desidratadas, são violadas mais não sei quantos meninos e
meninas, são espancadas e apedrejadas até à morte outras tantas mulheres. Isto para
não falar da violência e tortura doméstica que milhares de mulheres sofrem à
vista de todos, nos ditos países evoluídos e democráticos, sem que os seus governos
tomem medidas severas contras os criminosos.
Este dia tem um significado muito especial para mim. Por causa
de mulheres que como eu se indignaram contra as opressões de que eram vítimas, posso
neste momento expor a minha opinião neste post sem que a minha integridade seja
ameaçada, posso passear na rua sozinha sem sofrer qualquer tipo de jugo, posso
usar mini-saia e até bikini, posso votar e executar funções anteriormente só
estipuladas aos homens, que nascem inatos de poder, posso até, ser ministra ou presidente
de um país.
Por estes motivos, e tantos outros, celebro este dia com amor
e fé que um dia tudo será ainda melhor. I have a dream! Eu tenho o sonho, que um
dia habitaremos num planeta livre de tiranismos e de opressões, e nesse dia seremos
todos vistos igualitariamente. Não importarão as diferenças de crenças, de raças,
de sexo, de religiões, as escolhas sexuais e as aspirações politicas, seremos
todos unos com o amor e a consciência que nos liga.
Para que esse dia chegue cabe-nos a nós mães, pais, homens e
mulheres, ensinar aos nossos filhos, o bem maior do mundo, dar amor e respeitar
o próximo. Não custa nada, é só dar o exemplo. Yes we can.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Ele há dias em que o meu rapaz pequeno me tira completamente do sério.
Chovia
a potes. Fomos à farmácia. Não queria entrar. Birra. Obriguei-o. Birra. Viu um
sofá em miniatura. Sentou-se. Riu. Passou a birra.
Saímos
da farmácia. Chovia a potes. Não queria atravessar a estrada. Peguei-lhe na
mão. Birra. Atirou-se para o chão encharcado a milímetros de uma enorme poça de
água suja pejada de óleo. Peguei-o ao colo. Esperneou. Esbracejou. Gritou.
Birraaaaaaaaaaa. Os medicamentos saltaram para fora do saco. Fiquei com o saco vazio na mão. E a birra continua. Onde foram parar os medicamentos?
Debaixo do carro. “Batatas e cenouras! Hoje estás levado da breca.” – Pensei.
Filho tentou fugir e atravessar a estrada. Apanhei-o. Tentei sentá-lo na cadeira.
Não deixou. Entesou. Levo 5 minutos para o convencer a sentar-se. Sentei-o. Entrei
no carro. Chegei o carro à frente. Saí do carro. Chovia a cântaros. Apanhei os medicamentos encharcados. Entrei no
carro. Também eu fiquei encharcada até ao tutano dos ossos mais reconditos do meu esqueleto.
-
Mãe né. (tradução: Mãe música).
-
Não, estás de castigo!
Birra da mãe.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Um pouco mais do que meia dúzia de palavras
Estive agora
mesmo a ler este post da Pipoca. Vi-me e revi-me nele. Sei o que é ter vontade
de chorar sem motivo aparente. Sei o que é sentir aquele “bicho” que nos
consome a alma e nos corrói a mente. Aquela dor que não deixa marca física,
aquela sensação de mal-estar continuo, aquela sensação de que nos falta algo,
aquela sensação de que nos falta fazer algo, aquela sensação de que nos falta
alguém, mas o quê, mas quem, Meu Deus? O QUE É QUE EU TENHO? Não sei explicar o
que é, mas é um sentimento que me fode a desejada e ambicionada felicidade. Sei
o que é acordar num magnífico e resplandecente dia de verão e ver tudo cinzento.
Sei o que é olhar em redor e não enxergar. Sei o que é odiar o mundo ou não
sentir absolutamente nada. Sei o que é a raiva, sei o que é a puta da apatia.
Sei o que é não apetecer tirar o pijama ou sequer lavar os dentes. Sei o que é
olhar-me no espelho e não vislumbrar gente, gente merecedora, gente feliz. Sei
o que é passar de um estado apático intenso para um estado de euforia arrebatadora
em que só me apetece falar, falar, falar… Mas tal como a Pipoca não sei
explicar o que sentia, porquê que me sentia assim. “Tenho a alma das avessas.” –
Era o que me lembrava.
Contudo tive
a sorte de perceber o que tinha. Tive alguns exemplos à minha volta que me
deram competências para me auto-diagnosticar. Uma puta de uma depressão
tinha-se instalado em todo o meu corpo sem um pedido de autorização, sem um
requerimento. “O que é que eu faço agora?” Ao psicólogo não queria ir porque
não queria que a minha família se apercebesse (fartinhos de saberem estavam
eles!). Até podia ir às escondidas, mas e qual era a justificação para gastar
tanto dinheiro?- “ Nãããã! Nessa não caiu! “– pensei, estupidamente.
Pensei que
devia consultar o meu médico de família. A última vez que me senti assim de
alma vazia, andava eu na universidade. Na época receitou-me uns comprimidos
fantásticos, ao fim do segundo já me sentia outra. Tinha esperança que também
resultasse dessa vez.
- Olá
Doutor. – Cumprimentei-o à entrada do consultório.
- Olá miúda.
Tudo bem?
O meu médico
é também meu amigo e amigo de toda a família. É um senhor na casa dos cinquenta
e muitos anos, um tipo de boa índole, muito humano, muito terra à terra.
Conheço-o desde sempre, nem me lembro a idade com que fui à sua primeira
consulta, era criança, talvez uns três anos.
- Tudo bem
doutor. – respondi-lhe.
- Tudo bem??
O que se passa? Pareces-me triste! O teu pai, e o resto da família estão bem?
- Sim doutor está tudo bem. Estamos muito bem.
- Tu não me pareces nada bem.
- Sinto-me cansada doutor. Preciso que me dê umas vitaminas.
- Para além do cansaço, o que se passa?
E foi assim, bastaram um pouco mais de meia dúzia de palavras deste meu amigo para a armadura estatelar-se no chão. Saí de lá rejuvenescida e com a certeza de que afinal não sou maluca. Estivemos duas ou três horas naquele consultório a conversar, aliás, eu falava e ele ouvia. Chorei tanto que lhe gastei os lenços todos. Ele teve de desmarcar as restantes consultas.
Este meu amigo, a quem estou eternamente grata, ajudou-me a iniciar o meu salvamento, o resto foi por minha conta e continua a ser minha obrigação manter-me saudável. Todos os dias, imponho-me o optimismo e agradeço a Deus todas as bênçãos da vida. Tenho para mim, que mantermo-nos à tona com uma mente saudável é um treino intimo diário de amor-próprio que tento praticar todos os dias. Apreendi que nada é tão mau quanto parece.
Espero que o meu exemplo sirva a quem está precisado, nem que seja apenas de consolo, afinal tudo tem uma razão de existir e os caminhos não se cruzam por acaso.
- Sim doutor está tudo bem. Estamos muito bem.
- Tu não me pareces nada bem.
- Sinto-me cansada doutor. Preciso que me dê umas vitaminas.
- Para além do cansaço, o que se passa?
E foi assim, bastaram um pouco mais de meia dúzia de palavras deste meu amigo para a armadura estatelar-se no chão. Saí de lá rejuvenescida e com a certeza de que afinal não sou maluca. Estivemos duas ou três horas naquele consultório a conversar, aliás, eu falava e ele ouvia. Chorei tanto que lhe gastei os lenços todos. Ele teve de desmarcar as restantes consultas.
Este meu amigo, a quem estou eternamente grata, ajudou-me a iniciar o meu salvamento, o resto foi por minha conta e continua a ser minha obrigação manter-me saudável. Todos os dias, imponho-me o optimismo e agradeço a Deus todas as bênçãos da vida. Tenho para mim, que mantermo-nos à tona com uma mente saudável é um treino intimo diário de amor-próprio que tento praticar todos os dias. Apreendi que nada é tão mau quanto parece.
Espero que o meu exemplo sirva a quem está precisado, nem que seja apenas de consolo, afinal tudo tem uma razão de existir e os caminhos não se cruzam por acaso.
terça-feira, 5 de março de 2013
É pá
caraças, #$%&%#%$%”#$, (não sei qual é o palavrão, mas é o maior que
conhecem), irraaaa, chiça, caramba, c’um catano, batatas e curgete… Não posso,
agarrem-me senão ainda lhe enfio a lapiseira dentro da boca e a borracha na
narina direita.É pá
o homem não se cala com aquele assobio irritante com os decibéis muito acima da
média. A sério nunca tinha ouvido tal coisa. Tem uma potência de assobio do
caneco! Será que é assim em tudo? Dizem que o tamanho dos pés e o tamanho do
tido cujo tem uma relação muito estreita. E a potência do assobio tem ligação
com algo mais excitante? Hmmmm, não me parece, acho que se fica pelo assobio,
tem o pé pequenito. Se
bem que eu sou muito mais apologista da qualidade do que da quantidade. Mas
ainda assim, não me parece que haja qualidade por ali. Quem treina um assobio
daqueles não tem tempo para outros treinos. E quem não pratica…
Raios
o partam que não se cala!
Bruce Springsteen Person of the Year
Adoro
este senhor tudo o que representa e as causas que defende. Para mim o melhor
cantor e compositor de sempre, entertainer de mão cheia, pai, marido, filho e
cidadão exemplar. Deve ter defeitos mas não quero saber, gosto dele. Gosto de
pessoas assim, talentosas, humildes e com o seu quê de loucura saudável.
segunda-feira, 4 de março de 2013
Upssss, esta é que foi...
Cometi
a maior gafe da minha vida. Que vergonhaaaaaa!! Aiiiiiiii!
Como
todas as segundas-feiras fui à natação. Tudo aconteceu quando fui lavar os
chinelos já depois de ter feito a aula, tomado banho e vestir-me. Quando saí da
zona do vestuário e entrei na zona dos banhos vejo um rapaz com uns 16 ou 17
anos a rir e a olhar para dentro de um dos chuveiros privados enquanto
conversava com alguém que tomava banho, supostamente uma rapariga. – “Ups, ali
há gato!” – Pensei, como a Xana Toc, Toc. (Esta parte da Xana Toc, Toc, só o
meu filho entenderá.) Adiante, quando vi aquele rapaz, fiz marcha atrás e fui
até à recepção, onde encontrei o nadador salvador não sei a fazer o quê, e
disse alto e em bom som: “Está um rapaz no balneário feminino!”
Silêncio
sepulcral. Todos se calaram.
- O
quê? - Disse o nadador incrédulo.
-
Está um rapaz dentro do balneário feminino – repeti.
Comecei
a ouvir um burburinho seguido de risinhos dos colegas de turma do rapaz que
ficaram contentinhos com a ideia de um escândalo.
-
Mas como é que isso é possível? – Disse o nadador sem saber o que fazer.
-
Não sei. – Respondi.
- Não
é um rapaz é uma rapariga – disse uma rapariga sentada num dos bancos da
Recepção no meio dos colegas de turma.
-
Como, uma rapariga? – Perguntei atónita.
-
Sim é a minha colega Andreia, mas eu vou confirmar. – Levantou-se e dirigiu-se
ao balneário reservado às escolas.
Cinco
segundos depois, saiu e disse. – “Sim, é a minha colega Andreia.”
-
“Ahhhh, ok então é mesmo uma menina!” – Respondi-lhe envergonhada.
Com
o queixo colado ao peito, rodei os calcanhares e escondi-me no balneário oposto
ao da Andreia deixando para trás o som das gargalhadas estridentes dos seus colegas
de turma.
–“Ahhhhh
um rapaz!” – Diziam enquanto se agarravam à barriga com dor de tanto rir.
Enquanto
acabava de me arranjar rezei para que quando saísse não me encontrasse com a
Andreia. Apesar de lhe dever um pedido de desculpas não teria coragem para a
enfrentar. Talvez a reencontre na quarta-feira.
sexta-feira, 1 de março de 2013
E trouxe-me este "Flora by Gucci" .
Existem
duas pessoas cujos presentes que me oferecem são sempre de extremo bom gosto, adoráveis,
delicados e impregnados de amor. O meu marido e a minha mãe.
E
ontem ele veio acompanhado deste aqui. Simplesmente irresistível. Já o adoptei como meu perfume de eleição.
De repente passei a adorar as quintas-feiras.
De repente, o
dia que mais detestava, o dia em que me sentia mais cansada, que só de pensar
que ainda faltava mais um dia para o final da semana, tornou-se no meu dia favorito.
Acordo com um novo estímulo, uma felicidade imensa e o coração a bater forte e
a transbordar de saudades, penso nele e digo: “O pai chega hoje, filho.”
O meu amor grande regressou ontem para mais um fim-de-semana
em família no nosso lugar de eleição. A minha vida é assim, quase sempre a
felicidade a cruza o meu caminho.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Ontem dei uma espreitadela aqui
Existem muitas ideias interesantes. E como eu preciso delas para decorar o deserto que é a minha casa!
http://cultodecor.com/blog/
É só para dizer...
... que
esta aqui arrancou o esqueleto da cama às 6h30, já fez uma hora de natação e já
vai com uma hora e meia de trabalho, árduo.
O esqueletinho
pequenino levantou-se à hora do costume. Às 7h.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
No outro dia fui
buscar o meu Di mais cedo à escola e trouxe-o para o escritório. Imprimi uns
desenhos para pintarmos. Quando para minha surpresa pronunciou divinalmente a palavra
“mão”, enquanto apontava para a mão do boneco que queria que eu pintasse.
A Dra. da farmácia
tinha muita razão quando comentei que não se percebia muito bem o dialecto que ele
pronunciava. -Uma vez mais a deixar-me influenciar! Estúpidaaaaaa mil vezes.
– Não se preocupe, as
minhas filhas eram iguais. Vai ver que quando o menino fizer os dois anos vai
começar a desenvolver a fala de uma maneira surpreendente. Já diz o velho
ditado, primeiro ano andante, segundo ano falante.
Pimba, toma lá e vai
buscar, então não é que a farmacêutica tem toda a razão. Tenho notado que
começa a pronunciar melhor as silabas e que se expressa muito bem.
Ele há dias que devia estar calada.
Na consulta do pediatra.
Eu - Sr. Doutor
existe quem me diga que o meu Di fala pouco, que já devia falar mais. Olha para mim a fazer figura de ursa e a deixar-me influenciar por aqueles que não param de fazer comparações estupidas, como se eu também acreditasse que o meu Di não fala, ou que fala pouco.
O doutor –
Acha que ele não fala??? - Respondeu incrédulo. - Então, o rapaz desde que entrou aqui ainda não se calou!
Que essas pessoas não o percebam é outra coisa! Quer que o menino seja ainda
mais despachado do que o que é? Isso é impossível. Tudo a seu tempo. Diga a
essas pessoas para terem calma.
Upss. Toma lá e embucha. Para a próxima
aprende a estar calada e não te deixes influenciar.
Só me acontece a mim?
Ainda
hoje cronometrei…, de manhã não me consigo despachar em menos de 2 horas! A
resposta do meu Di para todas as minhas solicitações, pedidos e ordens é: Tchannãããããã….,
adivinhem se conseguirem. Ok a resposta correcta é: “NÃO”.
Não
existe nada que lhe peça, que lhe implore, e que ele me responda imediatamente
que sim. Por vezes é desesperante! Irra, espinafres e cenouras!
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Acudam, estou possessa
Ontem saí do sério. Ele há
momentos em que o universo em si parece que se conjuga contra mim. Só porque
sim, só porque lhe apetece, puro capricho de um qualquer Deus mimado.
Oh pá, então não é que ontem à
noite ia toda lampeira para entrar na garagem, com o carro apilhado de malas e
o meu Di já a dormir, quando me apercebi que o raça do portão não abria! Chovia
a cântaros, tive de alombar com o meu Di ao colo, o que não me custaria nada e
seria um enormíssimo prazer se não tivesse também que alombar com uma palete de
leite, a mala de viagem, a mala de mão, o guarda-chuva e claro o meu próprio
esqueleto. Arrebentou-se-me um pacote de leite e tudo, tive de lavar o chão do elevador, o meu
Di acordou super, híper rabugento, instalou-se o caos. Irra penico…
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Dream Books
Ontem recebi o álbum da Dream
Books que a minha amiga e comadre S ofereceu como presente de Natal ao meu Di.
Fan-tás-ti-co! Adorei! Lindo. Utilizei as fotos da nossa viagem a Londres pela
época da passagem do ano. Não é para me gabar mas tenho jeito para a coisa e a
plataforma da Dream Books ajuda muito. Muito bem organizada, com efeitos muito
apelativos e o melhor de tudo, é que não nos cinge a um computador já que as
fotos são gravadas na própria plataforma da Dream. Só tenho pena que ainda não
seja possível trabalhar através do meu ipad.
Adoro fotografias, adoro recordar
os bons momentos, aqueles que valem mesmo a pena, aqueles em que estamos
acompanhados das pessoas certas, das pessoas que fazem a diferença na nossa
vida. Adorei. Obrigada S.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Ontem foi dia de pediatra...
... e o Sr. Di, minha cria, portou-se muiiitoooo mal. Primeiro, não queria
entrar dentro do consultório, à saída não queria sair da sala de espera. Eu
pedia-lhe delicadamente para se vir embora, utilizei várias chantagens como
“olha o avô está à nossa espera” e ainda “anda, vamos brincar com a Nini”.
Depois já irritada passei à fase da ameaça “olha que a mamã põe-te de castigo!
Tu queres ficar de castigo?” – Perguntava-lhe irritada e envergonha perante as
outras mães e o malandro do meu Di ignorava-me por completo deitado no sofá com
ar de gozo a fingir que não me ouvia. “Deixe lá, a minha também é assim. Esta
fase dos dois anos é a fase em que nos testam a paciência” Dizia uma mãe a tentar
consolar-me.
Quem
se passou fui eu, e para a fase de tolerância zero. Peguei-o ao colo com ele a
esbracejar e finalmente consegui levá-lo
para fora do consultório.
Não
ficámos por aqui, foi birra o resto do dia e noite até que o meti mesmo de
castigo a “pensar” nas traquinices que andou a fazer. Felizmente acalmou-se.
Ainda
assim, não te dou, não te troco, não te empresto. ♥
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Quem lê o meu bolg, isto se houver
alguém que o leia, deve achar que sou uma melga ou uma tonta que vê o mundo em
tons fúcsia a fugir para o amarelo. Passo o tempo a falar do meu filho, das alegrias,
das traquinices e do quanto é bom ser mãe. Mas a verdade é que também tenho
problemas, alguns dissabores, algumas contrariedades que por vezes me deixam
triste, deprimida e chateada. Contudo, tento não valorizar não escrevendo sobre
o tema. Acredito que quanto mais falamos / escrevemos/ pensamos/ esmiuçamos,
determinado assunto mais nos aparece na nossa vida. Desejo para mim e para os meus,
amor e felicidade e é isso que envio para o universo. A vida é como um
boomerang, recebemos de volta o que damos.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
O prometido é devido.
Não o presenteámos com um Mercedes mas presenteámo-lo
com um Mini Cooper lindo, vermelhão, fantástico! Temos de começar por algum
lado. As construções também não se iniciam pelo topo, ora não é verdade!? O
Mercedes ficará para mais tarde, qui ça!Estou
convencida que este dia ficará para todo o sempre na memória do meu Di, lá num lugarzinho
muito especial no seu coração pequenino e na sua cabecinha loura. O rapaz
pequeno estava radiante, sem folego de tão feliz que se sentia e tenho a
certeza que o Mini Cooper era uma parte muito pequena dessa tão grandiosa
felicidade. O
meu filho é como eu em muitos aspectos. Para além da nossa parecença física tem
um coração enorme onde cabe muita gente e uma intuição que me deixa atordoada.
Sabe perfeitamente quem é merecedor do seu amor e claro adora estar rodeado
pela família, pelos que ama e já protege. Como
mãe cabe-me e é muito prazeroso proporcionar-lhe momentos de felicidade
extrema. Acho que o faço um pouco por egoísmo, sou viciada nas suas gargalhadas,
na sua vozinha doce quando diz “mãe ohhh vê” (tradução: outra vez), no seu
sorriso lindo que me deixa com os níveis de adrenalina lá nos píncaros e que me
faz sentir tão bem, tão relaxada, tão feliz. Sim, são estes momentos que valem
a pena, são estes momentos simples que importam e que fazem a minha vida valer
tanto a pena. ♥
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Dois anos já passados...
Dois anos
mágicos, cheios de alegria e de amor. Ensinaste-me a amar como nunca pensei ser
possível. Ensinaste-me a viver, ensinaste-me a Ser. Transformaste-me naquilo
que sou hoje, bem melhor do que aquilo que um dia fui. Mostraste-me o caminho
da felicidade simples e verdadeira onde não existe espaço para tristezas.
Quando te senti nos meus braços pela
primeira vez jurei-te amor eterno, rezei até ser dia por tamanha dádiva,
agradeci a Deus um milhão de vezes por me ter confiado alguém tão especial.
Hoje, continuo a agradecer-Lhe o prazer de te ver crescer e evoluir dia após
dia. Agradeço-Lhe quando oiço a tua vozinha de bebé a dizer “mãee”,
agradeço-lhe quando à noite te embalo nos meus braços e sinto o cheiro doce dos
teus cabelos, agradeço-Lhe quando te oiço gargalhar, agradeço-Lhe a vida que
nos deu e o amor que construímos e peço, peço com afinco que me dê muitos anos na
tua companhia. Sonho o melhor para ti, mas especialmente desejo muito que sejas
sempre feliz, assim como és hoje.
Amo♥te para além da vida. Amo♥te desde sempre e para sempre.Não te troco, não te dou, não te empresto.
Ontem não foi o dia ideal mas foi bom. Não tive a companhia
do meu mais-que-tudo na minha, na nossa cama. Não pude enroscar-me nos seus
braços e sonhar com o futuro risonho e feliz que nos espera e saborear o
presente fantástico que temos.
Mas ainda assim gostei. Gostei deste dia de São Valentim na
companhia do meu grande amor pequenino (e dos meus pais também). Traz-me boas recordações.
Fez ontem dois anos que o meu Di manifestou a sua vontade de conhecer o mundo. Foi
na noite de São Valentim que corremos para a maternidade. Estava na hora,
finalmente íamos ter o tão desejado encontro. Finalmente ia poder tocar-lhe,
cheirá-lo, mimá-lo, perscrutar-lhe cada centímetro de pele e amá-lo muito. ♥
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Há dois anos foi assim...
Quando esta noite soarem as onze badaladas estava eu a caminho da
maternidade. Tínhamos feito o percurso uns dias antes, para não nos enganarmos,
não fosse o rapaz pequeno estar com pressa de dar o arzinho da sua graça, mas
pimba, o meu pai com os nérvusss enganou-se, mas também não fez mal, o pequeno
só se decidiu a presentear-nos com a sua boa companhia dois dias depois. Já
nesta altura era pirata. LOL Boas
recordações. ♥
Tu ohhh piqueno, já mudas-te a minha vida… e para muitooo, mas mesmo MUITO
melhor.
Amo♥te para além da vida.
Bom dia dos namorados... I Love You
Adoro o dia dos namorados e todas as pirosices associadas a este dia.
Coraçõezinhos, cupidos de arco e flecha prontos a disparar amor por tudo o que
é sitio, postais com ursinhos apaixonados... Aliás adoro tudo o que tenha a ver
com amor, não fosse eu uma inveterada enamorada do próprio do amor. Sou
romântica, amo a ideia de amar, adoro estar apaixonada, eleva-me às estrelas.
Adoro namorar o meu amor, aquele que escolhi para partilhar a minha vida,
aquele com quem partilho o maior dos tesouros, o nosso filho, aquele que hoje
está longe… lá bem longe mas em quem, ainda assim, não deixo de pensar a cada
minuto da minha, das nossas vidas.
Amo♥te daqui à lua. (ir e vir)
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Estou de rastos, cansada,
cansadinha para xuxu. Isto de ter que me levantar às 4h de la matina para dar o
antibiótico ao meu Di, está a dar cabo da mim. Sou o oposto do Prof. Rebelo, eu
admito, preciso de dormir. O ideal seria dormir muitoooooooo mas como o Sr. Meu
filho não deixa, se dormir pelo menos 7 a 8 horas, já me dou por satisfeita. Quando o despertador toca às 7h para me
levantar parece que está a passar o comboio por cima de mim. Como diria o meu querido
Bruce:
At night I wake up
with the sheets soaking wet
And a freight train running through the
Middle of my head
And a freight train running through the
Middle of my head
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Quando tudo nos corre bem...
… zás catrapumba, pimba, toma lá e
vai buscar. Foi assim, esta semana, levei uma paulada daquelas… O meu
filhotinho começou com febre, desenvolveu para febre muito alta. Diagnóstico: pneumonia.
Mas mal o menor, a febre já passou agora é tratar a infecção e mimo, muito mimo da
sua mãeiii querida.
PS. O Carnaval já era… fica para o ano a festarola na nossa
terra, vamos vestir o Faísca Mcqueen em casa.
Pensamento Positivo!
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Planos para o fim-de-semana
Dormir o que o meu Di permitir e lhe apetecer, recarregar baterias para mais uma semana cheia de saudades do meu amor, do nosso amor, do pai, do marido, daquele que tanta falta nos faz todas as noites, aquele que durante toda a semana deixa o lugar na nossa cama vazio e frio.
Limpar, lavar, arrumar, organizar, planear…
Ver filmes, ler, brincar, contar histórias, beijar muito, rir até doer a barriga… Amar, amar muito.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Hoje preciso muito do sorriso lindo do meu filho. Preciso
muito do seu abraço bem apertadinho acompanhado de beijinhos húmidos que me
lambuzam o rosto. Hoje preciso muito de sentir as cócegas daqueles cabelinhos
louros fininhos e sedosos no meu nariz a cada inspiração e expiração minha, na hora
de adormece-lo. Hoje preciso do seu carinho e do seu amor autêntico, único e
apaziguador.
Hoje tem sido assim
Qual pensamento positivo, qual quê! Por
mais boa vontade, por mais que lute contra a maré, inspire e expire quinhentas
vezes, posso até imaginar-me num campo cheio de flores lindo e maravilhoso, mas
até o “piu, piu” da passarinhada me dá cabo da cabeça. Caramba!, nem o ahaha…
moment da Oprah Winfrey me safa! Irra, existem dias que mais valia não sair
da cama. SOCORRO, agarrem-me, agarremmmm-meeeeee.... que eu já não posso ouvir o chefe.
Existem pessoas capazes de contaminar todo um ambiente com o seu negativismo.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Tenho saudades...
... das mensagens da
Miss Glittering que acompanho, não desde sempre mas há muito tempo. Há tanto
tempo que, ler o seu blog se tornou num dos meus hábitos diários favoritos. Adoro
tudo o que escreve e especialmente aprecio o optimismo com que encara a vida e
o amor que deposita em cada post, em cada frase e em cada palavra que escreve.
As suas palavras dão-me alento naqueles dias mais cinzentos, dão-me vontade de,
também eu, escrever coisas bonitas e de apreciar e aceitar o mundo e as pessoas
tal como eles são.
Tenho saudades desta desconhecida
que já considero uma amiga.
PS. Espero que esteja tudo bem e
que o motivo do silêncio seja apenas um “agora não me apetece.”
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Não deviam existir títulos, não tenho imaginação para isto.
Ainda ontem pensei cá para com o meu fecho eclair, “Sou muito
mais feliz quando não vejo o telejornal”. Passo a corrigir, sou muito mais feliz
quando o que vejo na TV se resume ao Bombeiro Sam, ao Noddy, ao Pocoyo, à
Lebrinha Cor de Mel, entre outros do mesmo género, porque tudo o resto dá dó, deixa-me depressiva, pessimista, de mau-humor, levada do diabo, rabugenta e impaciente.
“Adivinha o quanto eu gosto de ti... lai, lai, lai...,
adivinha o quanto eu gosto de ti… lai, lai, lai…”
Por lá foi assim...
Acredito que não nos cruzamos no caminho de alguém por pura
coincidência, mas porque Deus assim o destinou e nós assim o desejámos. Sei,
por experiência própria que recebemos na mesma dosagem o que oferecemos, o bom
e o mau, não interessa o contexto nem a via, Deus encarrega-se dos detalhes. E
tenho a certeza, que aqueles meus amigos lá longe, num país não tão distante
assim, receberão tudo o que o universo tem de melhor, porque merecem, porque
são genuinamente bons, porque oferecem o que de melhor têm, um coração do
tamanho do percurso Lisboa / Londres.
Nunca esquecerei e serei eternamente grata a forma como eu e
os meus fomos recebidos por aquelas pessoas que mal nos conhecendo abriram-nos as
portas da sua casa, abraçaram-nos e trataram-nos como seus, mais do que como
família, trataram-nos como amigos. E são, são amigos verdadeiros, dos bons,
daqueles que não se podem perder, daqueles que desejo preservar o resto da
vida, daqueles que ficam para sempre no coração.
Regressei com alma e o coração repletos de amor. Gratuitamente
e sem que dessem por isso estes meus queridos amigos ofereceram-me uma importante
lição de bonomia, de abdicação, de amor e de amizade. Fizeram-me acreditar naquilo
em que há muito não acreditava, nas pessoas, de que nascemos intrinsecamente
bons e que somos capazes de gostar para além de interesses.
Mas nada acontece por acaso e por algum motivo Deus reuniu-nos
de novo e acredito que foi por mim, fui a mais beneficiada, trouxe o amor e a paz
que há muito precisava.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
À S e à M
O meu leque de amizades não é dos mais vastos, nunca foi! No facebook, por exemplo, tenho trinta e poucos “amigos” e a maior parte deles nem sequer amigos são. São apenas meros conhecidos com quem gosto de trocar algumas palavras, mais por simpatia do que por interesse. Trinta e poucos amigos, comparativamente com os quatrocentos ou quinhentos amigos de outros “amigos”, é nada! Fazer amizades nunca foi o meu forte. Em miúda e na adolescência era envergonhada demais para meter conversa até com a minha própria sombra, mais tarde fiquei muito exigente, não admitia qualquer erro ou desagrado, idealizava amizades perfeitas, sem que nenhuma das partes nunca se magoasse ou duvidasse. Actualmente, considero-me muito mais tolerante, não exijo perfeição pois acredito que somos naturalmente imperfeitos. Foi assim que Deus decidiu que deveria ser. São estas imperfeições que nos tornam nos seres perfeitos que somos. Talvez por compreender melhor a nossa existência apreendi a aceitar cada um como verdadeiramente é, não querendo dizer que aprecie todos. Errar, desiludir, magoar, desagradar, são características que também definem a nossa condição humana.
Tudo isto para dizer que tenho
duas amigas eternas (a S e a M) que me acompanham desde sempre. Duas amigas que
valem pelos trezentos e poucos “amigos” que me faltam no facebook para atingir
um certo estatuto social nesta rede de amizades. Duas amigas que amo e que
apesar de não nos correr o mesmo sangue nas veias, são as minhas irmãs do
coração. Têm ambas personalidades distintas e vincadas, muitos defeitos, muitas
qualidades. Mas eu gosto delas assim, tal como são, admiro-lhes as qualidades e
não gosto dos defeitos, mas tolero-lhos. Admiro-lhes o Ser. Acredito que a nossa
amizade permanecerá até ao fim dos nossos dias e que um dia as nossas almas se
reunirão lá onde se encontram todas as almas boas.
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